Presidente do Corinthians confirma reforços 'mais prontos', mas vê trio como modelo de teto salarial

Presidente do Corinthians confirma reforços 'mais prontos', mas vê trio como modelo de teto salarial

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Andrés Sanchez em coletiva na tarde desta quinta-feira no CT Joaquim Grava

Andrés Sanchez em coletiva na tarde desta quinta-feira no CT Joaquim Grava

Foto: Rodrigo Vessoni / Meu Timão

O presidente Andrés Sanchez deixou claro na tarde desta quinta-feira que jogadores com salários superiores ao teto do Corinthians não serão contratados em hipótese nenhuma para 2019. Em entrevista coletiva no CT Joaquim Grava, o mandatário corinthiano avisou que jogadores mais prontos serão trazidos, mas ponderou que não chegarão para ganhar acima dos três líderes do elenco:

"Volto a repetir pro torcedor: não vou pagar 700, 800, 900 mil reais. Tem clubes pagando esses valores, e não vou fazer essa loucura novamente. Não posso trazer um jogador que não sei se vai dar certo por 900 mil reais. Nosso teto é o Cássio, Fagner e Jadson, jogadores de Seleção Brasileira. Vamos trazer reforços, sim. Mas com pés no chão, todo mundo sabe que não dá para ultrapassar o limite no futebol brasileiro", avisou.

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Andrés concordou que os inúmeros jovens trazidos em 2018, como Sergio Díaz, Araos, Douglas, entre outros, foram prejudicados pela saída de jogadores mais experientes. Para o presidente, alguns nem deveriam ter jogado ainda com a camisa do Corinthians. Por isso a busca por jogadores mais experientes para 2019.

"Em 2016, perdemos comissão técnica e vários jogadores. Em 2017, tivemos tempo e fomos campeões. No final do ano, perdemos jogadores e, em 2018, fomos campeões paulistas. Novamente perdemos jogadores, auxiliares, tudo. É normal que tenha problema. Trouxemos jogadores jovens, tivemos que antecipar etapas. Alguns que estão aqui não deviam nem ter estreado ainda. Apesar das dificuldades, fomos vice da Copa do Brasil. Acharam que iríamos ser massacrados pelo Flamengo e perdemos para o Cruzeiro por erros individuais", lembrou Andrés, que completou:

"Quando tem dificuldade, volta forte no ano que vem, mas não vou pagar 900 mil para jogador. No futebol brasileiro não cabe isso. Vou ganhar o título aí vão falar que atrasou pagamento, isso e aquilo. É difícil, futebol tem que ter tempo, não é do dia para a noite. Tem que montar time para vir forte no ano que vem", avisou.

Por fim, Andrés confirmou que, em relação aos emprestados para outros clubes, já há uma definição de quem voltará para a próxima temporada.

"Já tem os nomes que vão voltar. Os que a gente não conseguir emprestar vão ficar aqui. O que queremos são dois ou três desses emprestados", finalizou.

Veja mais em: Andrés Sanchez, Mercado da bola e Jogadores emprestados.

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