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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Mute Voice: Sem Espaço Pra Asneira: Mário Gobbi e Rubão"

    há 7 meses

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Lucre até 500%! Empreste e Ganhe. Aqui o Trouxa é o Corinthians."

    há 7 meses

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Promotor suspeito? Redistribui-se. Réu culpado? Processa-se"

    há 8 meses

    Mesmo diante das alegações da defesa de Andrés Sanchez, que apontam o promotor Cássio como suspeito por suposta atuação midiática e influência da torcida organizada, o processo penal não se encerra por conveniência ou por narrativa emocional. Havendo suspeição devidamente arguida ou reconhecida, cabe à juíza redistribuir o feito a outro promotor natural, assegurando a continuidade da persecução penal com respeito ao devido processo legal.

    A imparcialidade do Ministério Público é um pilar do sistema acusatório. No entanto, sua eventual ausência não anula os fatos, não apaga os indícios e tampouco absolve o réu por gravidade institucional. O que importa é a existência de justa causa e esta pode subsistir mesmo que supostamente 99% das provas sejam ilícitas e apenas 1% sejam lícitas, desde que estas sejam autônomas, robustas e suficientes para sustentar a denúncia oferecida pelo promotor Cássio ou por outro membro legitimamente designado.

    Não cabe ao Judiciário se deixar influenciar por pressões midiáticas, paixões clubísticas ou narrativas de torcida organizada. O processo penal não é arquibancada. O que está em jogo não é o placar de um clássico, mas a responsabilização por eventuais delitos praticados por Andrés, os quais devem ser apurados com rigor, técnica e respeito à legalidade.

    A Justiça não se faz com bandeiras, mas com provas. E se há uma única prova lícita que configure justa causa, o processo deve seguir. Porque o que se busca não é vingança, nem espetáculo, é a verdade dos fatos e a aplicação da lei.

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Tentativa de Anular Denúncia do MPSP é Puro Teatro Jurídico"

    há 8 meses

    A denúncia do Ministério Público de São Paulo contra Andrés Sanchez por uso indevido do cartão corporativo do Corinthians não é apenas um escândalo administrativo, é um caso com sérias implicações jurídicas e fiscais para o clube.

    Segundo o MP, Andrés teria utilizado o cartão corporativo do clube para cobrir despesas pessoais entre 2018 e 2021. Isso, além de configurar apropriação indébita e lavagem de dinheiro, pode ser interpretado como remuneração indireta, o que é proibido para dirigentes de associações sem fins lucrativos como o SCCP.

    O valor estimado do prejuízo é de R$ 480 mil, com pedido de indenização por danos morais que eleva o total para cerca de R$ 1,1 milhão.

    A defesa tenta anular a denúncia. Mas com que argumentos?

    A defesa de Andrés, feita pelo advogado Fernando José da Costa, tenta desqualificar o processo com alegações que soam, no mínimo, frágeis:

    Diz que houve “espetacularização midiática” da investigação.

    Alega que o promotor é corinthiano e, por isso, seria suspeito.

    Reclama da presença da Gaviões da Fiel como fator de pressão.

    Questiona a legalidade das provas, como extratos bancários obtidos pelo MP.

    Ou seja: não há uma negação objetiva dos fatos, mas sim uma tentativa de desviar o foco para o formato da investigação.

    O que diz a lei?

    A Constituição Federal (art. 150, VI, “c”) e o Código Tributário Nacional (art. 14) são claros: entidades sem fins lucrativos só mantêm imunidade tributária se não distribuírem patrimônio ou renda a seus dirigentes, nem mesmo de forma indireta.

    O uso de cartão corporativo para fins pessoais viola esse princípio de separação patrimonial. Mesmo que o estatuto do clube não trate do tema, a legislação federal se sobrepõe. A imunidade fiscal do Corinthians pode ser colocada em risco, e o clube pode ser autuado pela Receita Federal.

    O que está em jogo?

    A reputação institucional do Corinthians.
    A possibilidade de perda da imunidade tributária, com cobrança retroativa de impostos.
    A responsabilização civil e penal dos envolvidos.
    A necessidade de ressarcimento aos cofres do clube.

    Conclusão:

    A tentativa de anular a denúncia com base em argumentos periféricos, como a torcida, a imprensa ou a paixão clubística do promotor, não apaga os indícios de desvio de finalidade no uso de recursos do clube. O foco deve estar nos fatos: houve ou não uso pessoal do cartão corporativo? Se sim, a responsabilização é inevitável.

    O Corinthians não pode ser tratado como extensão da vida pessoal de seus dirigentes. O clube é uma associação civil, com obrigações legais, fiscais e institucionais. E quem rompe essa confiança deve responder por isso, sem atalhos.

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Isso é Grave: Corinthians Pode Perder Isenção Fiscal"

    há 8 meses

    A crise institucional que envolve o Corinthians não se limita à esfera política ou esportiva, ela alcança também o campo jurídico e tributário. O uso de cartões corporativos por dirigentes para fins pessoais, como apontado em denúncias contra Andrés Sanchez, levanta uma questão central: a separação entre os gastos da pessoa física e os da entidade jurídica.

    Essa separação não é apenas uma norma ética, é uma exigência legal para que associações como o Sport Club Corinthians Paulista mantenham sua imunidade tributária. A Constituição Federal, no artigo 150, inciso VI, alínea “c”, estabelece que:

    “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios instituir impostos sobre o patrimônio, a renda ou os serviços das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.”

