Gobbi fala em "resguardar direitos" dos presos em papo com ministros

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Gobbi fala em "resguardar direitos" dos presos em papo com ministros

Gobbi fala em "resguardar direitos" dos presos em papo com ministros

O site oficial do Corinthians confirmou que o presidente do clube, Mário Gobbi, vai a Brasília encontrar-se com os ministros da Justiça e das Relações Exteriores. Nas conversas com José Eduardo Cardozo e Antônio Patriota, respectivamente, o cartola promete pedir respeito ao direito de defesa dos 12 corintianos que seguem presos na Bolívia.

'O objetivo dos encontros é resguardar o direito a ampla defesa do cidadão brasileiro, que consta no artigo 5 da nossa Constituição e na Declaração Universal de Direitos Humanos?, disse o presidente ao site do clube.

As reuniões já estavam marcadas desde o início da semana passada, mas foram adiadas para esta quarta. Segundo o Corinthians, Gobbi vai se encontrar com José Eduardo Cardozo às 16h30 e, na sequência, às 18h, falará com Antônio Patriota.

A ideia do cartola é discutir a situação dos cidadãos detidos em Oruro, na Bolívia. Os 12 torcedores organizados estão presos desde o fim de fevereiro, quando o jovem Kevin Espada, de apenas 14 anos, morreu atingido por um sinalizador de navio atirado por corintianos que assistiam à partida entre San Jose e o clube do Parque São Jorge, pela rodada inicial da Copa Libertadores.

O grupo foi detido pela polícia boliviana e responde pelo incidente. O Corinthians, em seu site oficial, diz que eles vivem em 'situação precária e perigosa'. Há duas semanas, a revista IstoÉ fez uma matéria sobre a situação dos torcedores e relatou que eles teriam sido expostos a um frio intenso como forma de tortura.

'Como cidadãos, independentemente de serem brasileiros e corinthianos, os presos têm os seus direitos violados, além de serem mantidos em situação precária e perigosa. Como presidente do Corinthians e cidadão brasileiro, vou trabalhar para defendê-los', disse Mário Gobbi.

No último fim de semana, o presidente já havia desabafado sobre a situação. 'Quero saber dos 12 presos. Quem é o culpado pela morte de Kevin? Como é que você vai manter alguém preso sem prova, isso é uma coisa de louco. A nojeira é muito grande. Eu não durmo de saber dessa brutalidade, que é maior que a morte do Kevin. Querem pagar a morte dele com essa brutalidade, torturando, sequestrando, mantendo presos', disse Gobbi após a vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo.

A postura indignada destoa da cautela adotada inicialmente pelo clube. A mudança se deve ao fim do julgamento esportivo ao qual o Corinthians foi submetido à morte de Kevin. Antes de cogitar intervir em nome dos 12 presos de Oruro, a diretoria temia sofrer algum tipo de consequência pela postura. Com essa chance descartada, decidiu agir neste sentido.

Fonte: Terceiro Tempo

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