Gustavo Henrique comemorando durante Dérbi na Neo Química Arena

Gustavo Henrique comemorando durante Dérbi na Neo Química Arena

Foto: Jhony Inacio / Meu Timão

16K 376 Reportar erro

Pouca inspiração

Corinthians empata com o Palmeiras em jogo de pouca inspiração na Neo Química Arena

O Corinthians empatou com o Palmeiras por 1 a 1 na noite deste domingo, em Dérbi disputado na Neo Química Arena, válido pela 22ª rodada do Brasileirão. Ambos os gols da partida foram marcados por jogadores alviverdes. Vitor Roque abriu o placar para a equipe rival, enquanto Piquerez desviou contra após escorada de Gustavo Henrique dentro da área.

O destaque da partida ficou para Hugo Souza, que fez grandes defesas e evitou a derrota alvinegra diante da pressão palmeirense no segundo tempo. O Corinthians, por sua vez, teve pouca criatividade ofensiva e viu seu jogo ficar truncado no meio de campo.

Com o resultado, o Timão permanece momentaneamente na 11ª posição do Campeonato Brasileiro, com 26 pontos conquistados. O Palmeiras, por sua vez, está na terceira colocação, com 43 pontos.

Anota aí, Fiel! Agora, o Corinthians volta a jogar apenas após a pausa para a Data Fifa. No dia 10 de junho, uma quarta-feira, o Timão encara o Athletico-PR no duelo de volta das quartas de final da Copa do Brasil, na Neo Química Arena. Por ter largado na frente pelo placar mínimo na ida, a equipe alvinegra tem a vantagem do empate para se classificar para as semifinais do torneio.

Escalação

Para o Dérbi, o técnico Dorival Júnior montou o Corinthians com: Hugo Souza; Charles, André Ramalho, Gustavo Henrique e Angileri; Raniele, Maycon, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Memphis Depay e Gui Negão.

Escalação Corinthians x Palmeiras Brasileirão

Meu Timão

Além dos 11 titulares, Dorival Júnior tem à sua disposição: Felipe Longo, Félix Torres, Romero, Cacá, Vitinho, Kayke, Ryan, Talles Magno, Hugo Farias, João Pedro Tchoca, André Luiz e Luiz Gustavo Bahia.

O Palmeiras, comandado por Abel Ferreira, inicia com: Weverton; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Aníbal Moreno, Lucas Evangelista e Mauricio; Flaco López, Vitor Roque e Felipe Anderson.

O jogo

Primeiro tempo

O Dérbi começou intenso na Neo Química Arena, com o Corinthians assumindo o protagonismo nos primeiros instantes. A equipe de Dorival Júnior buscava acelerar a saída de bola, superando a pressão palmeirense e tentando se instalar no campo de ataque. No entanto, logo o Palmeiras equilibrou a partida, tomou mais a posse e passou a rondar a área alvinegra.

A primeira chegada perigosa veio cedo. Aos cinco minutos, Vitor Roque recebeu dentro da área, aplicou um corte rápido na marcação e finalizou com perigo, assustando o goleiro Hugo Souza. O ímpeto alviverde cresceu, e, aos 11, o árbitro assinalou pênalti após Charles cometer falta em Flaco López dentro da área. Na cobrança, Vitor Roque converteu e abriu o placar para o rival.

Depois do início fulminante do Palmeiras, o jogo desacelerou. O Corinthians retomou a posse e passou a trabalhar a bola em busca de espaços. A recompensa veio aos 20 minutos, em lance de bola parada. Garro cobrou falta na área, Gustavo Henrique escorou e a bola desviou no defensor palmeirense antes de morrer nas redes: 1 a 1 no placar.

O gol mudou a dinâmica. O confronto ficou ainda mais disputado, com entradas fortes e divididas, sem espaço para bolas perdidas. O Corinthians ganhou confiança e quase virou aos 40 minutos, em boa descida de Angileri pela esquerda. O lateral cruzou, a zaga desviou e a bola passou rente à trave. Logo depois, o argentino arriscou de fora da área e novamente levou perigo.

No final da primeira etapa, foi a vez do Palmeiras assustar. Vitor Roque apareceu de frente para Hugo Souza, mas parou em defesa providencial do goleiro corinthiano, que também segurou firme um chute de fora da área no lance seguinte.

O primeiro tempo terminou equilibrado: o Palmeiras foi mais incisivo e abriu o placar, mas o Corinthians soube reagir e equilibrar as ações do jogo, empatando o clássico e deixando a disputa aberta para a etapa final.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, o Palmeiras buscou repetir o início de superioridade que teve na etapa inicial. A equipe de Abel Ferreira manteve a posse de bola no campo ofensivo, enquanto o Corinthians tentava responder em rápidas transições. A primeira finalização veio logo aos quatro minutos, quando Garro e Gui Negão articularam pela direita e a bola sobrou para Maycon arriscar de fora da área, mas o chute saiu por cima do gol.

O clássico ganhou contornos mais truncados, com muitas disputas físicas e faltas. O Corinthians, em postura mais agressiva, pressionava a saída de bola palmeirense e dificultava a fluidez do rival. Ainda assim, era o Palmeiras quem chegava com mais perigo. Aos 11 minutos, Maurício apareceu cara a cara com Hugo Souza, mas o goleiro corinthiano fez mais uma defesa decisiva para salvar o Timão.

Na sequência, o time alviverde passou a acumular escanteios e rondar a área corinthiana, sem conseguir transformar a posse em chances claras. Do outro lado, o Corinthians tinha dificuldades em sustentar a bola no campo ofensivo, limitando-se a bolas longas e lançamentos que paravam na defesa rival.

A partida foi se tornando cada vez mais brigada e menos criativa, concentrada no meio-campo. Weverton precisou trabalhar apenas uma vez em todo o jogo, enquanto Hugo Souza era acionado constantemente, confirmando o tom do confronto: o Palmeiras manteve o controle técnico, mas sem efetividade, e o Corinthians não conseguiu reagir ofensivamente.

Após a saída de Raniele, que deixou o campo com incômodos, Dorival Júnior promoveu uma série de mudanças: João Pedro Tchoca, Vitinho, Cacá e Ryan entraram nos lugares de Maycon, Charles e Garro. Mais tarde, aos 41 minutos, Gui Negão deu lugar a Talles Magno. Apesar das tentativas de renovação, o panorama permaneceu o mesmo: um jogo de muita entrega física, mas pouca inspiração.

No apito final, prevaleceu o empate por 1 a 1 em Itaquera. O Corinthians, apesar da pouca criatividade ofensiva, soube se segurar defensivamente e contou com grande atuação de Hugo Souza, autor de seis defesas importantes, enquanto o Palmeiras controlou a maioria do jogo, mas não conseguiu traduzir a posse em gols.

Veja mais em: Corinthians x Palmeiras, Campeonato Brasileiro, Crônica e Dérbi.

Resultado parcial das notas computadas

Notas da torcida do Corinthians
Total de notas computadas 24.635 avaliações
Nota média ao elenco corinthiano 5.26
Melhor em campo Hugo Souza (nota 8.6)
Pior em campo Ramon Abel (nota 1.7)

Notas dadas aos personagens da partida

Titulares

Reservas

Treinador

Árbitro

Imagens da partida

Confira mais novidades do Corinthians

376 Comentários Comentar >

10000 caracteres restantes Monte seu time
  • Comentários mais curtidos

    Bombe #973

    Memphis Depay e Garro precisam voltar a jogar bola, muito abaixo.

    Gui Negão não merecia sair.

  • Aaluraah

    Queria entender esse tesão de ficar recuando a bola toda hora. Treino mal feito da poh@

  • Publicidade

  • Todos os comentários (376)

    Juliane Bauer #965

    Empate ficou bom tamanho e séria melhor a vitória

  • Francisco Eduardo #557

    O maior exemplo de uma boa gestão sem clubismo o mirassol

    O maior exemplo de uma boa gestão sem clubismo o mirassol está de parabéns e mais importante da gestão do mirassol está sendo os caras que estão negociando com os jogadores olha pra o elenco do mirassol galera não tem nenhum jogador lá que ganha mais de 1 milhões não tem nenhum jogador a nível depay. Arascaeta. Ruck. Oscar. Matheus Pereira. Tiago Silva. Victor roque. Neyma. Felipe Coutinho. Etc. Os caras só tem o goleiro Walter e o Reinaldo. Na minha opinião que são reconhecido mundialmente pra nós te uma noção este planejamento vem da sereB quando os caras conseguiram o dinheiro da venda de um jogador pra Europa pra uma diretoria incompetente iria pega o dinheiro iria gasta com um jogador só o mirassol não eles investiram no centro de treinamento investiram no estádio que na minha opinião ficou muito legal ao contrário do Corinthians que joga dinheiro fora aliás no bolso dos empresários

  • José Chaves #5.792

    Quando eu falei que o Corinthians foi sufocado pelo Palmeiras os 90 min e o culpado foi o Dorival, muita gente desaprovou e me criticou.
    Então vamos analisar:
    Quando o Raniele saiu machucado e ele colocou o zagueiro Tchoca, que não entrava em campo a muito tempo, resolveu colocar logo no clássico. Apartir daí o time não conseguiu mais chegar no meio campo.
    Depois ele tentou corrigir colocando mais um zagueiro, o Cacá, o Ryan e o Vitinho, tirando o único cara de criação, o Garro.
    Com isso ele armou o time com 4 zagueiros de origem, 2 volantes e 3 caras lá na frente... Olha só que belo esquema!
    Fora o esquema, ficamos com Breno Bidon, que a muito tempo não joga nada. O Memphis, que não ganha uma jogada sequer, andando em campo, e o Vitinho, totalmente sem ritmo de jogo.
    Como se tudo isso não bastasse, ele ainda tira Gui Negão e coloca Talles Magno.
    Em outras ocasiões ele colocou 3 zagueiros e liberou os laterais, ontem não tínhamos os laterais titulares, mas poderia ter feito isso coloando o Dieguinho na ala direita.
    Não estou falando que ele é um treinador ruim, mas pra mim, o que ele fez ontem, foi uma verdadeira bagunça.

  • Reginaldo Guedes #162

    Incrível, que mesmo com um time quase todo reserva e alguns jogadores à meia boca, os porcos ainda precisaram de um penalte inexistente para conseguir empatar com o Timão, o Corinthians é fo#a.

Especiais do Meu Timão

x

Você está acessando o site mobile do Meu Timão.

Acessar versão Desktop.

Acessar versão desktop X