    Entre esses requisitos está o que determina que não pode haver distribuição de patrimônio ou renda, direta ou indireta, aos dirigentes. O Código Tributário Nacional, em seu artigo 14, reforça:

    “A entidade deve: I – não distribuir qualquer parcela de seu patrimônio ou renda, a qualquer título; II – aplicar integralmente, no país, os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais; III – manter escrituração contábil regular.”

    O uso de cartão corporativo para pagar despesas pessoais, como alimentação, hospedagem ou compras não relacionadas à atividade institucional, pode ser interpretado como remuneração indireta ou distribuição disfarçada de patrimônio, o que fere diretamente esses dispositivos legais.

    Além disso, o argumento de que o estatuto do clube não possui regras específicas sobre o uso do cartão não é suficiente para justificar o desvio. O entendimento jurídico é claro: o cartão corporativo pertence à pessoa jurídica, é abastecido com recursos da associação, e seu uso deve ser restrito às finalidades institucionais. O cargo de dirigente, por sua natureza, não é remunerado, e qualquer benefício pessoal obtido por meio da estrutura da entidade pode configurar infração tributária e administrativa.

    No caso do Corinthians, a denúncia contra Andrés Sanchez aponta justamente essa inversão de finalidade: o uso doloso do cartão corporativo para fins pessoais, quebrando a confiança institucional e colocando em risco não apenas sua posição como dirigente, mas também a condição fiscal da entidade.

    Se confirmadas as irregularidades, o clube pode sofrer sanções tributárias, como a perda da imunidade, cobrança retroativa de impostos e multas. Mais grave ainda: abre-se um precedente perigoso para outras associações desportivas, que podem ser vistas como instrumentos de benefício pessoal, em vez de entidades voltadas ao interesse coletivo.

    A separação entre o público e o privado, entre o institucional e o pessoal, não é apenas uma cláusula legal, é o alicerce da integridade de qualquer organização sem fins lucrativos. E no futebol, onde paixão e dinheiro se misturam, essa linha precisa ser respeitada com rigor.

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Corrupthians - O Clube em Estado de Putrefação"

    há 9 meses

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Corrupthians - O Clube dos Conchavos"

    há 9 meses

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O Corinthians sangra com a hipocrisia seletiva"

    há 10 meses

    A frase “O Corinthians precisa de paz” virou bordão. Repetida por jornalistas, ex-dirigentes, influenciadores, membros da gestão interina, conselheiros e até pelo presidente do Conselho Deliberativo.

    Mas sejamos honestos: isso não é um chamado à reconstrução, é um pedido de silêncio conveniente.

    Sim, o Corinthians precisa de paz, ninguém discute isso. Mas por que esse clamor só surgiu agora?

    Quando o clube sangrava sob ataques seletivos, não houve apelo por equilíbrio, reconstrução ou justiça.

    O que se exigia era a queda. Agora, quando os interesses mudam, a paz vira discurso. Mas paz sem coerência é só conveniência.

    1. Quem está pedindo paz?

    • Os mesmos que alimentaram o caos nos últimos meses.

    • Espalharam escândalos diariamente — muitas vezes sem provas — criando um clima de guerra.

    • Atacaram seletivamente a gestão de Augusto Melo, ignorando os erros e as dívidas herdadas de administrações anteriores.

    2. Paz seletiva não é paz

    • O discurso de “união” só apareceu depois que o alvo político foi removido.

    • Durante os escândalos, não houve apelo por diálogo, apenas pressão, desgaste e oportunismo.

    • Agora querem “virar a página”, como se nada tivesse acontecido.

    3. A paz que eles querem é silêncio

    • Silêncio sobre contratos obscuros, favorecimentos e dívidas acumuladas por gestões passadas.

    • Silêncio da torcida, que sempre foi crítica e ativa, mas agora é chamada de “radical” por cobrar.

    • Silêncio para manter o status quo, sem transparência, sem prestação de contas, sem mudança.

    O Corinthians não precisa de uma paz fabricada. Precisa de justiça, transparência e respeito à sua história.

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A Queda Veio. Agora, Que Caia Atirando"

    há 10 meses

    Que Augusto Melo revele os podres, os esquemas, os nomes e tudo aquilo que foi escondido durante as gestões anteriores, enquanto o jogo seguia nos bastidores. Que os escândalos envolvendo o uso do cartão corporativo por ex-presidentes não sejam os únicos a virem à tona. A queda não precisa ser o fim; pode ser o começo da limpeza que tantos torcedores sempre pediram. Que ele exponha o que precisa ser revelado, e que, ao menos por isso, seja lembrado.

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  • Ronaldo

    Ronaldo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Andrés Sanchez Ataca e Chama a Imprensa de Bandida"

    há 10 meses

    Andrés Sanchez, ao chegar ao Parque São Jorge para a votação de destituição de Augusto Melo, ataca e chama a imprensa de bandida:

    'Ó os bandidos aí!'

    Fonte: @radiocraqueneto

    https://www.instagram.com/reel/DNIyMZLO8BI/ Instagram 2,909 likes, 628 comments - radiocraqueneto on August 9, 2025: ''Ó OS BANDIDOS AÍ'?? Andrés Sanchez chama a imprensa de 'bandida' ao chegar no Parque São... instagram.com instagram.com

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