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Marlon Figueiredo


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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "'Maior que o clube? ” a frase de Romeu Tuma Jr. Que expõe um velho problema no Corinthians"

    há 2 meses

    A declaração de Romeu Tuma Jr, “O Corinthians precisa mais de mim do que eu do Corinthians”, não é apenas uma frase infeliz. Ela revela, com rara clareza, um tipo de mentalidade que há anos ronda os bastidores de grandes clubes brasileiros: a personalização do poder em instituições que, por definição, deveriam ser maiores do que qualquer indivíduo.

    No Corinthians, essa lógica não é novidade. Ao longo de sua história, o clube alternou momentos de gestão profissional com períodos marcados por figuras que se colocam como indispensáveis, uma contradição direta ao espírito coletivo que sustenta a identidade corintiana. Afinal, trata-se de um clube construído por milhões de torcedores, não por salvadores ocasionais.

    A fala de Tuma Jr soa ainda mais deslocada quando se observa o momento institucional do Corinthians. Em meio a desafios financeiros, pressão por resultados e questionamentos sobre governança, o que se espera de dirigentes e figuras influentes é responsabilidade, não protagonismo ególatra. A ideia de que o clube “precisa mais” de alguém sugere uma inversão perigosa: transforma a instituição em dependente de indivíduos, e não o contrário.

    Há também um problema simbólico. O Corinthians se vende e com razão como o “time do povo”. Isso implica uma relação emocional profunda com sua torcida, que dificilmente aceita a noção de que qualquer pessoa esteja acima do clube. Declarações como essa tendem a ser interpretadas como arrogância ou desconexão com a base que sustenta a instituição.

    Mais do que uma polêmica isolada, o episódio levanta uma questão recorrente no futebol brasileiro: até que ponto dirigentes e figuras políticas conseguem separar ambição pessoal de compromisso institucional? Quando essa linha é cruzada, o clube deixa de ser prioridade e passa a ser plataforma.

    No fim das contas, a história costuma ser implacável com quem tenta se colocar acima de instituições centenárias. O Corinthians já sobreviveu a crises, rebaixamentos, disputas internas e mudanças de comando. Sobreviveu

    e continuará sobrevivendo, porque sua força não está em nomes individuais, mas em sua torcida e em sua história.

    Frases passam. Clubes ficam.

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Um amigo me falou uma parada sobre o neto que nunca tinha reparado"

    há 2 meses

    Marcelinho Carioca é mais ídolo que ele e ponto final.

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "EY contradiz versão e expõe crise no Corinthians"

    há 2 meses

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "EY contradiz versão e expõe crise no Corinthians"

    há 2 meses

    EY contradiz versão e expõe crise no Corinthians

    Corinthians entra na mira do MP após EY negar auditoria: o que está em jogo na nova crise do clube?

    Uma nova frente de questionamentos se abre sobre a situação financeira do Corinthians e, desta vez, com potencial de desdobramentos jurídicos. Documento encaminhado pela Ernst & Young (EY) ao Ministério Público de São Paulo indica que não existe qualquer relatório de auditoria da empresa sobre o clube, apesar de a existência desse material ter sido mencionada anteriormente em diferentes contextos.

    A informação surge no âmbito de um procedimento investigatório criminal em andamento na capital paulista. No ofício, a EY afirma que, embora tenha prestado serviços técnicos ao Corinthians, nenhum deles teve natureza de auditoria independente, ponto central da controvérsia. Na prática, isso significa que o chamado “Relatório de Conclusão de Auditoria”, citado em discussões sobre a saúde financeira do clube, simplesmente não foi produzido.

    POR QUE ISSO IMPORTA

    Auditorias independentes têm um papel crucial: validar informações financeiras e dar transparência à gestão. Quando um clube do tamanho do Corinthians enfrenta questionamentos sobre dívidas, contratos e governança, a existência, ou ausência, desse tipo de documento não é detalhe técnico, é peça-chave.

