Roberto de Andrade nega recusa de técnicos e aposta em 'carreira longa' de Carille no Corinthians

Roberto de Andrade nega recusa de técnicos e aposta em 'carreira longa' de Carille no Corinthians

Por Meu Timão

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Roberto de Andrade deu explicações sobre dança de técnicos anterior a Carille

Roberto de Andrade deu explicações sobre dança de técnicos anterior a Carille

Foto: Rodrigo Vessoni/Meu Timão

O sucesso de Fábio Carille à frente do Corinthians parecia algo bastante distante há um ano. Roberto de Andrade que o diga. Autoridade máxima no clube desde fevereiro de 2015, o presidente deu aval e acabou protagonizando uma dança de técnicos no Timão antes de enfim "dar o braço a torcer" ao então auxiliar-técnico - que hoje tem tudo para desfrutar de uma "carreira longa" no CT Joaquim Grava.

Em entrevista concedida nesta sexta-feira ao programa Jogo Aberto, da TV Bandeirantes, Roberto de Andrade foi questionado sobre o conturbado ano de 2016 do Corinthians no que diz respeito a treinadores. Em dezembro, antes de efetivar Carille, o Timão teria tentado as contratações Sylvinho, Guto Ferreira, Dorival Júnior, Rueda...

"Jamais alguém vai falar não para o Corinthians. Jogador, treinador, o que for. Eles largam o que tiver fazendo. O Guto Ferreira nunca foi chamado. O único que chamei foi o Sylvinho, que não tinha como se transferir por causa do momento de vida. Quem não quer ser treinador do Corinthians? Todo mundo aceita pensando que vai dar certo", declarou.

"Com a recusa do Sylvinho, já está praticamente definido (o Carille)", acrescentou.

Antes disso, no meio daquele ano, quando Tite trocara o Corinthians pela Seleção Brasileira, Roberto de Andrade acatou uma sugestão de Andrés Sanchez e assinou contrato com Cristóvão Borges. Na sequência, colocou Carille como interino até dezembro. Antes do fim de tal prazo, no entanto, anunciou a contratação de Oswaldo de Andrade.

"No momento que o Tite saiu, o nome do Cristóvão surgiu e todo mundo gostou. Dentro do futebol, eu não escalo, não peço para colocar jogador. Meu papel é manter o melhor ambiente para todo mundo trabalhar. Divido as minhas obrigações. Todos concordaram com o nome do Cristóvão", disse.

"O time oscilou bastante e resolvemos mudar. A gente já sabia que o Carille era competente. A única coisa que eu pedi ao Cristóvão e ao Oswaldo é que ouvissem o Carille", completou.

Por fim, Roberto de Andrade falou sobre a perspectiva de ver Carille por muitos e muitos anos seguidos à frente do Corinthians. Mesmo que não seja mais o presidente (próximo pleito está marcado para fevereiro de 2018), o atual mandatário aposto na continuidade à lá Tite de Fábio Carille no Timão.

"Acho que nem ele esperava isso. Ninguém esperava. Mas ninguém duvidava da capacidade. Que daria resultado, daria, mas não com tanto imediatismo", comentou.

"Nós já fizemos isso na chegada do Tite, em 2010. Ele ficou até o final de 2013. Depois, quando assumi em 2015, convidei novamente. O Fábio tem tudo para ter uma carreira longa no clube, tem uma competência muito grande. Ele tem o respeito de todos os atletas", comentou.

Veja mais em: Fábio Carille e Roberto de Andrade.

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