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Meia histórico do Corinthians, Zenon elogiou Jadson e Sornoza

Meia histórico do Corinthians, Zenon elogiou Jadson e Sornoza

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

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Palavra de quem entende

Ídolo do Corinthians comenta problemas de criação da equipe e 'escolhe' posição para Pedrinho

Por Andrew Sousa e Vitor Chicarolli, no Parque São Jorge

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Mesmo sem uma defesa sólida, o setor de criação é apontado como grande problema do Corinthians na atual temporada. Com ideias e esquemas diferentes, o técnico Fábio Carille tenta resolver a situação que, para muitos alvinegros, tem a ver com a falta de um nome de qualidade na posição de armador.

Entre os grandes camisas 10 da história do Timão, Zenon discorda que o grande ponto seja falta de qualidade individual.

"Jadson e Sornoza são bons jogadores, com uma leitura de jogo muito boa. Mas que podem produzir mais, isso é verdade. Talvez falte um pouco de entrosamento para que as jogadas passem a ser criadas. Isso é uma questão que só com treinamento pode melhorar", afirmou, durante evento em homenagem à Democracia Corinthiana, na segunda-feira.

Leia também: Zenon responde críticos da Democracia Corinthiana e ressalta importância de evento no PSJ

Nas discussões sobre o tema, muitos alvinegros também cobram que Fábio Carille dê chances a Pedrinho pelo meio. Na visão do ídolo da Fiel, no entanto, o camisa 38 já está onde suas características podem ser mais aproveitadas.

"Eu gosto da forma como ele joga, pelos lados do campo. Ele fica com mais liberdade para criar jogadas. Se colocar no meio, vai estar congestionado. Ele vai pegar pouco na bola e criar menos. Pelos lados, então, acho que o rendimento dele é bem melhor", analisou.

Ao lado de outros nomes como Zé Maria, Wladimir e Dinei, Zenon foi um dos homenageados de almoço organizado por Walter Casagrande no Parque São Jorge, na última segunda-feira . A intenção do evento foi homenagear a Democracia Corinthiana, valorizada pelo ex-meia .

Veja mais em: Ídolos do Corinthians.

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117 Comentários Comentar >

  • Comentários mais curtidos

    Cezar Augusto #6.871

    O Pedrinho tem que ter liberdade pra se movimentar em todos os lados do campo na frente

  • Carlos Oliver #30

    Pedrinho vem mais participativo neste semestre e precisa de gols pra ganhar mais confiança

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  • Todos os comentários (117)

    Ramon Felipe #35

    Grande Zenon, saudações.

  • Alexandre Santos #165

    O grande problema que vejo no Corinthians, é aproximação, os caras faz jogo dos se vira nos 30! Muitas vezes Vagner Love está com 2 ou 3 marcadores correndo atrás de dele, que está com a bola nos pés, e não encosta ninguém para receber a bola, ou fazer uma tabela com ele.

    Os que estão mais próximos ficam parado olhando o que vai fazer como vai se sair para se livrar das marcações que está em cima dele.

    Quem sente muito está falta de aproximação, é o Danilo Avelar que muitas vezes abre os braços tipo ninguém vai encostar para receber a bola, tabelar comigo

    Carille deveria ver que o time não tem aproximação, sendo assim não consegue ter triangulação!

  • Marco Gueiros #1.818

    Eu também vi Zenon jogar, só que ele jogava com Paulinho ou Biro Biro e Socrates. Todos chamavam a bola de você e não excelência. Do lado direito o Super Zé e do lado esquerdo o incansável e craque Vladimir, ai fica mais fácil jogar. Agora jogar com Ralf, Gabriel e Urso que não conseguem dar um passe a não ser pra trás e para o lado e pouquissima habilidade pra limpar uma jogada fica difícil. Imagina um Pedrinho do lado de um Socrates ou de um Zenon. Continuo achando um absurdo o Pedrinho jogando na ponta e um Sornoza MALTRATANDO a bola, ou mesmo o Jadson se desfazendo da bola logo que a recebe sem dominar e fazer a criação de um meia.
    Do meio pra frente com Everaldo Pedrinho e Vital teremos habilidade e velocidade, mas o Homen prefere o Sornoza e o Clayson.

  • Anderson Martins #1.893

    Na minha opinião acho que ele deveria continuar jogando de lado e flutuando para o meio, um jogador sem ficar preso em uma posição só, com liberdade para criar, chutar e não voltar pra marcar. Antigamente os técnicos bons pediam para o melhor jogador ficar na frente incomodando mesmo sendo atacado pois sabia que o adversário teria que deixar dois ou três para marca-ló isso é inteligência de jogo.

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