Marlon Figueiredo

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Atividades do Marlon no Meu Timão:

  • Marlon

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "'Maior que o clube? ” a frase de Romeu Tuma Jr. Que expõe um velho problema no Corinthians" 3 meses atrás

    A declaração de Romeu Tuma Jr, “O Corinthians precisa mais de mim do que eu do Corinthians”, não é apenas uma frase infeliz. Ela revela, com rara clareza, um tipo de mentalidade que há anos ronda os bastidores de grandes clubes brasileiros: a personalização do poder em instituições que, por definição, deveriam ser maiores do que qualquer indivíduo.

    No Corinthians, essa lógica não é novidade. Ao longo de sua história, o clube alternou momentos de gestão profissional com períodos marcados por figuras que se colocam como indispensáveis, uma contradição direta ao espírito coletivo que sustenta a identidade corintiana. Afinal, trata-se de um clube construído por milhões de torcedores, não por salvadores ocasionais.

    A fala de Tuma Jr soa ainda mais deslocada quando se observa o momento institucional do Corinthians. Em meio a desafios financeiros, pressão por resultados e questionamentos sobre governança, o que se espera de dirigentes e figuras influentes é responsabilidade, não protagonismo ególatra. A ideia de que o clube “precisa mais” de alguém sugere uma inversão perigosa: transforma a instituição em dependente de indivíduos, e não o contrário.

    Há também um problema simbólico. O Corinthians se vende e com razão como o “time do povo”. Isso implica uma relação emocional profunda com sua torcida, que dificilmente aceita a noção de que qualquer pessoa esteja acima do clube. Declarações como essa tendem a ser interpretadas como arrogância ou desconexão com a base que sustenta a instituição.

    Mais do que uma polêmica isolada, o episódio levanta uma questão recorrente no futebol brasileiro: até que ponto dirigentes e figuras políticas conseguem separar ambição pessoal de compromisso institucional? Quando essa linha é cruzada, o clube deixa de ser prioridade e passa a ser plataforma.

    No fim das contas, a história costuma ser implacável com quem tenta se colocar acima de instituições centenárias. O Corinthians já sobreviveu a crises, rebaixamentos, disputas internas e mudanças de comando. Sobreviveu

    e continuará sobrevivendo, porque sua força não está em nomes individuais, mas em sua torcida e em sua história.

    Frases passam. Clubes ficam.

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  • Marlon

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Um amigo me falou uma parada sobre o neto que nunca tinha reparado" 3 meses atrás

    Marcelinho Carioca é mais ídolo que ele e ponto final.

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  • Marlon

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "EY contradiz versão e expõe crise no Corinthians" 3 meses atrás

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  • Marlon

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "EY contradiz versão e expõe crise no Corinthians" 3 meses atrás

    EY contradiz versão e expõe crise no Corinthians

    Corinthians entra na mira do MP após EY negar auditoria: o que está em jogo na nova crise do clube?

    Uma nova frente de questionamentos se abre sobre a situação financeira do Corinthians e, desta vez, com potencial de desdobramentos jurídicos. Documento encaminhado pela Ernst & Young (EY) ao Ministério Público de São Paulo indica que não existe qualquer relatório de auditoria da empresa sobre o clube, apesar de a existência desse material ter sido mencionada anteriormente em diferentes contextos.

    A informação surge no âmbito de um procedimento investigatório criminal em andamento na capital paulista. No ofício, a EY afirma que, embora tenha prestado serviços técnicos ao Corinthians, nenhum deles teve natureza de auditoria independente, ponto central da controvérsia. Na prática, isso significa que o chamado “Relatório de Conclusão de Auditoria”, citado em discussões sobre a saúde financeira do clube, simplesmente não foi produzido.

    POR QUE ISSO IMPORTA

    Auditorias independentes têm um papel crucial: validar informações financeiras e dar transparência à gestão. Quando um clube do tamanho do Corinthians enfrenta questionamentos sobre dívidas, contratos e governança, a existência, ou ausência, desse tipo de documento não é detalhe técnico, é peça-chave.

