A Titetologia e a Morte do Futebol Brasileiro

Fórum do Corinthians
Tópico popular Entenda as regras

Marcelo #9.943 @timaoimbativel em 07/07/2018 às 02:07

A eliminação da seleção brasileira em mais uma copa merece uma reflexão histórica que explique os sucessivos fracassos em copas desde 2002.

Está seleção de Tite, ainda que não tenha dado um vexame vergonhoso como a anterior, trouxe um fato que talvez seja outro tipo de vexame: É a seleção mais desfigurada de qualquer brasilidade futebolística de todos os tempos.

Mesmo as anteriores, com seus milionários moradores da Europa ou outros cantos do mundo, ainda guardavam um resquício de talento nato do brasileiro que está não mostrou. É toque para lá e para cá, sem inspiração e como todas as seleções da copa. Aderiu ao estilo de jogo hockey no gelo, onde os tacos são substituídos pelas pernas de pau. Até nosso goleiro Alisson parece ser um europeu de nascença.

Pois bem, o futebol brasileiro não morreu nesta copa, e nem foi Tite o responsável pela sua morte. Tite é apenas um subproduto do falecimento do querido esporte tupiniquim.

A morte do futebol brasileiro se iniciou na copa de 82 com a maldita eliminação para Itália e a interpretação dada após isso de que “futebol bonito não ganha jogo!”

Como o brasileiro tem o complexo de vira-latas genético, precisa de uma afirmação fantasiosa em vitórias da seleção de futebol, coisa que a rede globo soube aproveitar muito bem com seu mestre de ilusionismo Galvão Bueno. Assim, essa frase citada acima virou o mantra do futebol brasileiro e se sedimentou através das copas de 86 e 90 e teve seu último prego no caixão na copa de 94, quando Parreira e Zagalo conseguiram vencer nos pênaltis com uma seleção fortíssima defensivamente, mas que não conseguiu marcar gols suficientes na final.

A vitória na copa de 94 provocou no Brasil o nascimento de um fenômeno que enterrou o caixão do futebol brasileiro a muitos palmos do chão: O nascimento da casta de técnicos gaúchos dentre os quais se destacaram: Felipão, Celso Roth e o nosso querido Tite.

Esta casta inaugurou em solo tupiniquim o chamado futebol de resultados e os chamados TIMES COPEIROS, cujo significado era: TIMES QUE NÃO JOGAM E NÃO DEIXAM JOGAR.

O time do Grêmio que marcou a ascensão de Felipão na década de 90 era assim: Jogadores atletas, altos, fortes e que não sabiam driblar, chutar a gol ou ter criatividade. Este time fez sucesso na época e a escola gaúcha que ajudou a assassinar o futebol arte estava instalada.

Logo Felipão veio para o Palmeiras, logo surgiram os outros treinadores gaúchos e a peste dos times copeiros se espalhou com uma rapidez muito grande.

Aí muitos podem pensar: MAS EM 2002 FELIPÃO FOI CAMPEÃO DO MUNDO COM A SELEÇÃO.

Sim, mas foi campeão porque tinha um time de craques, que talvez tenha sido o último suspiro do já fantasmático futebol arte brasileiro, e que apesar de Felipão ganhou a copa.

De lá para cá é fato que o verdadeiro futebol brasileiro morreu e esqueceram de avisar aos desavisados.

Abaixo deste artigo eu coloco o link de um gol do volante Marciel pelo Corinthians e explico o porquê disso: Este volante estava estreando no Corinthians há uns dois anos atrás e fez esse golaço contra o Fluminense de PHA. Pois bem, em entrevistas posteriores a este jogo, este jogador disse que seus companheiros de treino davam bronca nele porque ele CORTAVA demais a bola. Ele disse isso, pois fez esse gol com um corte. Para quem sabe um pouco de futebol, corte é um pequeno tipo de drible. E os comandados de Tite davam bronca para quem quisesse fazer cortes. Está é a mentalidade de jogador de hockey no gelo imperante no futebol brasileiro: é proibido driblar, pois é humilhante para quem recebe o drible.

