Washington Paula
Olha precisamos ter um ponto de equilíbrio. Que o treinador era inexperiente todos nós sabemos, mas que ao mesmo tempo o time joga bem em casa e fora de casa fica super complicado, quando o time ganha tudo está ótimo mas quando empata ou perde é um time fraquíssimo que vários jogadores não prestam e que por isso, precisa contratar muitos jogadores, outro treinador.
Por isso que digo que precisamos de equilíbrio temos jogadores que são a espinha dorsal do time como Cássio, Bruno Mendes, Fagner, Fausto e Renato, Roger G. E Yuri Alberto. Precisa de ajustes e os jogadores que entrarem ainda que não sejam do mesmo nível, se esforcem para segurar o empate e não tomar gols depois
em Bate-Papo da Torcida > Resumindo o futebol do Corinthians nesse começo de 2023
Em resposta ao tópico:
Defensivamente, horrível. Linhas espaçadas, cheias de buracos, correndo descoordenadamente, com falhas no timing de bote, erros de posicionamento.
Ofensivamente, o brilho de individual dos mais talentosos, em especial, Renato Augusto, fazendo a diferença. Com ele e outros fora, ou bem marcados, acabou. Zero ideias, zero repertório. Absolutamente nada. Coloca o Paulinho de centroavante e tome cruzamentos aleatórios. Muito toque de bola sem objetividade, pasmaceira, previsibilidade, todos estáticos, robóticos, preguiçosos.
Como conjunto, um caos. Lento na recomposição, totalmente descompactado, desorganizado e desencaixado, com atletas distantes uns dos outros, sem a menor sincronia.
Em resumo, somos um catado. Um time muito mal treinado. Estamos no nível Sylvinho de futebol. E isso é estarrecedor.
Cássio é o goleiro com mais defesas no Paulistão. Somos uns dos times que menos finaliza na direção do gol no campeonato.
Ou seja, medonho na defesa, no ataque e como equipe, coletivo.
E o pior de tudo isso é que já era mais do que esperado.
Efetivaram um analista de desempenho que ainda nem tem todas as licenças como treinador, trouxeram um preparador físico cujo último trabalho no clube foi risível e motivo de piada e chacota nacional, a não vinda de reforços, tirando um paraguaio mais velho e igualmente limitado, o não rejuvenescimento do elenco, um plantel que dita as regras, não gostando de treinos intensos e nem de cobranças quando atuam mal. Tudo isso sob a batuta de uma diretoria incompetente, amadora e varzeana, que gere o clube não por seriedade e profissionalismo, mas por amizade e coleguismo.
A tragédia era mais do que anunciada. A bomba relógio era mais do que clara que explodiria. O barco furado era mais do que nítido que afundaria.
Um planejamento medonho que nem o mais fanático palmeirense faria tão perfeitamente.
Enquanto os rivais evoluem, crescem e se profissionalizam, nós seguimos indo para trás, no improviso, na distribuição de cargos por amizade e na absoluta falta de respeito com o torcedor e a instituição.


