Com fim do Chapão em destaque, Timão marca assembleia para confirmar mudanças no estatuto

Com fim do Chapão em destaque, Timão marca assembleia para confirmar mudanças no estatuto

Por Meu Timão

A reunião com os associados irá acontecer no Parque São Jorge, sede social do Timão

A reunião com os associados irá acontecer no Parque São Jorge, sede social do Timão

Foto: Divulgação

Após o anúncio do fim do Chapão, o Corinthians comunicou nesta sexta-feira, a realização de uma Assembleia Geral Extraordinária com os associados do clube para a confirmação de mudanças no Estatuto Social do Timão. A reunião acontece no dia 22 de outubro, a partir das 9h, no Miniginásio do Parque São Jorge, sede social do time alvinegro.

A assembleia põe em aprovação o novo sistema de formação do Conselho Deliberativo, que abandona o sistema do Chapão para a composição das 200 vagas no conselho e assume o esquema de “mini-chapas”, com 25 conselheiros se candidatando e as dez primeiras assumindo – as oito mais votadas empossam, enquanto as outras duas ficam como suplentes. Além disso, a reunião com os associados busca a confirmação de outros artigos do estatuto do clube.

Fica posto em xeque, que os associados que não efetuarem o pagamento da mensalidade requerida só poderão votar ou ser votados após cinco anos de seu retorno ao clube. Mudanças também aparecem no que pode caracterizar um associados como inelegível: caso o mesmo tenha sido condenado pela Justiça por crimes que não sejam definidos por lei como de menor potencial, só poderá se candidatar à cargos no Conselho Deliberativo após oito anos de afastamento.

A posse dos diretores e conselheiros eleitos também será alterada e acontecerá no primeiro dia útil do ano, e os antecessores deverão informar os recém-eleitos sobre a situação do clube prontamente. A exceção aparece na próxima eleição, que ocorre na primeira quinzena de fevereiro de 2018, com o fim do mandado dos atuais conselheiros e diretores, e terá posse imediata. A partir de 2020, as eleições acontecerão em novembro.

É incluída também a garantia de atletas com direito de voto no Corinthians, caso os mesmos preencham as exigências previstas no Estatuto Social do clube. Outra inclusão na inelegibilidade na concorrência por cargos no Timão, que além de não permitir a reeleição para a mesma função, tira do Presidente da Diretoria a possibilidade de se candidatar a qualquer na próxima eleição do clube. Outra mudança é no nome do cargo de Diretor de Relações Internacionais, que passa a ser denominado como Diretor de Relações Institucionais.

Sob aprovação na Assembleia Geral, também está o afastamento de dez anos para administradores julgados pela própria assembleia como gestão irregular. Outra inserção está na imposição de que a Comissão Eleitoral do clube só deverá ser nomeada até 6 meses antes das eleições, onde cinco conselheiros, nomeados pelo Presidente do Conselho, designarão entre si o seu candidato à presidência sobre uma maioria de votos simples.

A duas últimas alterações propostas estão na imposição da votação sobre sistema eletrônico, caso seja operacionalmente possível, e na especificação que a Diretoria só poderá antecipar ou comprometer apenas 30% das receitas referentes ao seu primeiro ano do próximo mandato.

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