E Tite cinicamente perguntou em uma entrevista na copa para tentar proteger Neymar: É PECADO DRIBLAR? Sim, Tite, pela sua cartilha de décadas é pecado driblar. Basta ver o jogador Willian, que Tite escalou como titular na copa inteira: NÃO SABE DRIBLAR! É VELOZ, É FORTE, MAS NÃO SABE DRIBLAR!

A BURRICE DO TREINADOR gaúcho NÃO O DEIXA PERCEBER QUE O DRIBLE É UM RECURSO CLÁSSICO DO FUTEBOL PARA SE ACHAR ESPAÇO EM DEFESAS DE DUAS LINHAS DE QUATRO COMO A BÉLGICA FEZ CONTRA O Brasil.

O futuro do futebol brasileiro é tenebroso. O futebol arte pode se revirar no túmulo mil vezes que ninguém vai se importar: DIZEM QUE Tite GANHOU 10 milhões SÓ EM MERCHANDISE NA COPA, DIRIGINDO UM TIME DE MILIONÁRIOS.

QUEM SE IMPORTA COM O FUTEBOL ARTE?

https://youtube.com/watch?v=DDeIgDJ-XA4 Gol de Marciel, Corinthians 2 x 0 Fluminense - Brasileirão 02/09/2015 - YouTube Gol de Marciel, Corinthians 2 x 0 Fluminense - Brasileirão 02/09/2015 - YouTube Curta - https://www.fb.com/OsGolsHD Siga - https://twitter.com/OsGolsHD Corinthians 2 x 0 Fluminense - Brasileirão 02/09/2015 youtube.comyoutube.com

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Caio Seixas Pires #3.220 @caioseixas em 07/07/2018 às 03:33

Discordo de partes, de fato há uma descaracterização do futebol brasileiro, que olha para o Europeu com esse espirito de vira-lata e quer copiar esquecendo de olhar pra si. Mas nesse jogo o Brasil perdeu gols, e o goleiro belga estava inspirado, isso é fato. Dava pra ter virado a partida. Sobre Trocar passes, quando feito com objetividade, também abre espaço, e as vezes é muito mais eficaz do que dribles, pois em esquemas bem estruturados não bastar driblar um, por isso uma triangulação, ou atacar um lado com superioridade numérica é bem mais eficaz contra esses esquemas. O problema ao meu ver, que não só ocorreu nesta copa, está muito - mas não só, ligado ao fato dos técnicos BRASILEIROS quererem montar uma família com o elenco de jogadores, como se o técnico fosse o pai deles, como a tal família scolari. Isso não é exclusividade do Tite, todos os técnicos brasileiros não são técnicos, não são profissionais, não convocam os melhores naquele momento e não colocam os melhores em campo. O que fez o técnico da Bélgica pós jogo com o japão? Tirou o Carrasco, titular, e colocou Chadli que foi melhor. Tite era pra ter tirado o G. Jesus e William depois do primeiro jogo, mas essa mania desgraçada dos técnicos brasileiros de instalar uma espécie de culto, de religião, de família, impede com que façam as alterações que por vezes é bem óbvia. Por isso digo e repito, sou a favor de técnico Gringo na seleção, que vai tratar jogador como jogador, e não como filho ou Astro teen. E nem vai superproteger como se fosse uma criança. Além de dar uma atualizada tática aqui no Brasil, porque levar nó de ex-técnico do Everton (time inglês e bem mediano) é dose. Demorou um século para entender o que eles estavam fazendo.

O problema ao meu ver está muito mais ligado na formação dos jogadores brasileiros, que são tratados como astros, antes mesmo de ganharem um título ou de fazerem algo realmente significativo no profissional, e a mídia também tem forte influência nisso. Estamos formando jogadores comuns que são vestidos de craques. E o conservadorismo dos técnicos brasileiros, em relação a ousar, a dá uma de pardal mesmo, as vezes é preciso, e também a essa maldita cultura de querer formar uma grande família, por..ra escala quem tá melhor, é simples.