    Sem uma auditoria formal:

    * Não há validação externa das contas
    * A confiabilidade das informações divulgadas fica fragilizada
    * Cresce o espaço para disputas políticas internas e suspeitas externas

    O PONTO DE RUPTURA

    O caso ganha peso porque o próprio Ministério Público havia solicitado o relatório à EY. A resposta direta da empresa, afirmando que ele não existe, cria um cenário desconfortável:

    * Se não houve auditoria, por que a ideia de sua existência circulou?
    * Quem se beneficiaria dessa narrativa?
    * Houve erro de comunicação, interpretação ou algo mais grave?

    Essas perguntas passam agora a orientar o foco das investigações.

    POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS

    A depender do que for apurado, o caso pode evoluir em diferentes direções:

    * Responsabilização de gestores, caso fique comprovado que houve indução ao erro
    * Ampliação da investigação para contratos e decisões administrativas
    * Pressão política interna, especialmente em um clube historicamente marcado por disputas de poder

    Além disso, o episódio pode impactar diretamente a credibilidade da atual ou de gestões anteriores, dependendo de quando e como a suposta auditoria foi mencionada.

    CLIMA DE DESCONFIANÇA

    Nos bastidores, o ambiente já é de tensão. A revelação reforça a percepção de falta de transparência e pode aumentar a pressão de conselheiros, torcedores e até patrocinadores por explicações mais claras.

    Em um momento em que o futebol brasileiro discute profissionalização e governança, o caso do Corinthians expõe um problema recorrente: a distância entre discurso e prática na gestão dos grandes clubes.

    E AGORA?

    O Ministério Público deve aprofundar a apuração com base no documento da EY. O Corinthians, por sua vez, terá de se posicionar de forma mais objetiva para conter o desgaste.

    Mais do que uma crise pontual, o episódio coloca em debate algo estrutural: até que ponto os mecanismos de controle e transparência dos clubes brasileiros são, de fato, confiáveis.

    Se confirmadas inconsistências, não será apenas uma “bomba” de bastidor, mas um caso com potencial de marcar a história administrativa do clube.

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  • Marlon

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Decisão judicial derruba ataques contra advogada ligada ao Corinthians" 3 meses atrás

    Decisão judicial derruba ataques contra advogada ligada ao Corinthians

    Uma decisão da Justiça de São Paulo lançou nova luz sobre os bastidores de disputas políticas no Sport Club Corinthians Paulista, e colocou em xeque a credibilidade de ataques direcionados à advogada Nádia Dörr Estolaski.

    O juiz da 4ª Vara Cível do Foro Central determinou a remoção de publicações feitas pelo blog comandado por Paulo Cezar de Andrade Prado, após identificar indícios de violação à honra e à imagem da advogada. A decisão, em caráter liminar, estabelece prazo de cinco dias para exclusão do conteúdo, sob pena de multa e outras medidas coercitivas.

    A ordem judicial atinge diretamente duas reportagens que vinculavam a advogada a supostas irregularidades, acusações que, segundo a própria decisão, não vieram acompanhadas de comprovação suficiente.

    DEFESA TÉCNICA VIRA ALVO

    O episódio tem origem na atuação de Nádia na defesa de Roberto Libânes, em uma disputa jurídica que poderia barrar sua participação na eleição do conselho deliberativo do clube.

    A estratégia usada contra Libânes, segundo fontes ligadas ao caso, envolvia uma série de ações nos Juizados Especiais com acusações de crimes contra a honra. O objetivo seria acumular condenações capazes de torná-lo inelegível.

    A TESE NÃO SE SUSTENTOU.

    A defesa desmontou os processos, apontou inconsistências e conseguiu reverter decisões desfavoráveis. Libânes não apenas permaneceu na disputa, como foi eleito entre os mais votados, resultado que contrariou interesses nos bastidores do clube.