    Sem uma auditoria formal:

    * Não há validação externa das contas
    * A confiabilidade das informações divulgadas fica fragilizada
    * Cresce o espaço para disputas políticas internas e suspeitas externas

    O PONTO DE RUPTURA

    O caso ganha peso porque o próprio Ministério Público havia solicitado o relatório à EY. A resposta direta da empresa, afirmando que ele não existe, cria um cenário desconfortável:

    * Se não houve auditoria, por que a ideia de sua existência circulou?
    * Quem se beneficiaria dessa narrativa?
    * Houve erro de comunicação, interpretação ou algo mais grave?

    Essas perguntas passam agora a orientar o foco das investigações.

    POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS

    A depender do que for apurado, o caso pode evoluir em diferentes direções:

    * Responsabilização de gestores, caso fique comprovado que houve indução ao erro
    * Ampliação da investigação para contratos e decisões administrativas
    * Pressão política interna, especialmente em um clube historicamente marcado por disputas de poder

    Além disso, o episódio pode impactar diretamente a credibilidade da atual ou de gestões anteriores, dependendo de quando e como a suposta auditoria foi mencionada.

    CLIMA DE DESCONFIANÇA

    Nos bastidores, o ambiente já é de tensão. A revelação reforça a percepção de falta de transparência e pode aumentar a pressão de conselheiros, torcedores e até patrocinadores por explicações mais claras.

    Em um momento em que o futebol brasileiro discute profissionalização e governança, o caso do Corinthians expõe um problema recorrente: a distância entre discurso e prática na gestão dos grandes clubes.

    E AGORA?

    O Ministério Público deve aprofundar a apuração com base no documento da EY. O Corinthians, por sua vez, terá de se posicionar de forma mais objetiva para conter o desgaste.

    Mais do que uma crise pontual, o episódio coloca em debate algo estrutural: até que ponto os mecanismos de controle e transparência dos clubes brasileiros são, de fato, confiáveis.

    Se confirmadas inconsistências, não será apenas uma “bomba” de bastidor, mas um caso com potencial de marcar a história administrativa do clube.

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Decisão judicial derruba ataques contra advogada ligada ao Corinthians"

    há 2 meses

    Decisão judicial derruba ataques contra advogada ligada ao Corinthians

    Uma decisão da Justiça de São Paulo lançou nova luz sobre os bastidores de disputas políticas no Sport Club Corinthians Paulista, e colocou em xeque a credibilidade de ataques direcionados à advogada Nádia Dörr Estolaski.

    O juiz da 4ª Vara Cível do Foro Central determinou a remoção de publicações feitas pelo blog comandado por Paulo Cezar de Andrade Prado, após identificar indícios de violação à honra e à imagem da advogada. A decisão, em caráter liminar, estabelece prazo de cinco dias para exclusão do conteúdo, sob pena de multa e outras medidas coercitivas.

    A ordem judicial atinge diretamente duas reportagens que vinculavam a advogada a supostas irregularidades, acusações que, segundo a própria decisão, não vieram acompanhadas de comprovação suficiente.

    DEFESA TÉCNICA VIRA ALVO

    O episódio tem origem na atuação de Nádia na defesa de Roberto Libânes, em uma disputa jurídica que poderia barrar sua participação na eleição do conselho deliberativo do clube.

    A estratégia usada contra Libânes, segundo fontes ligadas ao caso, envolvia uma série de ações nos Juizados Especiais com acusações de crimes contra a honra. O objetivo seria acumular condenações capazes de torná-lo inelegível.

    A TESE NÃO SE SUSTENTOU.

    A defesa desmontou os processos, apontou inconsistências e conseguiu reverter decisões desfavoráveis. Libânes não apenas permaneceu na disputa, como foi eleito entre os mais votados, resultado que contrariou interesses nos bastidores do clube.

    REAÇÃO FORA DOS TRIBUNAIS

    A RESPOSTA VEIO FORA DO CAMPO JURÍDICO.

    Após a vitória, passaram a circular textos com ataques diretos à advogada, publicados em um blog conhecido por cobertura opinativa e, frequentemente, litigiosa do futebol paulista.