Alex C10 #657 @alx.c10 em 07/07/2018 às 10:24

Pois é, Dai vem nego achando que a próxima geração vai ser boa kkkkk, o risco de ser pior que essa é gigante e real, essa nova geração que tá vindo são extremamente malas se acham os pelés, e em jogos Medios - grande não se destacam, O pior está por vir.

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Corneta . #24 @cesinha77 em 09/07/2018 às 12:26

Oscilou, mas no início de 2015 antes de sairmos na Libertadores, jogou muito também. Ai desmanchou e depois acertou de novo...

Valério #1632 @valerio.de.oliveira. em 08/07/2018 às 22:53

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Apenas corrigindo, apartir do segundo turno pois o primeiro, foi no sofrivel, lembro até hoje o último jogo do primeiro turno contra o avai, foi horrivel, ganhamos numa sorte fora do normal...no resto, concordo plenamente.

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Jeb Cor #1.204 @jeb.cor em 09/07/2018 às 00:37

Bla, bla, bla todo campeonato que a seleção perde aparece esses estudos de caso, talento e habilidade os jogadores brasileiros tem, o Willian sabe driblar sim ele não faz firulas, o problema é que seleções inexpressivas estão crescendo em técnica e habilidade e com algo que temos deixado de lado, a dedicação e o jogo em equipe. A Bélgica por exemplo, tem jogadores no mesmo nível dos brasileiros só que todos jogam para o time atacando e defendendo, aqui criou-se a mentira que somente um jogador decide tudo e ganha a copa e esse ser magnifico tem privilégios e idolatria que mudam o foco e o seu propósito que é joga futebol. Nossos jogadores querem brilhar individualmente e não coletivamente, o Neymar quer fazer tudo só faltou jogar no gol, o Paulinho jogou praticamente de atacante deixou sua função original, Marcelo é só ataque e etc, quando nosso principal jogador de marcação não jogou foi um desastre.

Dois fatores que pra mim são os mais preocupantes, o controle emocional dos jogadores; o Coutinho errou passes de dois metros e a teimosia/superstição/covardia dos treinadores brasileiros; jogadores novos não jogam, são covardes e reativos as táticas de adversários e tem medo de peitar medalhões que não rendem para o time.

Dan Sales #508 @dan.sales em 08/07/2018 às 23:47

Tem muita bobagem no meio desse texto. Futebol evolui, diversos estudiosos estão sempre buscando formas diferentes de jogar, para surpreender os adversários e encontrar meios mais eficientes de chegar ao objetivo do jogo e de impedir os adversários de fazer o mesmo. O Brasil já aprendeu a duras penas que depender apenas de talento natural é insuficiente para jogar contra adversários cada vez mais bem treinados, além de cada vez mais fortes física e tecnicamente, ou seja, o talento natural também acaba aparecendo muito mais onde sabem lapidá-lo e aproveitá-lo. Aquele futebol de talento 'extremo' só aparecia porque poucos sabiam se proteger contra ele. O futebol melhorou, pasme...

Richard King #413 @richard.king em 08/07/2018 às 23:29

Tite errou ao manter Paulinho sem função e Gabriel Jesus inócuo. Se Renato Augusto estivesse em campo ele levaria bola aos meias e não Casemiro e Thiago Silva ou Neymar e Coutinho vindo aqui atrás buscá-la além de tirar o peso morto do Paulinho. G. Jesus também foi transformado num Romero, marca e não ataca. Sem contar que com um meio tão habilidoso e rápido, Neymar, Coutinho e William, mais um móvel não adianta. Precisaria alguém mais de área. Tanto que Firmino fez mais nos poucos minutos que teve do que G. Jesus. William ficou isolado. Pegava a bola e se via sozinho. Fagner ficava para o Marcelo ser ponta. Tirouno efeito surpresa. Devia alternar as subidas dos laterais. Quando estávamos perdendo devia ter ousado mais. Colocar D. Costa junto do William. Resumindo: Tite cagouu no pauu. Mas para o que temos hoje é deixá-lo lá

