Cássio credita Mano por título recente do Corinthians e refuta imediatismo

Cássio credita Mano por título recente do Corinthians e refuta imediatismo

Por Lucas Faraldo e Rodrigo Vessoni, no CT Joaquim Grava

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Cássio e Mano Menezes trabalharam juntos no Corinthians em 2014

Cássio e Mano Menezes trabalharam juntos no Corinthians em 2014

Foto: Agência Corinthians

Talvez ninguém melhor do que Cássio no atual elenco do Corinthians para falar sobre altos e baixos e cobranças justas e injustas voltadas à equipe alvinegra no passado recente. Atual campeão brasileiro e bicampeão paulista, o Timão vem de uma tentativa frustrada de conquistar a Copa do Brasil e agora luta contra o rebaixamento para a Série B.

Em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira no CT Joaquim Grava, o goleiro e capitão do Corinthians discursou contra o imediatismo no futebol. Diante das diversas saídas e chegadas de jogadores, bem como das trocas de técnicos na atual temporada, fica difícil cobrar bons resultados do Timão, no entendimento de Cássio:

"Quanto mais tempo você trabalha junto...Temos o Cruzeiro como exemplo, há quanto tempo está junto? Quando você perde jogadores, às vezes demora. O título do Brasileiro de 2015 começou no Brasileiro de 2014 com o Mano. Leva um tempo para se adaptar, para tentar tirar o melhor dos jogadores. Tudo leva um tempo em todos os esportes", argumentou, citando a passagem sem título de Mano Menezes que precedeu o hexa de Tite.

"(Mudança no elenco) Faz parte, a cultura do futebol brasileiro é isso. Antes saíam bem mais jogadores, de 17 ou 18 anos, perdendo grandes promessas. Não adianta ficar falando isso, é fazer o melhor dentro de campo. Perder jogadores dentro de campo e fora de campo...Tem que ajudar os que chegaram, agregar. Precisamos vencer, ver onde pecamos, melhorar e evoluir. O momento é agora", acrescentou, pedindo agora bola pra frente.

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E é com foco nos últimos nove jogos da temporada que o Corinthians tenta se reerguer pós-vice da Copa do Brasil. São 27 pontos em jogo no Brasileirão para frear a queda na classificação e se afastar das últimas posições. Hoje a briga é contra o rebaixamento.

"Temos que trabalhar, melhorar, errar menos. Quanto menos gol a gente tomar, se ajudar uns aos outros, é trabalho. Pode falar, mas é dentro de campo. Não vejo ninguém fazendo corpo mole, mas às vezes as coisas não acontecem. Se fosse como a gente quer, ia ser campeão sempre. Não pode baixar a guarda. Um dos clubes mais vitoriosos dos últimos anos, temos uma história legal. Não é porque estamos perto da zona de rebaixamento que vamos apagar tudo o que fizemos até agora, muitos jogadores têm uma história bonita. Mas temos que melhorar. É vencer e acalmar todas as situações", argumentou o camisa 12.

A primeira oportunidade de encerrar a sequência de quatro derrotas consecutiva e assim iniciar o apagamento do incêndio está agendada para as 16h deste domingo. Corinthians e Vitória se enfrentam no Barradão, em Salvador, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Veja mais em: Cássio, Jair Ventura, Tite e Títulos do Corinthians.

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