Rafael Amorim Apoiador
Rapaz, classificação ficou muito complicada para não dizer improvável.
Não vejo possibilidade alguma de melhora a tempo.
A gente não ganha de um time que esteja na Série A desde agosto do ano passado! Olha que barril de pólvora.
Não conhecia esse Vitor Pereira e acho que tem que ter tempo, mas me pareceu um cara sem plano algum. Totalmente diferente do Abel Ferreira que planeja até quem vai entrar primeiro em campo entre seus jogadores.
Já não estava curtindo essa adoração inexplicável da torcida para um cara que mal se tinha notícia.
E o elenco? Que preguiça, hein? ! Willian, que nunca foi jogador decisivo, nunca foi o craque de qualquer time que tenha passado, mais uma vez só mostrando que ser protagonista não é com ele. Pode ser bom coadjuvante.
Mas vale milhões por mês para não decidir um jogo?
Digo sem medo que foi a pior atuação que já vi do Corinthians na história da Libertadors.
Realmente é como água e óleo. Corinthians e Liberta não combinam.
em Bate-Papo da Torcida > O problema não foi a altitude, foi a atitude!
Em resposta ao tópico:
Que dureza!
Um dos piores jogos que vi do Corinthians nos últimos tempos. Considerando que eu esperava ver uma evolução depois de mais de uma semana de treinamentos, mesmo na altitude, o jogo foi pura decepção.
Começou com uma escalação no mínimo duvidosa, com um time mais envelhecido do que o normal num jogo que precisávamos de pulmões jovens.
Depois veio aquele pênalti bizonho do João Pedro, com menos de 10 minutos de jogo.
Incrível como sempre tem um cabeça de bagre que da uma pixotada dessas e compromete todo o plano de jogo.
O time dominou a posse de bola no primeiro tempo, mas não chutou no gol. Teve só um chute perigoso do Renato.
Me animei quando o Vítor Pereira já veio com duas alterações antes do início do segundo tempo.
Róger Guedes e Maycon eram sangue novo, apesar de achar que não deveria tirar o Adson. Enfim…
Mas a alegria durou pouco.
A defesa exposta e a trombada de Gil e Cássio, escancararam nossos problemas. E de novo, uma jogada pela direita, onde sem Fagner não temos ninguém.
Não foi por falta de tentar, Vítor Pereira fez cinco alterações, mas nenhuma parece ter surtido efeito nenhum.
Você quase não ouviu o narrador falar em Róger Guedes, Giuliano, Mosquito, Maycon e por fim Piton no segundo tempo.
O problema hoje não foi a altitude, foi a ATITUDE, o time não mostrou poder de reação nenhum.
A sorte do Corinthians é que as próximas duas partidas da Libertadores serão em casa, o que pode permitir ao Timão, com o apoio da Fiel, chegar ao final do primeiro turno dessa fase de grupos liderando o grupo.
Mas se quiser passar para as oitavas, tem que mostrar muito mais futebol.
Vítor Pereira tem muito trabalho pela frente, tem que encontrar o time titular, e tem a partir de agora muito pouca margem para errar.
Vai, Corinthians!


