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Volta ao combate
'Vontade de quero mais'? Ex-auxiliar de Tite revela quando técnico deve voltar a trabalhar
Por Meu Timão
O técnico Tite surpreendeu no último sábado ao dizer que comandar o time de lendas do Corinthians lhe deu uma "vontade de quero mais" . Contudo, Cléber Xavier, seu ex-auxiliar e atual comandante do Santos, disse que o treinador deve voltar aos trabalhos apenas a partir de 2026.
"Conversei com ele, e o Tite tem buscado resolver o problema. Ele teve uma crise de ansiedade. Está muito bem, está feliz. Em breve, não sei se ainda este ano, mas quem sabe no início de 2026, já volte a fazer a função dele como treinador", disse Cléber Xavier em entrevista à Rádio Guaíba neste domingo.
Tite decidiu pausar a carreira em abril deste ano. O técnico estava acertado com o Corinthians e se apresentaria no mesmo dia em que teve uma crise de ansiedade , o que lhe fez não só desistir do acerto como também paralisar qualquer possível negociação para cuidar da saúde mental.
Assim, o Corinthians investiu e anunciou a contratação de Dorival Júnior no fim de abril . O contrato do treinador com o clube do Parque São Jorge tem duração até 31 de dezembro de 2026.
Cléber Xavier, vale lembrar, foi braço direito de Tite por muitos anos e só deixou sua comissão técnica em 2024 para tentar a carreira como técnico. Sua atual equipe é composta, inclusive, por membros que estavam na Seleção Brasileira com Tite, como Matheus Bachi, filho e ex-auxiliar do treinador. No Santos, são duas vitórias, dois empates e quatro derrotas em oito jogos até aqui.
Tite acumula três passagens no Corinthians: a primeira em 2004; depois entre 2010 e 2013; e a mais recente de 2015 a 2016, quando deixou o Parque São Jorge para comandar a Seleção Brasileira. Nesses três períodos, acumulou 378 jogos à frente do clube, com 196 vitórias, 110 empates e 72 derrotas (62% de aproveitamento), além de 536 gols marcados e 248 sofridos. Os dados culminaram nas conquistas dos Campeonatos Brasileiros de 2011 e 2015, o Paulista de 2013, a Recopa Sul-Americana de 2013, a Libertadores de 2012 e o Mundial de 2012. Sagrando-se, assim, como um dos maiores técnicos da história do Timão.