Valério De Oliveira Modesto #1.632 @valerio.de.oliveira. em 08/07/2018 às 23:08

ótimo tópico, o autor e os comentários foram bons, infelizmente é a realidade do futebol brasileiro...e não é só um problema mas sim, vários mas vários fatores, de tudo que é modo...jogadores mimados só pensando em Europa e não ligando para clube, mania de se 'achar' mesmo na base, empresários mandando em clubes, lei Pelé totalmente errada, clubes sendo barriga de aluguel, base preferindo jogadores rápidos e fortes, talentos já era pois não vai vingar para vender para o exterior, clubes sem condições de tratar a base como deve ser; por ganância, corrupção, barriga de aluguel, profissionais errados para avaliarem, más gestões dos clubes e só pensando em si e não no bem geral, campeonatos com deficiencia no calendário, técnicos bundões formando famílias e com medo de jogadores ficarem com bico e reclamar com o empresário, medo de técnico em perder cargo e só ficando na retranca, técnicos fazendo esquema tático não baseando nos jogadores que tem, tirando o melhor mas sim, em número tático...como este maldito 4-1-4-1 fazendo atacante marcar lateral e chegar morto no ataque, quando der...foi bom ver o hazard na ponta esquerda sem precisar voltar e fazer o Fagner ficar preso...isso deve ter irritado a grande maioria dos técnicos do br...fora outras coisas, cancei de escrever...ehehehhehehe ah...jogadores que não treinam mais faltas, cruzamentos, etc, etc...e quando tem um que queira, vem lá o departamente médico e fala para parar para não machucar...meu Deus... Não temos mais batedores de falta e nem escanteio como antigamente...

Valério De Oliveira Modesto #1.632 @valerio.de.oliveira. em 08/07/2018 às 22:53

Apenas corrigindo, apartir do segundo turno pois o primeiro, foi no sofrivel, lembro até hoje o último jogo do primeiro turno contra o avai, foi horrivel, ganhamos numa sorte fora do normal...no resto, concordo plenamente.

Corneta #24 @cesinha77 em 07/07/2018 às 10:53

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Você sintetizou bem. Tanto que eu chamo o futebol do país de futebol gaúcho.

Tite é campeonissimo conosco? Sim. Mas qual time dele jogou bola de verdade? Apenas o de 2015, o que lhe valeu a seleção.

De resto é joguinho meia boca e eficiência. Carille? Mesma coisa.

É bom. Mas é ruim. Se é que me entendem...

Lucascris Franco #887 @lucas.cris.franco em 08/07/2018 às 14:02

O fe71pão em 2002 tínha 4 jogadores que foram melhores do mundo e ainda roberto carlos que vira mexe estava entre os 3 melhores todos os anos...

Felipe Vieira P Da Silva #3.406 @felipe.vieira.p.da.s em 08/07/2018 às 13:35

Afff... Oportunista de plantão

Anisio Molim #95 @amoamolim em 08/07/2018 às 11:25

Em primeiro lugar, quero parabenizar a sua lucidez sobre o futebol brasileiro.

Em segundo, essa escola gaúcha vem do Capitão Froner, Um milico que se meteu a ser técnico de futebol com a única e exclusiva tática, de se defender para não perder e se der marca-se um gol e depois defendemos a pátria com unhas e dentes. Esses elementos citados por você desses treineiros, que no Sul do país, o futebol era bem alemão e italiano, aliás, as duas maiores origens desse local (nazismo e fascismo, teria algum coisa a ver? Deixa pra lá, vamos continuar com o futebol).

Ainda bem que chegaram Rubens Mineli no Inter e Enio Andrade no Grêmio, para modificar essas coisas, mas, nem tudo era luz, pois, anos depois, como você bem disse, vieram Tite, roth, e felipão. Você só esqueceu do mano, mas, isso não vem ao caso.

Quero lhe agradecer em primeiro lugar e depois dizer a você que eu tive arranca rabos dos mais ofensivos quando disse isso aqui em plena fase áurea do Titetolitarismo corintiano. Dizia eu, que esse cara junto com mano menezes, iriam enterrar as características de um time do povo, que por mais que tivesse times horríveis tecnicamente, nunca se subjugou a nenhum time,. Como esses dois tacanhos e obtusos, mano e Tite, fazer o Corinthians jogar como time covarde, se defendendo com 10 jogadores de linha, atrás da linha de meio campo e da bola.

