Presidente do Corinthians fala sobre eleição e prevê 2018 'melhor do que esse ano'

Presidente do Corinthians fala sobre eleição e prevê 2018 'melhor do que esse ano'

Por Meu Timão

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Roberto de Andrade será presidente do Timão até fevereiro de 2018

Roberto de Andrade será presidente do Timão até fevereiro de 2018

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, tem conversado bastante sobre os assuntos do Timão nos últimos dias. Na tarde desta sexta-feira, o comandante alvinegro participou do programa Jogo Aberto, da TV Bandeirantes, e falou, dentre outros assuntos pertinentes ao mundo da bola, sobre o caso de impeachment que sofreu no ano passado e as melhorias que prevê para o futuro do clube alvinegro.

Acerca do processo que visava sua destituição, e que foi encerrado em fevereiro deste ano permitindo que este continuasse exercendo o cargo de presidente, o dirigente se disse chateado, mas, ao mesmo tempo, aliviado por ter se provado inocente no caso.

''O que fico chateado é que sempre tratei e trato o Corinthians com mais carinho e preocupação que a minha vida. E você vê meia dúzia de pessoas com ato político querendo te derrubar. Chateia, mas fortalece, porque nunca cometi uma irregularidade. Acertar e errar faz parte. Graças a Deus conseguimos mostrar que não houve nenhuma irregularidade. Mostramos que não existe maldade e dolo ao clube'', contou.

Na presidência desde fevereiro de 2015, o governante segue no cargo até fevereiro de 2018. Com pouco mais de sete meses de mandato, Roberto de Andrade comentou sobre a próxima eleição e foi enfático ao falar sobre os futuros candidatos ao cargo, além de afirmar que não tem interesse em se reeleger.

''Quem tentou me derrubar não será candidato. Sou de um grupo político que está no clube desde 2007. Política existe ataques, mentiras, mas é só o torcedor olhar e ver o que o Corinthians ganhou nos últimos dez anos. Não sabemos quem será o nosso candidato, mas vou apoiá-lo. Eu não quero ser candidato''.

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Questionado pelo comentarista do programa, Ronaldo Giovanelli, ex-goleiro do Timão, a respeito do momento mais delicado que viveu à frente do coletivo do Parque São Jorge, o presidente do Corinthians não fez menção a um assunto em específico, citou a situação contratual da Omni e voltou a falar sobre a tentativa de impeachment a que foi submetido.

''Momento difícil é o dia que eu assumi até a hora de ir embora. O Corinthians não tem facilidade. Mas não fui eu que criei o contrato da Omni, eu tentei mudar, mas só se muda se uma das partes quiser. Como acaba em 2019, o presidente que faça um contrato melhor. Sobre o impeachment, foi uma jogada política. Uma coisa baixa. É muito claro. Eu jamais assinaria um papel sem ser presidente, a data que estava errada. Mas isso já passou e faz parte'', declarou.

Para finalizar, o comandante ainda deu declarações sobre a vida econômica do clube, mencionou as dificuldades financeiras a que este está envolto, e, pregando cautela, projetou melhorias para o futuro do alvinegro.

''As empresas a cada dia estão cada vez mais fugindo do futebol, os investimentos estão indo para outras coisas. Tudo relacionado ao futebol a gente tem dificuldade. Enfim, estamos conseguindo um equilíbrio. Ano que vem o Corinthians terá uma vida melhor do que esse ano. Vamos dando os passos devagar'', finalizou.

Veja mais em: Roberto de Andrade e Impeachment.

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