Um time sem rosto, sem identidade e sem cara: um técnico urge no Corinthians!

Rodrigo Vessoni

Formado pela FIAM, trabalhou na Rádio Transamérica e, por 12 anos, no LANCE!. Neste momento, também é repórter da Rádio 9 de Julho, SP (AM 1600). Participa ainda, quando chamado, de programas na TV.

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Um time sem rosto, sem identidade e sem cara: um técnico urge no Corinthians!

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Um time sem rosto, sem identidade e sem cara: um técnico urge no Corinthians!

Corinthians é um time sem rosto, sem identidade, sem cara...

Foto: Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

Como o Corinthians joga? A equipe mais propõe o jogo ou é mais reativa? O Corinthians ataca melhor ou defender melhor? Qual jogador está com um nível acima de sua capacidade natural potencializado pelo esquema tático? Há algum jogador que o torcedor se identifique em campo, que o tenha como espelho?

As perguntas acima são difíceis de responder. E isso acontece porque o atual Corinthians não tem rosto, não tem identidade, não tem cara.

Boa parte da torcida pediu um Corinthians que jogasse mais, que fosse menos defensivo. A diretoria trouxe Tiago Nunes (corretamente), contratou Luan e Cantillo, Avelar virou zagueiro para sair jogando, Piton foi titular antes de Carlos Augusto porque era melhor ofensivamente, etc...

Mas e agora? O que fazer? Tiago Nunes não está mais lá, mas o jogadores permaneceram. Boa parte da torcida já quer de volta aquele Corinthians que não dava show, mas vendia caro a derrota pros adversários.

É nesse purgatório tático e organizacional que vive o Corinthians neste exato momento (vídeo abaixo é um exemplo dessa falta de consenso).

O empate sem gols com o Atlético-GO, que fez seu elenco com vários jogadores que eram segunda, terceira e quarta opções em outros clubes, mostrou que urge a chegada de um treinador no Corinthians.

Para ontem.

Alguém que tenha uma história no futebol, que tenha títulos no currículo, que dê minimamente uma identidade à equipe.

A diretoria precisa agir antes que seja tarde demais.

O ambiente na Neo Química Arena não existe. A Fiel não está na arquibancada para empurrar o time e para amedrontar o adversário que, com o silêncio em volta do gramado, joga cada vez mais à vontade em Itaquera.

E os jogadores? Bem, eles estão lá. E são eles que podem tirar o Corinthians dessa situação. Mas é preciso que eles se comportem como jogadores do Corinthians.

Ou seja, sejam acima de tudo competitivos. Jogar bem ou mal, isso é uma outra situação.

Jadson e Danilo aprenderam a ser corinthianos, só pra pegar dois exemplos de jogadores que tinham perfil para ser um Luan, mas entenderam o DNA do clube. E não foram.

Em tempo: Não há cobrança entre eles em campo. Eu estou indo à Neo Química Arena e sou prova viva disso. Os jogadores jogam calados, não se cobram, não se xingam. Apenas Cássio (lá de trás) e um pouco Ramiro, quando entra. E ninguém mais.

Alguém precisa despertar essa chama nos jogadores. Esse alguém será um novo comandante. Urge a chegada de um!

Veja mais em: Dyego Coelho, Diretoria do Corinthians, Campeonato Brasileiro e Andrés Sanchez.

Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.

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Por Rodrigo Vessoni

Formado pela FIAM, trabalhou na Rádio Transamérica e, por 12 anos, no LANCE!. Neste momento, também é repórter da Rádio 9 de Julho, SP (AM 1600). Participa ainda, quando chamado, de programas na TV.

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