Campeão Brasileiro em 90, goleiro é professor de escolhinhas no Timão

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Por Meu Timão

Wilson, encostado na trave, ao lado de Maizena, dentro do gol, e Ronaldo, agachado

Wilson, encostado na trave, ao lado de Maizena, dentro do gol, e Ronaldo, agachado

Reprodução/Terceiro Tempo

A máxima "o bom filho a casa torna" pode muito bem representar a carreira profissional do goleiro Wilson Macarrão. Arqueiro reserva do Corinthians durante a década de 90, ele se tornou professor de quatro franquias do Chute Inicial. Após se aposentar, ele ainda treinou equipes de base do Palmeiras antes de assumir compromisso com as escolhinhas do Timão.

Em entrevista concedida à JTV Online, de Campinas, em homenagem ao Dia do Goleiro (comemorado na última terça-feira), Wilson com carinho sobre a passagem que teve pelo Corinthians.Foram 60 partidas no Timão, com 32 vitórias, 18 empates, 10 derrotas e 45 gols sofridos, conforme apontado pelo "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte.

"Uma das maiores emoções por que passei foi tornar-me campeão brasileiro de 1990 pelo Corinthians (primeiro título nacional do clube), pois quase ninguém acreditada naquilo e eu passei um ano muito difícil em outros aspectos, foi uma redenção grande, nosso grupo superou uma série de adversidades e conseguimos o objetivo, colocando o nosso nome na história do clube", declarou o arqueiro também campeão do Paulistão e da Copa do Brasil de 1995.

Ao longo de sua trajetória pelo Corinthians, Wilson foi reserva de Ronaldo, apontado como um dos principais goleiros da história do clube do Parque São Jorge. Antes de defender o Timão, clube onde se aposentou, foi arqueiro de Pinheiros (atual Paraná), Colorado, Guarani e Grêmio Novorizontino.

"Sempre me identifiquei muito com as equipes em que joguei, dedicando-me ao máximo nos treinamento e jogos, independente da situação de estar jogando ou não. Amo muito a minha profissão e trabalhei e trabalho com paixão. O futebol é a minha vida, deu-me tudo o que tenho e ajudou muito em todo meu desenvolvimento profissional e pessoal", comentou.

"Cada clube proporcionou-me grandes e maus momentos, porém sempre fui muito respeitado em todas as equipes pelas quais passei, felizmente tenho abertas as portas em todos eles", finalizou.

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