À espera da grana de vendas, Corinthians tem déficit de R$ 14,6 mi no primeiro semestre de 2018

À espera da grana de vendas, Corinthians tem déficit de R$ 14,6 mi no primeiro semestre de 2018

Por Lucas Faraldo e Rodrigo Vessoni

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Diretoria do Corinthians vê clube no vermelho neste primeiro semestre de 2018

Diretoria do Corinthians vê clube no vermelho neste primeiro semestre de 2018

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O Corinthians divulgou no início de tarde desta terça-feira o balanço patrimonial referente ao primeiro semestre de 2018. Entre saída e entrada de dinheiro nos cofres, o clube registrou um déficit de R$ 14,6 milhões de janeiro a junho da atual temporada. Isso tudo mesmo diante do recebimento de R$ 68,1 milhões de venda de jogadores.

Conforme apurado pela reportagem do Meu Timão, ainda não consta no documento a grana oriunda das vendas de Rodriguinho, ao Pyramids, do Egito, e Balbuena, ao West Ham, da Inglaterra. Também ainda não foi formalizado o dinheiro oriundo das recentes transações de Malcom e Léo Jabá em solo europeu - Corinthians receberá por parte de direitos econômicos deste último e como clube formador de ambos.

"Temos esse déficit do exercício (R$ 14,6 mi), mas que é equacionável com um patrocinador de camisa, por exemplo. Além disso, só recebemos os valores referentes ao Jô e ao Maycon. Ainda não recebemos os valores de Rodriguinho, Balbuena e Léo Jabá, além do valor de clube formador do Malcom, que será de algo em torno de 1 milhão de euros (cerca de R$ 4,5 mi)", disse o diretor financeiro Matias Antonio Romano Ávila, ao Meu Timão.

  • Rodriguinho deve render R$ 15 milhões
  • Balbuena deve render R$ 17,5 milhões
  • Malcom deve render R$ 4,4 milhões
  • Léo Jabá deve render R$ 4 milhões

Até os três primeiros meses de 2018, havia sido registrado R$ 38,1 milhões em vendas de jogadores. Entre abril e junho, portanto, mais R$ 30 milhões entraram nos cofres do clube graças a transações.

Destacam-se também entre as receitas: R$ 97,7 milhões de direitos de transmissão de TV; R$ 31,6 milhões de arrecadações de jogos (valor vai para o fundo responsável pelo pagamento da dívida da Arena); R$ 15,5 milhões de patrocínio de publicidades; e ainda R$ 9,6 milhões de premiações, Fiel Torcedor e Loterias.

O maior gasto do departamento de futebol se dá com o pagamento de salários: R$ 91,7 milhões nos seis primeiros meses da temporada.

É importante destacar que, de acordo com o balanço deste primeiro semestre, mesmo sem o dinheiro das principais vendas de jogadores do clube, o departamento de futebol fechou no azul: superávit de R$ 3,3 milhões. O "abacaxi" do Corinthians se encontra em sua sede social e nos esportes amadores, departamentos que registraram déficit de R$ 17,9 milhões.

"A situação financeira do clube melhorou bastante nesse período (primeiro semestre de 2018). Não devemos nada de salário para nenhum funcionário nem temos impostos atrasados", finalizou Ávilla.

Veja mais em: Diretoria do Corinthians, Parque São Jorge e Andrés Sanchez.

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