Ana Araújo Verificado
Gostei!
em Bate-Papo da Torcida > O Fim Do Lirismo
Em resposta ao tópico:
Desperte desse torpor lírico e recolha suas miudezas confessionais, pois colidirei contra a máfia de taberna monolítica e avassaladora de crueza, obliterando qualquer resquício de suposta hegemonia vocabular, sem conceder trégua para oxigenação.
Suas senhorias destilam um melodrama de fancaria, mitigando o sertame sob o pretexto de uma suposta fidalguia, quando, na secura dos fatos, nossos reclusos denotam prostração, diante da mística continental.
Curvando-me à memória do patriarca e seu quadrante solar, urge transmutar essa anemia competitiva em mero artifício para dourar a tua incompetência. O alvinegro, prescinde de sortilégios oriundos de mandingas guaranis para naufragar! Somos artífices precípuos da nossa própria derrocada, que se estende por eras ancestrais.
O raio que fustiga, metaboliza, soberba e capitula, frente ao primeiro fardamento pardacento que lhe opõe. Aludir ao onirismo, não atenua a vergonha de contemplar aristocratas assalariados, rastejando, catatônicos. Essa bofetada desferida por um desprovido de galardões, não decorreu do infortúnio, representou a punição ecumênica para a jactância de supor que o clamor das massas converte-se em baliza.
Estanque, portanto, o lamento pusilânime direcionado ao fatalismo, perfez sutil excentricidade no cosmo São Jorgiano. Nossa essência reside no suplício, que engendra cefaleia e pavor de devassar as missivas no alvorecer. Curve-se à evidência, bardo do desalento. Que por meio desta, aniquila o monopólio discursivo, e denota que singular soberania, repousa na aptidão para subsistir ao cataclismo que, os mesmos soldados que não abastardos lutam, arquitetam.