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Valter Rodrigo Ekert


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Posts e comentários do Valter

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O maior problema do clube que precisar vender"

    há 1 semana

    Agora aparece a diferença entre clubes que têm saúde financeira e os que vivem apagando incêndio como é o nosso. No meio da temporada, o Corinthians precisa vender jogadores para fazer caixa, enquanto clubes organizados conseguem manter seus elencos e pensar no longo prazo.

    O problema é que um desmanche neste momento enfraquece o time justamente na fase mais decisiva da temporada, quando entram em jogo Copa do Brasil, Copa Libertadores e Campeonato Brasileiro Série A.

    Hoje, alguns jogadores aparecem como possíveis vendas para equilibrar as contas, como Bidon, André, Yuri e até o Matheusinho. Entre eles, acredito que quem faria menos falta seria o André, seguido do Bidon. O Yuri vem sendo muito questionado pela torcida, mas a realidade é que, sem contratações, ainda mais com o transfer ban, o Corinthians simplesmente não tem outro centroavante para cumprir a função dele.

    E para você, se pudesse vender somente um, quem seria?

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "André, vendo o lance"

    há 1 mês

    Pra mim quando ele foi dar o carrinho com a perna direita, o jogador do vasco joga o corpo para o lado direito para proteger a bola e o André chega encolher a perna esquerda, para não dar a tesoura que falaram que ele deu.

    Detalhe se ele recupera a bola no carrinho, seria reconhecido pela raça, como errou e foi expulso virou o vilão.

    A única coisa que precisa levar em consideração é que em jogos assim não precisa correr esse risco de tentar ser o herói e acabar virando o vilão.

    Mas concordo que ele não foi na maldade e sim apenas destabanado.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O problema de Dorival Jr."

    há 2 meses

    Não acho que os jogadores fizeram corpo mole para derrubar ele.

    Eu vejo que o principal problema do Dorival Jr. Foi não conseguir estabelecer um padrão de jogo consistente. Apesar das conquistas da Copa do Brasil e da Recopa, o time nunca conseguiu engatar três ou quatro partidas seguidas jogando bem.

    Esse tipo de perfil até funciona em competições de mata-mata, onde momentos pontuais podem decidir, mas é muito arriscado em pontos corridos. E quando você precisa disputar as duas frentes ao mesmo tempo, isso fica ainda mais evidente, ou o time desenvolve um modelo de jogo sólido, ou inevitavelmente vai oscilar e perder rendimento.

    Os exemplos recentes como Botafogo (2024) e Flamengo (2025), deixam isso claro. Times que conquistaram grandes títulos (Brasileiro e Libertadores) no mesmo ano, conseguiram manter um padrão bem definido. Isso permite que, mesmo com uma derrota ocasional, a equipe se recupere rapidamente, mantendo regularidade e competitividade ao longo da temporada.

    O Dorival teve tempo, pegou um time já montado, campeão paulista. E mesmo assim não conseguiu dar essa consistência ao time.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Principal motivo do Yuri ter perdido o gol"

    há 2 meses

    Eu pensei a mesma coisa! Facilitaria até um drible no goleiro, pois poderia driblar para qualquer lado.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Vocês ja acompanharam o jogo pelo portal Meu Timão vendo os comentários?"

    há 2 meses

    Ontem eu estava na faculdade, acompanhando meio por cima os lances do primeiro tempo pelo portal Meu Timão. De vez em quando, abria os comentários… e, sinceramente, é desesperador. Pela reação da galera, parece que ninguém presta, que tem que vender todo mundo, fechar as portas e começar do zero.

    Mas aí você vai assistir ao jogo de verdade e percebe que não é bem assim. A distância entre o que acontece em campo e o que dizem esses “comentaristas” emocionados é gigante.

    Quase morria do coração a cada 2 minutos kkkkk.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Gui Negão: de salvação em 2025 para um problema em 2026"

    há 2 meses

    Não é questão de querer queimar jogador da base, mas o Gui Negão já não vem entregando faz tempo. No jogo contra o Flamengo, mesmo com um jogador a mais, o Corinthians teve uma ótima oportunidade de aproveitar a vantagem, e o Dorival Júnior optou por colocá-lo em campo. Sinceramente, é difícil lembrar de uma participação efetiva dele no jogo, ele praticamente não apareceu. E quando teve a chance mais clara, acabou desperdiçando.

    O time precisa urgentemente de um centroavante mais confiável, seja para substituir ou até atuar junto com o Yuri Alberto, trazendo mais presença ofensiva.