    A Justiça, no entanto, reagiu rapidamente.

    Ao determinar a remoção dos conteúdos, o Judiciário sinalizou que há limites claros entre crítica e imputação de condutas ilícitas sem prova, algo que pesa especialmente em ambientes já marcados por disputas políticas intensas.

    “Não se trata de censura, mas de responsabilização”, afirmou Nádia, que também pode ser encontrada nas redes sociais pelo perfil @dranadia_estolasky.

    HISTÓRICO PESA

    O caso também reacende questionamentos sobre o histórico do responsável pelas publicações.

    Registros públicos indicam que Paulo Cezar de Andrade Prado acumula diversos processos judiciais relacionados a difamação e danos morais, incluindo condenações e decisões que impuseram retratações obrigatórias.

    A repetição desse padrão levanta dúvidas sobre o rigor na apuração das denúncias publicadas e reforça o entendimento de que o episódio atual não é isolado.

    PROCURADO, ELE NÃO SE MANIFESTOU.

    Disputa política segue nos bastidores

    O pano de fundo continua sendo a divisão interna no Corinthians. De um lado, setores mais tradicionais; de outro, grupos que defendem renovação e maior transparência.

    A eleição de Libânes é vista por aliados como um ponto de virada e, para críticos, como um gatilho para intensificação de conflitos.

    Nesse cenário, a atuação de Nádia passou a extrapolar o campo técnico e a atingir interesses políticos.

    PRÓXIMOS PASSOS

    A ação segue em andamento, assim como a investigação sobre as publicações.

    A decisão liminar, porém, já estabelece um marco: ataques sem prova podem até ganhar repercussão momentânea, mas tendem a ruir quando confrontados com o crivo judicial.

    Enquanto isso, Nádia mantém sua atuação e adota um tom direto:

    “Cada um responde pelo que faz.”

    Nos bastidores, a disputa está longe do fim, mas, ao menos por ora, a Justiça deixou claro de que lado estão os fatos comprovados.

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Do Campo à Diretoria: Por Que a Cobrança Não Chega em Quem Realmente Decide?"

    há 2 meses

    Do Campo à Diretoria: Por Que a Cobrança Não Chega em Quem Realmente Decide?

    A pergunta que não quer calar é simples: por que a cobrança nunca chega com a mesma força em quem realmente toma as decisões? Jogadores entram em campo, dão a cara a tapa e, quando o resultado não vem, são os primeiros a sentir a pressão, muitas vezes de forma até desproporcional. Mas e Osmar Stabile, Romeu Tuma e os conselheiros vitalícios? Onde está essa mesma intensidade na cobrança?

    Não dá pra esquecer o que aconteceu com o Luan, que apanhou por muito menos. Aquilo foi absurdo e nunca deve ser normalizado. Mas escancara um ponto: a revolta da torcida costuma ter endereço certo e raramente é a diretoria. São eles que planejam, contratam, gerem (ou desgerem) o clube. Se o cenário atual é de crise, não dá pra fingir que a responsabilidade está só dentro das quatro linhas.

    Bate até uma nostalgia, não da violência em si, mas da postura mais firme de antigamente, quando a cobrança parecia alcançar todos os níveis do clube. Hoje, o que se vê muitas vezes é um “teatrinho”: nota oficial aqui, protesto controlado ali, enquanto quem realmente conduz o clube segue praticamente blindado.

    Cobrar jogador é válido, sim. Eles precisam entregar resultado. Mas isentar dirigentes é fechar os olhos para a raiz do problema. Se há caos, ele começa na gestão. E enquanto a pressão não subir para quem decide, dificilmente algo vai mudar de verdade.

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Promotor me respondeu no insta kkkk"

    há 2 meses

    Falo com ele por WhatsApp?

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Como seria a arquibancada norte da Arena Neo Química inspirada no modelo do Grêmio"

    há 2 meses

    Fala, Fiel! 🖤🤍

    Imagina só a nossa casa ficando ainda mais a nossa cara… A ideia de preencher aqueles espaços vazios das arquibancadas com preto e branco formando um gigante “TIMÃO” não é só estética, é identidade, é respeito à nossa história, é transformar cada canto da arena em um grito silencioso da torcida.

