João Dominguez
Mas ainda fico com Neto. Jogou numa época em que a pressão por títulos era maior. Ganhar o Brasileiro em 90 teve o mesmo significado da Libertadores 2012. A emoção dele após cada gol, se jogando de joelhos, era incrível. Contagiava.
Marcelinho (baita jogador), a meu ver, jogou com times melhores.
Dois ídolos, dois injustiçados na seleção brasileira.
em Bate-Papo da Torcida > Neto! O craque da camisa número 10!
Em citação ao post:
Clap clap clap belo texto.
Neto para mim é imortal. Muito melhor que Marcelinho Carioca, a quem também admiro.
Tive a felicidade de vê-lo marcar gol olímpico no Pacaembu em cima do Flamengo, dentre outros feitos.
Em 1990 e 1991 era o nosso Maradona. Levava um time mediano nas costas.
Terá sempre meu respeito.
