Gabriel Ferreira
Enxergo o mesmo. Falar que esse tipo de contratação é 'cruzeirar' é muito raso! Uma quarta de final da CB paga o investimento desses caras. Sem falar no retorno da credibilidade que foi perdida, nos times de fora olhando com bons olhos pros nossos jogadores, no desenvolvimento dos garotos da base... Investimento bem feito nunca foi o problema!
em Mercado da bola > Futebol é negócio, e qual o problema?
Em resposta ao tópico:
É notável a preocupação da nova diretoria com a saúde financeira do clube. Gastos estão sendo enxugados, mas, como em toda empresa, o dinheiro tem que continuar entrando para o negócio ser viável.
E o que bota dinheiro no clube? Não é basquete, não é futebol feminino, não é futsal, não é o clube social. Só o futebol masculino produz receitas para ser autossustentável.
Um time na série B gera uma fração da renda que geraria na série A. Portanto, quando ouvimos jornalistas/torcedores dizendo que o Corinthians não pode contratar porque está em crise, alto lá!
Não pode contratar pereba, mas manter um time de alto nível é o negócio do Corinthians. Tem que parar de contratar? É como se o dono de um supermercado em crise parasse de comprar arroz, feijão e outras mercadorias: o dinheiro não vai entrar!
E mais, o investimento tem que ser de baixo risco. Jogadores experientes garantem uma performance mínima que eleva o padrão do time, com menos risco não performar em alto nível. Não é o caso de J Cafu, Léo Natel, dentre outras apostas de 'custo baixo' que deram grande prejuízo.
O futebol profissional masculino deve se prioridade. Clube social deve ser separado do futebol. E os demais esportes, quando houver viabilidade financeira.
O Corinthians tem que ter um time à altura de sua grandeza, sem fazer loucuras, com salário em dia. Base e jogadores com cancha, que aguentem jogos decisivos.
E com fé no futuro. O Corinthians sempre prevaleceu, contra tudo e contra todos. Dessa vez não vai ser diferente.
Vai, Corinthians!