    O Sport Club Corinthians Paulista sempre foi movido pela força da sua torcida. E a Neo Química Arena já é um espetáculo por si só, mas esse tipo de intervenção visual deixaria o estádio ainda mais imponente, com uma marca registrada visível em qualquer transmissão, foto ou visita.

    Além disso, valoriza a experiência de quem vai ao estádio e fortalece ainda mais o sentimento de pertencimento. É aquele detalhe que faz qualquer corinthiano bater o olho e sentir: “isso aqui é o meu lugar”.

    Fica a reflexão: por que não transformar esse espaço em algo icônico, que represente de verdade o tamanho da nossa torcida?

    Vai, Corinthians! 🦅🔥

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "BOMBA: Pedido de intervenção judicial no Corinthians é protocolado no MP de São Paulo"

    há 2 meses

    Já tem até o nome do interventor meu caro. A intervenção é só uma questão de horas.

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  • Marlon

    Marlon postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "BOMBA: Pedido de intervenção judicial no Corinthians é protocolado no MP de São Paulo"

    há 2 meses

    Um requerimento protocolado nesta terça-feira (24) no Ministério Público de São Paulo pede a abertura de investigação e eventual intervenção judicial no Sport Club Corinthians Paulista. O documento aponta um cenário de “instabilidade institucional grave e persistente” dentro do clube.

    A solicitação foi apresentada por um associado, que alega reiteradas violações ao estatuto social, conflitos entre órgãos internos e decisões administrativas tomadas à margem das regras institucionais. Segundo o texto, a situação compromete a capacidade de autogoverno da entidade.

    Crise institucional e irregularidades
    Entre os principais pontos levantados está a frustração da votação do novo estatuto do clube, que, de acordo com o requerimento, não foi concluída de forma regular pelo Conselho Deliberativo. O episódio é descrito como sinal de “paralisia decisória” e possível obstrução de uma deliberação estrutural importante.

    Outro fato destacado é o afastamento do presidente do Conselho Deliberativo, considerado irregular pelo autor do pedido. A convocação da reunião que resultou na decisão teria ocorrido em desacordo com o estatuto, o que, segundo o documento, gera nulidade do ato.

    O requerimento também aponta um “esvaziamento qualificado” da reunião. Dos cerca de 300 conselheiros, apenas aproximadamente 130 participaram da votação. Além disso, a própria secretária do Conselho teria se retirado do encontro após manifestar discordância quanto à legalidade da convocação.

    Padrão de ilegalidades
    O texto sustenta que os episódios não são isolados, mas fazem parte de um padrão de condutas irregulares dentro do clube. Entre os problemas citados estão:

    Violações recorrentes ao estatuto social;
    conflitos internos frequentes;
    decisões sem respaldo institucional;
    ausência de mecanismos eficazes de correção interna.
    Para o autor, esse conjunto de fatores evidencia uma ruptura da legalidade interna e afasta a tese de que se trata apenas de disputas políticas.

    Ministério Público já acompanha caso
    O documento menciona que o Ministério Público, por meio do promotor Cássio Conserino, já havia apontado anteriormente irregularidades na gestão do clube. Agora, o pedido é para que os fatos recentes sejam analisados em conjunto com os já conhecidos.

    Pedido de intervenção
    Diante do cenário descrito, o requerimento solicita:

    Abertura de procedimento investigatório;
    Análise integrada dos fatos antigos e recentes;
    Adoção de medidas para restaurar a legalidade estatutária;
    Eventual intervenção judicial no clube, caso seja comprovada a incapacidade de autogoverno.

    O texto argumenta que, devido à relevância social e econômica do Corinthians, a crise institucional ultrapassa o âmbito interno e justifica a atuação do Ministério Público.

    Até o momento, o clube não se manifestou oficialmente sobre o pedido.

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