Feliz, Marlone relembra reserva e brinca sobre apoio da torcida

Feliz, Marlone relembra reserva e brinca sobre apoio da torcida

Marlone treinou nesta quarta-feira e concedeu entrevista coletiva

Marlone treinou nesta quarta-feira e concedeu entrevista coletiva

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Autor do gol que abriu caminho para a virada do Corinthians sobre o Vitória, Marlone ainda tenta absorver o momento de felicidade. O camisa 8, “xodó” da torcida alvinegra durante o primeiro turno do Campeonato Brasileiro, deve ganhar a condição de titular diante da Ponte Preta, sábado, às 16h (de Brasília), em Campinas.

Em entrevista coletiva, Marlone falou sobre a boa fase atravessada por ele no Timão e o reconhecimento não só dos torcedores, mas da comissão técnica. “A gente fica feliz de ouvir o reconhecimento do professor Cristóvão, por ter aproveitado minha chance, ter entrado bem com os companheiros”, iniciou o meia-atacante em entrevista coletiva.

Ex-Fluminense, Marlone chegou ao Corinthians no início de 2016 e, apesar da moral elevada pelo bom campeonato que fez na temporada passada, não ganhou sequência de jogos. O fato de ser preterido por Tite, hoje na Seleção Brasileira, e Cristóvão Borges, sucessor do técnico hexacampeão, o armador manteve o foco no Parque São Jorge.

“Independente disso, das propostas, meu foco sempre foi o Corinthians. Sempre deixei bem claro, nunca critiquei, respeito o professor Cristóvão, ele tem toda a sabedoria de quem estava melhor no momento. Sempre coloquei na cabeça que quando ele me acionasse eu tinha que ir bem, ir além do melhor e aproveitar. Eu fazia isso nos treinos para fluir”, frisou o camisa 8, que pediu pés nos chão.

“Torcedor é emoção, quer resultado. Eu encarei isso com sabedoria, eu posso ir amanhã mal, podem me vaiar também, pretendo a cada dia evoluir e ir bem no Corinthians”.

Entre uma resposta e outra, Marlone destacou o apoio da Fiel em torno de seu futebol. O jogador, inclusive, tratou o assunto com bom humor. “Sei lá (por que gostam de mim). É capaz de nego achar que estou até pagando torcida para gritar meu nome (risos). Não sei de onde surgiu, é impactante mesmo. Não fiz nada, não sou nada, tenho nem palavra para falar. Quero é trabalhar e ajudar o time a fazer um grande trabalho”, brincou.

“Como falei em outra entrevista, geralmente a torcida grita o nome de quem tem identificação com o clube. E eu que não sou nada, chegando agora ao clube, pretendo fazer história, mas surpreende. Sou tranquilo, não me acho melhor que ninguém, quero trabalhar para ajudar o time”, concluiu.

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