Fomos roubados (mais uma vez)

Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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Fomos roubados (mais uma vez)

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Fomos roubados (mais uma vez)

Oba! Vou expulsar o Pedrinho!

Foto: Danilo Fernandes/ Meu Timão

O que vi em Corinthians 2 x 1 Guaraní foi o mesmo filme tantas vezes visto em outras Libertadores.

Na casa do adversário, jogamos mal e, além disso, escalaram um juiz de nádegas flácidas. O cara deixa o time da casa bater, nos prejudica e perdemos, sempre sem fazer gol.

Em nossa casa, escalam um juiz fazedor de resultados. Esse Pitana não me engana (com o perdão da rima). Basta ver como ele nos operou em 2016 e em 2018. Basta ver como ele moeu a Croácia na final da Copa da Rússia.

Receita quadrilheira da Conmebol. Lá apita um banana. Aqui, um juiz “rigorosíssimo” com os donos da casa. O larápio deve ter um prazer sádico por exercer o poder do apito e ferrar uma nação impunemente. E, melhor ainda, crescendo cada vez mais na carreira com isso.

A Conmebol é um lixo. Seus dirigentes, idem. Confesso que me dá nojo de assistir àquele showzinho brega no sorteio que fazem naquela sede nanabesca, no Paraguai. Parece uma reunião de..., deixa para lá.

É, meus amigos. Um obscuro time paraguaio tem mais força naquela podre entidade do que um gigante brasileiro.

E o pior. Nossa diretoria não tem moral para cobrar. Aqui me rendo a Mario Gobbi. Quando fomos operados em 2012 por um desqualificado (palavra da moda), sósia do Mr. Bean, contra o Emelec, Gobbi gritou para todo mundo ouvir. “O Corinthians está indignado com a arbitragem que teve aqui hoje. Espero que não se repita mais isso. O que este homem, que se diz árbitro fez, é algo para o torcedor deixar de ir a campo. É uma vergonha. O grupo, a comissão e a diretoria estão revoltados. Eu sinceramente espero que o arbitro não tenha feito isso dolosamente. Espero, mas está difícil crer nisso – completou”. Coincidência ou não, paramos de ser prejudicados e fomos campeões.

A reação de Andrés foi tímida. Aliás, ele deveria ter subido nas tamancas bem antes, quando soube da escalação do argentino. Deveria ter convocado uma coletiva falando da preocupação com a escalação do Nestor. Sei lá, faça alguma coisa. Ingênuo, Andrés não é. Será que não sabia que o cara iria nos roubar?

Claro, sempre tem algum mala que vai dizer que o Pedrinho foi juvenil. Talvez. Mas isso não anula a clara tendência do safado de azul em nos prejudicar.

Jogamos bola. Jogamos muito. Ok, outro mala talvez diga que se o Love não tivesse perdido aquele gol, se o Gustagol não fosse tão ruim, se o Sidcley estivesse em forma, não precisaríamos do árbitro.

Óbvio. Mas acontece que quase ninguém tem time sobrando para passar por cima da arbitragem. O futebol está muito nivelado e os caras já eram superiores na parte física, mesmo com onze contra onze.

O ladrão não conseguiria tirar a bola de dentro do gol (se bem que Amarilla já fez isso), mas fez o possível, fez o que estava ao seu alcance, para nos eliminar.

Quando pegou o avião em Buenos Aires, viajava com uma missão a ser cumprida.

Foi bem sucedido. Continuará apitando os maiores jogos, enriquecendo e sendo considerado um exemplo de arbitragem.

Veja mais em: Libertadores da América e Erros de arbitragem.

Coluna do Roberto Gomes Zanin

Por Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria de imprensa, bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito.

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