Corinthians vê patrocínio máster cair pela metade em três temporadas e busca compensação
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Por Meu Timão
Coletiva de imprensa do presidente Duilio Monteiro Alves e do superintentede José Colagrossi Neto
Rodrigo Coca / Agência Corinthians
O Corinthians viu o seu patrocínio máster cair pela metade em três anos, mas busca outras fontes de renda peara compensar a queda. O levantamento foi feito pelo GloboEsporte e leva em consideração a inflação no período entre 2017 e os dias de hoje para chegar a essa conclusão.
Em 2017, a Caixa Econômica Federal se despediu do clube pagando R$ 30 milhões por temporada (R$ 34,9 milhões em valores corrigidos pela inflação). Agora, para estampar a marca das Vitaminas Neo Química no espaço principal da camisa, o clube receberá R$ 17 milhões fixos.
O montante da Neo Química será parte dos mais de R$ 30 milhões do "dinheiro novo" que o clube busca com uma grande reestruturação dos seus acordos comerciais para 2021. As conversas ainda incluem a chegada da Brahma, a realocação dos atuais parceiros na camisa, como aconteceu com o BMG, e, agora, o retorno da gigante farmacêutica à camisa do time.
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Conforme explica o levantamento, a redução foi causada por diversos fatores – alguns dos quais fogem do controle do Corinthians – tal redução foi compensada pelo clube com a geração de novas receitas de publicidade.
Uma delas é a participação no lucro das empresas parceiras, como ocorreu no caso do Banco BMG (patrocinador máster em 2019 e 2020) e como será a partir deste ano com as Vitaminas Neo Química (os percentuais acordados não foram divulgados).
Outra alternativa encontrada pelo Timão para lucrar mais foi vender mais propriedades do uniforme, que atualmente conta com 14 estampas, considerando camisa e calção. O saldo final, na avaliação da diretoria corintiana, é positivo. O clube mira fechar 2021 com uma arrecadação com patrocínios acima de R$ 100 milhões - conforme disse o presidente Duilio Monteiro Alves..