    REAÇÃO FORA DOS TRIBUNAIS

    A RESPOSTA VEIO FORA DO CAMPO JURÍDICO.

    Após a vitória, passaram a circular textos com ataques diretos à advogada, publicados em um blog conhecido por cobertura opinativa e, frequentemente, litigiosa do futebol paulista.

    A Justiça, no entanto, reagiu rapidamente.

    Ao determinar a remoção dos conteúdos, o Judiciário sinalizou que há limites claros entre crítica e imputação de condutas ilícitas sem prova, algo que pesa especialmente em ambientes já marcados por disputas políticas intensas.

    “Não se trata de censura, mas de responsabilização”, afirmou Nádia, que também pode ser encontrada nas redes sociais pelo perfil @dranadia_estolasky.

    HISTÓRICO PESA

    O caso também reacende questionamentos sobre o histórico do responsável pelas publicações.

    Registros públicos indicam que Paulo Cezar de Andrade Prado acumula diversos processos judiciais relacionados a difamação e danos morais, incluindo condenações e decisões que impuseram retratações obrigatórias.

    A repetição desse padrão levanta dúvidas sobre o rigor na apuração das denúncias publicadas e reforça o entendimento de que o episódio atual não é isolado.

    PROCURADO, ELE NÃO SE MANIFESTOU.

    Disputa política segue nos bastidores

    O pano de fundo continua sendo a divisão interna no Corinthians. De um lado, setores mais tradicionais; de outro, grupos que defendem renovação e maior transparência.

    A eleição de Libânes é vista por aliados como um ponto de virada e, para críticos, como um gatilho para intensificação de conflitos.

    Nesse cenário, a atuação de Nádia passou a extrapolar o campo técnico e a atingir interesses políticos.

    PRÓXIMOS PASSOS

    A ação segue em andamento, assim como a investigação sobre as publicações.

    A decisão liminar, porém, já estabelece um marco: ataques sem prova podem até ganhar repercussão momentânea, mas tendem a ruir quando confrontados com o crivo judicial.

    Enquanto isso, Nádia mantém sua atuação e adota um tom direto:

    “Cada um responde pelo que faz.”

    Nos bastidores, a disputa está longe do fim, mas, ao menos por ora, a Justiça deixou claro de que lado estão os fatos comprovados.

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  • Marlon

    Postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Do Campo à Diretoria: Por Que a Cobrança Não Chega em Quem Realmente Decide?" 3 meses atrás

    Do Campo à Diretoria: Por Que a Cobrança Não Chega em Quem Realmente Decide?

    A pergunta que não quer calar é simples: por que a cobrança nunca chega com a mesma força em quem realmente toma as decisões? Jogadores entram em campo, dão a cara a tapa e, quando o resultado não vem, são os primeiros a sentir a pressão, muitas vezes de forma até desproporcional. Mas e Osmar Stabile, Romeu Tuma e os conselheiros vitalícios? Onde está essa mesma intensidade na cobrança?

    Não dá pra esquecer o que aconteceu com o Luan, que apanhou por muito menos. Aquilo foi absurdo e nunca deve ser normalizado. Mas escancara um ponto: a revolta da torcida costuma ter endereço certo e raramente é a diretoria. São eles que planejam, contratam, gerem (ou desgerem) o clube. Se o cenário atual é de crise, não dá pra fingir que a responsabilidade está só dentro das quatro linhas.

    Bate até uma nostalgia, não da violência em si, mas da postura mais firme de antigamente, quando a cobrança parecia alcançar todos os níveis do clube. Hoje, o que se vê muitas vezes é um “teatrinho”: nota oficial aqui, protesto controlado ali, enquanto quem realmente conduz o clube segue praticamente blindado.

    Cobrar jogador é válido, sim. Eles precisam entregar resultado. Mas isentar dirigentes é fechar os olhos para a raiz do problema. Se há caos, ele começa na gestão. E enquanto a pressão não subir para quem decide, dificilmente algo vai mudar de verdade.

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