Post de Alexandre no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão

Em todos os países existe restrição semelhante. A diferença é que na Europa eles têm a tal da Lei Bosman que permite que os jogadores europeus sejam considerados trabalhadores comunitários na zona do Euro e não contam como estrangeiros. Por isso que o jogador brasileiro que tenha dupla cidadania consegue ser vendido mais fácil para a Europa.

Em resposta ao tópico: "A quem interessa essa regra de limitação de estrangeiros?"

Estamos em 2023 e ainda só podemos relacionar 5 estrangeiros por partida. As melhores ligas do mundo tentam atrair os melhores jogadores de qualquer parte dos 5 continentes.

Os clubes gastam uma fortuna (não com salário de jogador ruim ou aposentado) com sistemas de scout para ter acesso as melhores oportunidades, constroem escolinhas para formar e monitorar os jogadores desde criança. E aqui essa palhaçada de jogador de empresário que na cabeça deles são os melhores jogadores do mundo.

Nas categorias de base não precisa falar o que acontece lá.

Aqui a cada 10 desconhecidos contratados acertam 1 e se vangloriam disso. Vai você ter esse aproveitamento no seu trabalho para ver o que te acontece.

Gastam fortunas com salários, luvas, rescisão e comissão mas não conseguem contratar um tradutor para contornar o problema com idioma (e nem consideram a possibilidade do cara aprender o português) e não conseguem contratar um psicólogo para monitorar o comportamento e a saúde dos jogadores.

Quantas oportunidades na América (Sul, Central e Norte) e África, por exemplo, perdemos? Não estou falando dos melhores do mundo, estou falando de jogadores que entregam tudo que é esperado deles e até mais, e você não tem dúvidas de que os valores investidos são justos.

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