Inventaram que eles colocaram um forma de jogar no Corinthians e que isso é padrão histórico do clube. Time de raça. Como se defensivismo fosse sinônimo de raça. E querem menosprezar a inteligência de pessoas que assisti o Corinthians desde 1955, como no meu caso.

Em terceiro lugar a seu paralelo é perfeito sobre o hochey em alusão ao futebol. Toca, toca, toca, e nada acontece.

A seleção da Holanda em 1974/78 tacava a bola e ela passava pelo time todo, deixava os adversários tontos, mas, tinham objetivos definitivos e fatais.

Em 1982, com Telê Santana, o time dava de 4/5 toques na bola e já estavam lá pra finalizar. Aliás, o fio da meada do futebol moderno que Guardiola conseguiu recuperar, foram desses dois meomento do futebol mundial 1974/1892. Apenas observações.

Suas linhas gerais sobre 94 de zagalo e parreira, são pertinentes, que foi a copa que eu não consegui assistir aos jogos da 'seleção' por completo, pois, dava sono e ódio, mais ou menos o sentimento que tenho quando vejo o Corinthians de hoje com a griffe desses enterradores do futebol.

Em 2002, concordo plenamente com você. Foi a união de 3 jogadores fora de série (os 3 Rs e ainda no banco Capetinha, Juninho Pernambucano e Luizão), que ganhou a copa, os demais só faziam o serviço sujo, ao gosto de felipão. Pois, achar que Edmilson e Kleberson (no banco Juninho Pernambucano, que absurdo), eram jogadores de seleção, é puro pachequismo exacerbado como o de hoje.

E por fim, tenho dito aqui, que dado ao nível de futebol que se jogou nessa copa, os Guardiolas da vida, serão enxotados e vilipendiados em seus caráteres e personalidade, e subirão ao pantheon da glória, os titenics, os Joachim Löws, os Carilles e demais alinhados ao estilo covarde de se jogar futebol, onde 10 atrás da linha da bola, é o esquema tático a ser seguido.

E que para isso possa dar ibope, será preciso diminuir mais ainda o campo, deixar com uns 65 metros de comprimento e uns 35 de largura, porque hoje, os times que jogam assim, chegam aos 25 do segundo tempo, principalmente aqueles que tem função de ataque (quando isso existe evidentemente), já estão com a língua de fora.

A Croácia foi um exemplo disso ontem contra a Russia e que quase perde o jogo. Toca, toca, toca, e nada de efetividade.

Em pensar que Sócrates lá pelos idos de 1983/84, disse que o futebol para ser mais vistoso e espetacular, deveria-se reduzir para 10 jogadores, porque ele já estava sentindo falta de espaço, com campos de + de 120 metros de comprimento, e quase 80 mts de largura, como havia muitos aqui no Brasil.

Fizeram ao contrário, diminuíram para que o talento não se movimentasse como é preciso.

Outra Lembrança. Pelé bateu o recorde Sul-americano dos 100 mts rasos por várias vezes, em sua época. Hoje seria impossível, pois, se arrebentaria no muro, por não ter espaço de frenagem. Coitado do Pelé. Kkkkkk.

Resumo da ópera: sigo o relator e parabenizo mais uma vez, pelo discernimento e percepção do que foi, do que é, e do que será do futebol, que era alegre, vibrante, espetacular, do povo, e hoje não passa de uma mera lembrança do que era o esporte, graças a esses enterradores do futebol, dirigentes, técnicos e hoje a crescente produção de neymalas da vida, que confundem Oscar da academia de cinema, com Bola de Ouro.

Freddy Krueger "mito" #3 @kruege em 07/07/2018 às 20:58

A Bélgica teve outras chance de matar o jogo.

As chances do Brasil foi devido o recuo da Bélgica. E mesmo assim foi quase nos 16 minutos finais do jogo