Ex-diretor do Corinthians relembra episódio no Uruguai para mandar recado a rival

Ex-diretor do Corinthians relembra episódio no Uruguai para mandar recado a rival

Por Meu Timão

Rosenberg (à esq.) e Mario Gobbi, ex-presidente, durante evento de apresentação da Caixa em 2012

Rosenberg (à esq.) e Mario Gobbi, ex-presidente, durante evento de apresentação da Caixa em 2012

Foto: Daniel Augusto Jr./Ag.Corinthians

Luis Paulo Rosenberg teve papel fundamental na gestão e reconstrução do Corinthians entre 2007 e 2012. Durante o período, o economista foi vice-presidente e diretor de marketing do Timão, que se tornou potência no país e passou da Série B ao bicampeonato mundial de clubes. Por isso, tem gabarito para comentar as mais diversas situações acerca do futebol brasileiro, entre elas a relação do rival Palmeiras com um de seus patrocinadores.

Para o ex-mandatário corinthiano, que, aliás, está perto de retornar ao comando do Timão, a equipe da Barra Funda peca no tratamento dado à empresa de crédito pessoal Crefisa, cuja dona, Leila Pereira, entrou em atrito com o ex-presidente da agremiação Paulo Nobre após o mesmo ter pedido a impugnação de sua candidatura ao conselho.

“Eu estava comentando com o Andrés (Sanchez, ex-presidente do Corinthians) nessas negociações (de voltar ao clube) um fato interessante. Vocês (imprensa) estão acompanhando essa briga (do Palmeiras) com a patrocinadora porque ela seria ou não seria a sócia. Com tudo o que ela faz, ainda tem repulsa dentro do clube”, iniciou, à Rádio Bradesco Esportes, Rosenberg, que recordou uma história para lá de inusitada no Uruguai.

“Eu me lembro um jogo da Libertadores que nós fomos fazer no Uruguai, em um estádio velho, caindo aos pedaços. Nós tínhamos uma cabinezinha de quatro pessoas, tava chovendo há dez dias e não parava, e nosso patrocinador, a Neo Química, aparece no dia do jogo com quatro donos das maiores farmácias que tem no Brasil”, lembrou o ex-diretor de marketing.

Olhamos um para o outro, eu, o Andrés (Sanchez) e o Mário Gobbi, pegamos uma capa e fomos sentar lá com os manos. Demos o camarote para os donos das farmácias. É assim que se trata um patrocinador, por isso tínhamos esse relacionamento”, afirmou Luis Paulo.

A acidez de Rosenberg não parou no Palmeiras. Torcedor assumido do Corinthians, o cartola opinou ainda a respeito da contratação por parte do São Paulo do ex-goleiro e agora técnico Rogério Ceni

Veja mais em: Diretoria do Corinthians e Andrés Sanchez.

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