Volante tem queda de rendimento em desarmes no Brasileirão

Volante tem queda de rendimento em desarmes no Brasileirão

Por Meu Timão

Neste Brasileirão, Ralf tem média de 1,66 desarmes por partida, a menor média desde sua chegada ao clube

Neste Brasileirão, Ralf tem média de 1,66 desarmes por partida, a menor média desde sua chegada ao clube

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O volante Ralf não vive um dos seus melhores momentos no Corinthians. Contratado em 2010 e titular incontestável desde então, o volante já está há duas rodadas como opção no banco de reservas do técnico Tite. Além disso, seu nome vem sendo cogitado em um dos principais rivais do Timão somado a possibilidade de uma não renovação do seu contrato.

Em meio a tudo isso, o jogador vem sofrendo uma queda de rendimento considerável nas últimas temporadas em um dos seus principais fundamentos dentro de campo: o desarme. No ano seguinte a sua contratação, em 2011, quando foi campeão Brasileiro com o Corinthians, Ralf fez uma média de 4,15 desarmes por jogo - um total de 158 no campeonato.

No ano seguinte, a média caiu para 2,86 em um total de 109 roubadas de bola no Brasileirão de 2012. Sua eficiência, no entanto, não foi questionada, já que o volante foi uma das principais peças da conquista de dois dos títulos mais importantes do Corinthians, a Libertadores da América e o Mundial de Clubes.

Em 2013, seu desempenho melhorou e Ralf desarmou cerca de 3,97 vezes por jogo, num total de 151 naquela edição do Brasileirão. De lá para cá, porém, o volante tem tido uma queda considerável. Em 2014, a média foi a mais baixa desde sua chega ao clube: 2,26 desarmes por jogo, em um total de 86.

Na edição atual, que até o momento foram disputadas apenas seis rodadas do Brasileiro, Ralf já possui uma média ainda menor. Ele realizou apenas dez roubadas de bola, o que leva a sua média para 1,66.

Porém, mesmo com a queda de rendimento no quesito desarme, Ralf continua sendo peça fundamental para o Timão. Com o volante em campo, o Corinthians tem melhor desempenho desde que se firmou no time. Em 2011, a diferença de aproveitamento com ele era de 11% (com 63% e sem 52%). No ano de 2012, a diferença aumentou para vistosos 23% (com 66% e sem 43%). Porém, a partir de 2013, essa diferença de desempenho com e sem Ralf, começou a despencar, foi para 3% (com 53% e sem 50%) em 2013, 3% (com 60% e sem 57%) em 2014, até chegar nos dias atuais com apenas 2% (com 69% e sem 67%).

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