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Coluna do Walter Falceta
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Jô: a bola marota que definiu o confronto em Chapecó

Reprodução TV

Vitória com 'gol' de Leo Santos

Opinião de Walter Falceta

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1) Times vencedores são marcados pelo equilíbrio entre defesa e ataque. Talvez amargássemos nova derrota não fosse o pé salvador de Leo Santos em lance contra a meta de Cassio, aos 36 minutos do segundo tempo. Valeu como um gol. Obrigado, garoto! Desde os 12 anos de idade somando em nossas fileiras.

2) Jô parecia ainda fatigado, sem o mesmo ritmo que imprimiu à ação ofensiva no primeiro turno do Brasileirão. No entanto, tem vontade, foco e estrela. Sua bola estranha varou um funil estreito de centímetros na zaga alviverde e decretou a vitória que nos coloca 10 pontos à frente do vice-líder. Obrigado, rapaz!

3) Excelente partida de Fagner, seguro na defesa e efetivo no apoio ao ataque. Dos quatro da linha defensiva, era o único titular, consideradas as ausências de Balbuena, Pablo e Arana. Deu conta do recado.

4) Na esquerda, Moisés assustou a Fiel em diversas ocasiões. Atabalhoado, precisa apurar seu tempo de bola e calibrar o pé nas antecipações. Na segunda etapa, fez uma falta em Apodi que poderia ter modificado a história do jogo. Como era de se esperar, a Chapecoense concentrou suas apostas de ataque naquele setor. Excelentes as coberturas de Pedro Henrique nos erros do lateral.

5) Rodriguinho abusou de errar passes nesta quarta-feira. Mais uma vez, esteve longe daquele meia ligado e preciso que foi convocado por Tite para a Seleção Brasileira.

6) Consolidamos a liderança, mas o time ainda precisa evoluir. Corremos riscos e faltou inspiração criativa. Marquinhos Gabriel deixou a desejar, confuso na distribuição de bola e lento na recomposição. Clayson, em pouco tempo, rendeu mais que ele e fez a assistência para o gol de Jô.

7) Romero, que tanto elogiamos, não fez uma partida brilhante. Distribuiu carrinhos desnecessários e abusou dos passes errados. No entanto, confira lá, de quem é a bola em profundidade na gênese do tento corinthiano? Acertou, do nosso guerreiro paraguaio.

8) Beleza, a torcida da casa fez sua festa aos 26 do segundo tempo, conforme o roteiro. Mas foi um jogo de arquibancadas mornas e, em muitos momentos, silenciosas.

9) O desempenho do Corinthians fora de casa é espetacular. O aproveitamento é de 86,6% dos pontos disputados.

10) A ordem agora é manter a pegada e derrotar o Atlético Goianiense em Itaquera.

11) Nada de cantar título antes da hora. O corinthianismo não é feito de soberba, mas de muita garra, humildade e pé no chão. Vai, Corinthians!

Veja mais em: Léo Santos .

Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.

Por Walter Falceta

Walter Falceta Jr. é paulistano, jornalista, neto de Michelle Antonio Falcetta, pintor e músico do Bom Retiro que aderiu ao Time do Povo em 1910. É membro do Núcleo de Estudos do Corinthians (NECO).

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  • Comentários mais curtidos

    Carlos Oliver #29

    Voto com o relator! Léo : 2 jogos e dois gols (100% de aproveitamento)! Um feito e outro evitado...

  • Bruno Dionizio #226

    Orgulho desse menino ser da nossa base!

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  • Todos os comentários (36)

    Thiago Souza #1.067

    Mais do que tudo, o que vejo de melhor no Carille é sua coragem de usar os jogadores da base (se é por falta de grana não sei). Pedro Henrique, Leo Santos, Maicon e Pedrinho jogando muito. Vem aí o Carlinhos. O Leo Príncipe e o Moisés não comprometem. Com mais confiança, podem render muito mais. Esse foi o único ponto negativo do Tite. Exemplo: Não aproveitou o Marquinhos e agora o convoca como titular da sua seleção...

  • Robério Andrade #2.055

    O foco é primordial, cantar e entrar em estado de euforia faz parte da paixão do torcedor. Mas em esporte de resultados imprevisíveis. Concentração, humildade é respeito são ingredientes imprescindíveis para o sucesso.

  • Bruno Silva #2.872

    Pedro Henrique também jogou demais! Que dupla de zaga hein?

  • Bruno Lopreiato #3.637

    Concordo em 90% desta quase perfeita análise, deu gosto de ler...mas acho que pegou muito pesado com o Moisés, ele marcou bem o Wellington Paulista e fez o Eutrópio mudar a posição do cara no segundo tempo, e a falta que de fato poderia ter gerado o gol não foi falta, o Apodi deu um chutão na bola e se jogou do lado do Moisés, erro do árbitro que quase nos custou o jogo, mas o Reinaldo conseguiu ser fominha até na batida de falta graças a Deus!

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