Corinthians cria conselho e define período de eleição presidencial
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Por Meu Timão

Mandato de Roberto de Andrade está na reta final
Meu Timão / Rodrigo Vessoni
O Corinthians já se prepara para escolher o substituto do presidente Roberto de Andrade, eleito no início de 2015. O Conselho Deliberativo do clube oficializou nesta terça-feira os conselheiros que irão compor a comissão eleitoral do pleito marcado para a primeira quinzena de fevereiro de 2018 – havia a expectativa de que as eleições fossem antecipadas para dezembro, o que não ocorrerá.
Tal grupo é formado por cinco membros e tem como principal atribuição a elaboração do regimento interno das eleições. O documento disponível no site oficial do Corinthians, que contém a assinatura do presidente do Conselho Deliberativo, Guilherme Strenger, prevê os seguintes nomes à comissão:
- Miguel Marques e Silva;
- Ivo de Almeida;
- Flávio Faloppa;
- Manoel Felix Cintra;
- Danton Gioia.
Além da criação do regimento interno, a comissão eleitoral terá de organizar a condução do processo eleitoral, inscrever candidatos e chapas, julgar impugnações, declarar eleitos, etc. Ela será extinta após o pleito.
Vale lembrar que os conselheiros do Corinthians não votarão apenas para presidente em 2018. Serão escolhidos: 1º vice-presidente, 2º vice-presidente e conselheiros trienais e seus respectivos suplentes.
Até o momento, só há um candidato oficial à disputa presidencial: Romeu Tuma Júnior, diretor de futebol do Timão entre 1994 e 1995 e um dos principais líderes da oposição atualmente. Andrés Sanchez, ex-presidente do clube e nome forte por trás da construção da Arena Corinthians, também deve concorrer.
Sem a antecipação das eleições, algo muda? – Dessa maneira, o planejamento da temporada de 2018 será feito pelo próprio presidente Roberto de Andrade. O mandatário será responsável por conduzir ou não a renovação contratual do técnico Fábio Carille e contratar reforços para o elenco profissional.