Campeão em sua despedida do Corinthians, Castán recorda dia inesquecível

Campeão em sua despedida do Corinthians, Castán recorda dia inesquecível

Por Meu Timão

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Castán foi um dos melhores jogadores do Corinthians no título da Libertadores

Castán foi um dos melhores jogadores do Corinthians no título da Libertadores

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Há exatos cinco anos o Corinthians se sagrava campeão continental com dois gols de Emerson. Apesar da decisiva atuação do atacante, a solidez defensiva do time de 2012 foi essencial para a conquista da Libertadores daquele ano. Para Leandro Castán, importantíssimo no setor, o dia também marcou sua despedida do Timão.

"Foi um dia inesquecível para mim. Foi o mais especial, pois eu já sabia que seria meu último jogo. Lembrar até me arrepia. Dei tudo de mim naquela final. Era o jogo para eu deixar meu nome marcado na história. Desde que eu cheguei no Corinthians, só ouvia falar em Libertadores. Todo mundo sentia essa pressão e tinha receio de jogar a competição. A gente sabia que estava muito próximo (de conquistar)", relembrou o ex-camisa 4 alvinegro em entrevista ao site oficial do Corinthians.

"O clima daquela quarta-feira não dá para descrever. Foi algo que nunca mais senti no futebol. Eu me lembro bem da chegada no Pacaembu. O Tite sempre colocava uma música quando estava chegando perto do estádio que era ‘A Amizade é Tudo’. Eu fiquei muito emocionado porque sabia que seria a última vez que eu jogaria com aqueles caras. Fábio Santos que estava sempre comigo falou que eu tinha que ir embora como campeão" completou.

Assim como Emerson Sheik, Castán destacou a tranquilidade do elenco para a partida. Para ele, a trajetória corinthiana e o futebol apresentado pela equipe de Tite davam a enorme confiança de que o título viria. Era improvável perder o título naquela final.

"Apesar de toda a ansiedade, aquele foi o jogo que joguei mais tranquilo porque eu sabia que a gente seria campeão. Não tinha como o Boca Juniors tirar o título de nós. O Boca era uma grande equipe, mas não era melhor que a nossa. Quando subi no campo e vi aquela festa, eu pensei: ‘não tem como’. Lembro que o Santiago Silva era o centroavante deles e falei para mim mesmo que naquele jogo ele não tocaria na bola", afirmou.

Querido pela torcida, o defensor tem sido constantemente ligado a um retorno ao clube. Enquanto as negociações não são concluídas, ele segue na Roma, da Itália, e, apesar da distância, nunca é esquece da final. Por isso, como todo torcedor do Corinthians, hora ou outra a revê para matar a saudade.

"Já revi o jogo umas quatro vezes. Toda vez que o Emerson faz o gol, eu agradeço a ele. Fazer dois gols na final foi demais. Ele tem estrela. Sempre que revejo o jogo, gosto de prestar atenção aos mínimos detalhes, me arrepia e eu fico emocionado", finalizou.

Veja mais em: Ex-jogadores do Corinthians e Libertadores da América.

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