Rodrigo Manoel
Para mim è nítido, que o Tite copiou o Mano na forma de armar os times, se lembrarmos dos trabalhos anteriores vamos ver que ele pensava futebol de outra forma.
Talvez pelo fato do Tite ser melhor gestor, fez com que ele tivesse maior sucesso.
O Carlos Alberto Parreira também foi excelente!
Um fato comum entre os três è que saíram do Timão é foram para a seleção Brasileira.
em Bate-Papo da Torcida > Tite ou Mano?
Em resposta ao tópico:
Tirando duas brincadeiras de mal gosto da diretoria, chamadas Osvaldo de Oliveira e Cristóvão Borges, que só serviu para unir a torcida em um pensamento comum, que ambos não dariam certo no Corinthians.
O SCCP tem nos últimos anos se divido e dividindo a predileção dos torcedores entre dois treinadores. Mano e Tite, ou Tite e Mano para não ter briga.
Ambos foram vitoriosos, um mais que o outro, ambos com estilo de jogo parecido e diferente ao mesmo tempo.
No que se parecem na forma por vezes defensiva demais como encaram alguns jogos, na teimosia entre eleger aquele jogador preferido que o torcedor não entende porque.
Nas diferenças, a compactação da equipe, a agressividade ao se lançar ao ataque, a prudencia em as vezes não faze-lo.
O Corinthiano meio que se acostumou com esses estilos. E como falei uns preferem o um e outros o outro.
E sem os dois, tivemos recentemente Carille, mais penso para o estilo de Tite, com time firme no sistema defensivo, compacto prendendo a bola e buscando triangulações em espaço reduzido, tudo para preservar a segurança e não dar sopa para o adversário.
Goleadas com o estilo Tite/Carille, são raras, mas vitórias por vezes apertadas quase uma certeza.
Ontem estreou Loss, esse claramente é mais Mano que Tite, no jeitão de postar a equipe.
E vimos ontem o tamanho da intensidade ofensiva do time, a rapidez enquanto teve pernas, para jogadas com triangulações mais espaçadas, e uma marcação alta costumeira dos times de Mano.
Defensivamente vamos ficar um pouco mais expostos que o normal, pois o espaçamento permite acontecer o que aconteceu ontem. Um chute de rara felicidade, e lá foi a vitória para o espaço.
Há quem queira culpar o goleiro porque estava adiantado, a quem vá criticar o sistema de ataque que chutou mais de 20 bolas e pouco menos da metade foi no alvo, e muito chute de fora, outra característica dos times de tendência Mano de ser.
Mas no fundo o Corinthians jogou muita bola ontem, faltou o detalhe que os caras conseguiram.
Não se pode criar o fim do mundo, e muito menos já pressionar o novo treinador.
Como Carille, Loss sofrerá do mesmo mal que acomete o SCCP a alguns anos, a falta de jogadores.
Se em número enchemos um busão, em qualidade dá uma van e olhe lá.
Outro fato curioso e de certa forma preocupante para a próxima fase da Libertadores, perdemos dois de três jogos em casa, e iremos para as oitavas tendo que decidir fora.
Tudo bem que ganhamos duas de três fora, mas todos sabem que agora no mata mata, a pegada é outra e o fator casa pesa e muito.
Eu gostei do que vi, claro pau da vida com o resultado, mas incapaz de apontar culpados pela derrota.
Graças a mais um golaço na base da cagada e tá virando moda isso na Arena, perdemos quando se podia perder.
Que tenha ele Loss, o apoio e tranquilidade do torcedor, não sei se ele terá as mesmas felicidades do seu antecessor, torçamos para que sim.
Por hora é apoiar como sempre, e esperar, pois o SCCP de novo cismou de trocar o pneu com o carro em movimento.
A parada da Copa será muito bem vinda. Até lá nos jogos que restam apoio, paciência e desejo de boa sorte ao novo treinador.
Entre Mano e Tite, eu me divido tanto em criticas quanto em elogios. Mas o melhor treinador que vi e que fez o Corinthians jogar de um jeito que me encheu os olhos e dava gosto de assistir foi Carlos Alberto Parreira.
VAI CORINTHIANS...
E pessoal, estou aceitando doação de gasolina, que tiver...