    Sobre o Gui Negão, talvez o melhor caminho seja um empréstimo para um clube menor, onde ele possa ganhar minutos, confiança e evoluir. Porque, do jeito que está hoje, fica complicado defender a permanência dele como opção no elenco principal.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Carillon: entendam!"

    há 3 meses

    Diferença! Danilo se apresentava o tempo todo no ataque e fazia gols importantes para o Corinthians, enquanto o Carrilo, só sabe cadenciar a bola. Não estou dizendo que ele é um mau jogador e sim que o Zidanilo, além de cadenciar era muito, mas muito mais, decisivo para o time.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "No futebol, o topo é temporário: Corinthians e São Paulo provam como a má gestão muda tudo"

    há 3 meses

    Para perceber como a gestão pode mudar completamente o destino de um clube, basta olhar para alguns exemplos recentes do futebol brasileiro.

    O Corinthians, por exemplo, viveu um dos períodos mais vitoriosos de sua história entre 2011 e 2013. Nesse intervalo conquistou o Campeonato Brasileiro de 2011, a Copa Libertadores de 2012 e o Mundial de Clubes do mesmo ano, além da Recopa Sul-Americana em 2013. Naquele momento, o clube parecia estar muitos passos à frente de seus concorrentes em organização esportiva e competitividade. Porém, poucos anos depois, a realidade começou a mudar. O endividamento do clube cresceu progressivamente ao longo das gestões seguintes, passando de cerca de R$ 360 milhões em 2012 para mais de R$ 1 bilhão na década seguinte, chegando a cifras superiores a R$ 2,7 bilhões em 2025, refletindo problemas estruturais e decisões administrativas equivocadas ao longo do tempo.

    Ou seja, um clube que parecia modelo de sucesso esportivo acabou entrando em um ciclo de dificuldades financeiras e administrativas em pouco mais de uma década.

    O São Paulo viveu uma trajetória semelhante. Entre 2005 e 2008 o clube era frequentemente citado como exemplo de gestão no futebol brasileiro. Foi tricampeão brasileiro consecutivo (2006,2007 e 2008) e mantinha uma estrutura considerada referência, tanto dentro quanto fora de campo. Durante muitos anos o clube teve contas relativamente controladas e uma administração elogiada.

    Entretanto, com o passar dos anos, mudanças políticas internas, decisões financeiras arriscadas e aumento de despesas começaram a comprometer esse equilíbrio. Hoje o clube também enfrenta uma situação financeira delicada. A dívida já ultrapassou R$ 900 milhões, com crescimento significativo nos últimos anos e déficits operacionais elevados em algumas temporadas.

    Esses exemplos mostram algo importante sobre o futebol brasileiro. Nenhum clube está imune a ciclos administrativos. Uma boa gestão pode colocar uma equipe no topo durante anos, mas bastam algumas decisões erradas ou mudanças na direção para que toda a estrutura construída comece a se deteriorar.

    Por isso, quando observamos clubes como Palmeiras e Flamengo hoje que atualmente são considerados modelos de organização financeira e administrativa é sempre bom lembrar que esse cenário não é permanente. Dirigentes competentes podem estruturar uma instituição, reduzir dívidas e torná-la competitiva. Porém, quando a política interna volta a dominar as decisões e a gestão perde qualidade, os problemas aparecem rapidamente.

    A história recente do futebol brasileiro mostra que o sucesso de um clube depende menos de um momento esportivo e muito mais da continuidade de uma gestão responsável. Sem isso, até os maiores exemplos de organização podem, em poucos anos, se transformar em casos de crise administrativa e financeira.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Cuiabá foi eliminado pro Santa Catarina na Copa do Brasil"

    há 3 meses

    Por mim que nunca mais suba para a seria A, embora o clube não tem culpa de ter um presidente boca aberta, mas eu até gostava do Cuiabá, mas depois das declarações do seu presidente contra o Corinthians eu quero que o Cuiabá se exploda.

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  • Valter

    Valter postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Osmar Stabile e sua incompetência"

    há 3 meses

    Então quer dizer que a diretoria do Corinthians só percebeu que estava negociando o André por um valor muito abaixo do que ele vale depois que a torcida começou a questionar?

    Em que realidade essa turma está vivendo? Quem administra um clube do tamanho do Corinthians precisa ter noção clara do valor dos seus ativos antes de qualquer pressão externa. Se a avaliação só mudou após a reação da arquibancada, o problema é mais profundo do que parece.

    E o Marcelo Paz concordando com tudo isso? No mínimo, a situação gera desconfiança. Quando decisões estratégicas parecem ser revistas apenas por barulho externo, fica a sensação de que falta convicção ou transparência.

    Quando a gente começa a acreditar que o clube finalmente está dando um passo à frente, acontece algo assim e parece que voltamos duas casas no tabuleiro.

    É frustrante demais. Justo no momento em que surge a sensação de um início de organização e evolução, aparece uma decisão que desmonta a confiança e passa a impressão de retrocesso. Parece que estamos sempre reconstruindo o que acabou de começar a dar certo.

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