Bruno Cipriano
Eu sei que o empresariado é um câncer na nossa base. Sei que precisamos de jogadores mais rodados para o elenco, o que justificava as contratações feitas. Mas discordo quando o assunto é investir na base. O Caio foi embora pq o Corinthians não quis exercer o direito de compra e investir no jogador, queria que ele ficasse no clube de graça, sem nenhum reconhecimento. Quem ficaria no clube dessa forma? Ninguém! Não estamos falando de um absurdo de dinheiro. O gustagol estava em uma fase boa na série b, mas será que valia os 5 milhões por metade dos direitos? Hoje ele é reserva do reserva no Bahia. Será que não era hora de contar com o Carlinhos que ano passado já integrava o elenco profissional? De dar rodagem para o moleque que já mostrou ter talento? Eu sou mais investir em uma promessa caseira, do que na dúvida de um jogador visivelmente meia boca.
em Mercado da bola > Joia Da Base - Caio Emerson - Absurdo
Em citação ao post:
Olha, não sou defensor da diretoria.
Mas sobre a base, aliás, sobre jogadores que aparecem no Corinthians, temos que ter cuidado com um fator. O empresário.
Alguém já viu empresário falar. Meu jogador é mais ou menos.
Não.
Empresário sempre diz, esse aqui é o novo Messi, novo Pelé, novo Fenômeno, novo Gamarra, etc.
E em cada contratação, deve-se analisar as circunstâncias.
Giovani Augusto, Marlone, Marquinhos Gabriel, Gustavo, etc.. Vieram após um desmanche no elenco e precisávamos de reforços urgentemente.
Marlone e Marquinhos Gabriel, já haviam mostrado em outras temporadas que tinham bom futebol.
Gustavo era artilheiro da série B, na época não podia contratar ninguém da série A. Então veio esse.
Guilherme e Giovani Augusto, não tem explicação mesmo.
Mas nessa época não se falava em usar a base, pq tinha dinheiro em caixa e precisava entrar e jogar, coisa que da base não ia acontecer.
E se o garoto não permaneceu, é pq não quis. Preferiu ir ganhar euros, se der certo por lá, bom pra ele, ou vira um Marquinhos ou um Matheus Cassini