Com Vilson à disposição, Cristóvão rende elogios a Pedro Henrique

Com Vilson à disposição, Cristóvão rende elogios a Pedro Henrique

Pedro Henrique e Vilson concorrem ao posto de companheiro de Fabián Balbuena contra o Flamengo

Pedro Henrique e Vilson concorrem ao posto de companheiro de Fabián Balbuena contra o Flamengo

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Cristóvão Borges tem ao menos duas dúvidas na escalação do Corinthians que enfrentará o Flamengo. Uma delas diz respeito à dupla de zaga do Timão: manter o jovem Pedro Henrique na equipe titular ou optar por Vilson, liberado pelo departamento médico. Em entrevista coletiva, o treinador rendeu elogios ao defensor de 20 anos e manteve o mistério.

“Pedro Henrique participou bem das partidas em que esteve presente. Se o Vilson se recuperar, estiver em igualdade de condição, vamos decidir quem joga”, afirmou Cristóvão Borges, que conversou com a imprensa presente no centro de treinamento alvinegro ao lado do presidente Roberto de Andrade.

Vilson trabalhou com bola normalmente nesta sexta-feira ao lado dos jogadores que não atuaram na vitória por 2 a 0 sobre o América-MG, na noite de quarta-feira, na Arena Independência. O estado físico do atleta durante o treino marcado para a manhã de sábado será determinante para seu retorno ao time, segundo Cristóvão.

“Vilson participou do treino hoje (sexta-feira), vamos esperar a reação dele. Estando bem, vou decidir entre os dois. Temos dois jogadores do mesmo nível”, destacou o comandante.

Vice-líder do Brasileirão, o Corinthians encara o Flamengo no próximo domingo, às 16h (de Brasília), na Arena, pela 13ª rodada do Brasileirão. Apesar da série de problemas no setor responsável por evitar os gols adversários, o atual campeão nacional é dono da melhor defesa da Série A – foram dez gols sofridos em 12 jogos.

Para Cristóvão, o desempenho dos beques corinthianos é acrescido à postura do Timão, acostumado a jogar compactado e com linhas próximas. “Quando se fala muito em defesa, por exemplo, a defesa menos vazada, é porque o time defende bem. A equipe tem que saber defender bem, e nós sabemos defender bem. Jogo do Atlético-MG tivemos 20 minutos de pressão, com jogadores de grande movimentação e grande velocidade. O Cássio não pegou uma bola difícil”, recordou.

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