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Falou e disse
Ídolo do Corinthians, Chicão compara esquemas de Carille e Tiago Nunes: 'Tem que ter equilíbrio'
Por Meu Timão
Ídolo do Corinthians e um dos principais nomes da zaga alvinegra, Chicão participou da conquista de oito títulos e marcou seu nome na história do clube sendo o segundo zagueiro com maior número de gols. Neste sábado, o ex-jogador comentou sobre o atual momento do clube.
Convidado do programa Sportscenter, da ESPN Brasil, Chicão foi questionado sobre qual esquema tático o agrada mais: o de Fábio Carille ou o de Tiago Nunes.
"Eu acho que tem que ter equilíbrio. Os dois cabem bem. Hora que você não tem a posse de bola, você tem que marcar sim. Claro que você não consegue fazer isso os 90 minutos, e o Tiago querer propor o jogo, eu gosto também disso, mas você expõe um pouquinho os zagueiros e tem tomados alguns gols com falhas individuais e acaba pesando", afirmou Chicão.
"Eu acho que tem que buscar o equilíbrio, um pouco de Carille e um pouco de Tiago. Eu vou além, acho que o Tiago Nunes pegou um pouco do trabalho do Diniz no Athletico Paranaense, conseguiu firmar e foi campeão", concluiu.
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Trabalhando ao lado de Mano Menezes e Tite, Chicão obteve grande destaque e fez história na zaga corinthiana. Para o ex-capitão, o maior erro de Tiago Nunes é tentar fazer a mudança radical do estilo de jogo. No entanto, Chicão não eximiu a culpa do elenco pelos resultados e relembrou o ambiente vivido com Tite.
"Tem culpa, sim. O treinador escala, você entra em campo e tem que ter personalidade em campo para assumir algumas atitudes. Chamar a responsabilidade, de querer o jogo e não se esconder. Para ser sincero, com esse time, não sei se brigaria por coisas boas no brasileiro. No paulista já estava brigando contra o rebaixamento, pra classificar, então é difícil, acho que esse elenco ia sofrer um pouquinho", disse.
"Você tem que ser leal ao treinador. O Tite olhava nos olhos do atleta e falava a verdade. Não sei como Tiago trabalha, nunca trabalhei com ele, mas tem que falar sempre a verdade. O ambiente era muito bom, independente de quem tava jogando, um ajudava o outro e quem desse brecha, perdia a posição no time. Tem que ser essa lealdade, ser sincero e verdadeiro um com o outro", finalizou.





