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Frieza e organização

Rodriguinho foi um dos destaques em campo no Pacaembu

Rodrigo Gazzanel /Agência Corinthians

Cara de Libertadores

Opinião de Marco Bello

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O empate com o Santos neste domingo deixa um saldo positivo na balança do Corinthians.

O técnico Fabio Carille, mesmo com todas as dificuldades impostas pelas saídas de alguns dos principais atletas de 2017 e a falta de reposição à altura, mostrou que conseguiu organizar a equipe.

O Corinthians foi frio. Dominou o primeiro tempo, soube controlar as ações ofensivas do rival e atacou da forma que mais gosta de fazer, com velocidade.

Poderia ter matado o jogo, mas o imprevisível aconteceu. A queda da energia tirou a concentração da equipe e o Santos voltou melhor após a paralisação.

Mesmo assim, o Timão ainda teve chance em lance de Jadson que a defesa do Santos tirou.

Depois, no abafa, o Santos apertou e conseguiu o gol de empate. Como jogava em casa com o estádio lotado, na base da euforia, poderia ter virado. E teria, não fosse um erro do juiz.

O resultado não muda a situação de nenhuma das equipes na competição. Aliás, qualquer resultado que fosse não mudaria nada. A primeira fase do Paulistão é feita para testes.

O que vale é a observação do jogo. O Santos foi desorganizado, mas valente. O Corinthians mostrou personalidade jogando contra um time sedento pela vitória. Mostrou maturidade.

Apesar do gol sofrido e dos últimos 15 minutos de sufoco, Carille pode comemorar a atuação.

Rodriguinho - pra mim o melhor em campo - Jadson, Gabriel, Renê Junior, Maycon, Fagner. Há vários motivos para comemorar.

Na Libertadores, haverá diversas partidas assim. Com o adversário apertando, atacando às vezes desorganizadamente.

E o time terá que ser como foi no Pacaembu. Frio.

Claro que ainda há o que evoluir e muito chão pela frente.

Mas saio do Pacaembu com a certeza que o time está em ótimo caminho.

Veja mais em: Libertadores da América e Campeonato Paulista .

Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.

Por Marco Bello

Marco Bello é jornalista, apresentador e repórter da Rede Transamérica de Rádio, setorista do Corinthians desde 2009

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  • Comentários mais curtidos

    Wilson Antunes #188

    Correto... Só que tem torcedor corinthiano que não enxerga dessa maneira, e pede a cabeça do técnico, de jogador e até da cozinheira.

  • Tatiane Prado #61

    Existe duas frentes, a que critica, e é imediatista e ingrata com o Carille,.e alguns ícones como Cássio/Jadson, E a outra que defende, mas que pode estar sendo serena demais, porque precisamos de mais desenvoltura ofensiva, e de fato o Romero poderia sair, ou até mesmo o Jadson... é uma questão interna, porque a principal preocupação do Carille é não perder a confiança desses atletas, porque se a maionese desanda, os velhos supostamente foram rifados, e o novos eventualmente que sentirem, causa o caos.
    Por isso cada movimento do Carille é muito estudado...porque pode ser irreversível...na relação entre ele e o atletas.

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  • Todos os comentários (119)

    Naco Nau #982

    Não é todo jogo que o Cássio sai mal do gol e nem o Jadson perde um gol feito. Paciência, mas acho que recuou demais no segundo tempo.

  • Bruno Santos #2.878

    Verdade

  • Carlos Belo #6.995

    Uma das coisas que me preocupa é a saída do Cássio nas bolas altas e a zaga que ainda bate cabeça nessas bolas cruzadas, temos que melhorar e muito o milionários tentou várias vezes, pq? Os times já perceberam isso

  • Felipe Ferreira #2.930

    Jogou bem. Equipe bem organizada, quase matou o jogo no segundo tempo. Acho que perdeu um pouco nas substituições. Jr. Dutra e Sheik não conseguiram manter o mesmo nível no ataque.

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