Paulo Santos
Potencial do Corinthians é justamente onde se concentra maior parte da torcida, ou seja, no estado de SP e nas 10 principais capitais do país.
O Flamengo têm muito mais torcida nos interiores e sertões do país, nos lugares mais distantes, logo em regiões que o PIB Per capta da galera é extremamente baixo se comparado com a do Corinthians em SP, Paraná, Mato Grosso do Sul, etc.
Pelo fato do Corinthians ter quase 50% do estado de SP, principal mercado do país, maior PIB, isso já dá um altíssimo potencial de arrecadação e investimento.
O Flamengo domina o Norte, Nordeste e boa parte do Centro-Oeste do Brasil, enquanto o Corinthians domina boa parte do Sul-Sudeste e algumas partes do Centro-Oeste, logo dominamos onde se tem mais money, enquanto o Flamengo domina lugares onde se tem mais gente (Nordeste) e menos money.
O potencial do Corinthians ser maior que o Flamengo é justamente nisso. Somos maioria onde o PIB prevalece. Ganhamos na qualidade, enquanto o Flalixo ganha somente na quantidade.
em Bate-Papo da Torcida > Qual a maior torcida do Brasil? Corinthians líder nessa nova ótica
Em resposta ao tópico:
Cruzamos os dados de duas pesquisas e a torcida do Corinthians tem possivelmente o maior PIB do Brasil, podendo figurar entre a 26ª e 22ª maior economia do mundo. Veja o resultado abaixo:
Corinthians: PIB entre R$2,878 Trilhões e R$3,907 Trilhões
Flamengo: PIB entre R$2,614 Trilhões e R$3,129 Trilhões
Palmeiras: PIB entre R$1,1189 Trilhão e R$1,622 Trilhão
Convertendo esses valores em dólares (1 dólar = 5,3 reais), o PIB da torcida corintiana está entre USD 543 bilhões e USD 737 bilhões, podendo figurar entre as posições de 26ª e 22ª maior economia do mundo, comparável à de países como Argentina e Suécia. Os dados, embora ainda não permitam cravar, revelam uma tendência do Corinthians ter a torcida com o maior PIB do Brasil, superando nominalmente a do Flamengo com cerca de 93% de probabilidade.
É óbvio que esses valores não mudam nada no curto prazo, mas é um dado muito pouco conhecido, e que interfere em muitas coisas, desde os valores das cotas de TV, no valor das ações de uma eventual SAF, de patrocínios e da marca Corintiana.
Esclarecimento: Esse estudo foi conduzido por um torcedor independente cruzando dados de pesquisas já encomendados por outros institutos no passado, e não tem o intuito de endossar qualquer iniciativa ou associação para além da própria torcida.
Metodologia:
Para estimar o 'PIB' de cada clube, combinamos dados da renda dos torcedores, obtidos na pesquisa Datafolha [1], com estimativas recentes do tamanho das torcidas feitas pela AtlasIntel [2]. Ajustamos uma distribuição lognormal aos dados de renda de cada torcida para representar fielmente seu comportamento, incluindo faixas mais baixas e cauda alta, e geramos amostras sintéticas proporcionais ao tamanho estimado de cada torcida; por exemplo, para o Corinthians simulamos três cenários: o pior caso com cerca de 28,8 milhões de torcedores e renda no limite inferior da margem de erro, o cenário base com valores médios de população e renda, e o melhor caso com aproximadamente 33 milhões de torcedores e renda no limite superior da margem de erro. A partir dessas amostras, somamos a renda anual total de cada torcida e, considerando que a renda corresponde aproximadamente a 60% do PIB, multiplicamos o total agregado por 1,67 para obter uma estimativa do PIB associado a cada clube, incorporando as margens de erro tanto da renda quanto do tamanho da torcida. O nível de confiança escolhido foi de 90%.
Observações técnicas: Os valores da pesquisa de renda são autodeclarações, então alguns torcedores podem mentir sobre sua renda. O Datafolha nem o GE divulgaram a margem de erro para a pesquisa de renda das torcidas, então estimamos com base em 2000 entrevistas.
Observação de cunho moral: Este estudo não tem o caráter de ser estigmatizante com relação à renda dos torcedores, com a única e exclusiva finalidade de comparar o potencial econômico dos clubes.
[1]:
[2]:

