Diretor do Corinthians polemiza sobre ação dos conselheiros: 'Não pede impeachment'

Diretor do Corinthians polemiza sobre ação dos conselheiros: 'Não pede impeachment'

Por Meu Timão

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Adauto saiu em defesa de Roberto de Andrade

Adauto saiu em defesa de Roberto de Andrade

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O processo de impeachment que se desenrola nos bastidores do Parque São Jorge divide o Corinthians. Se por um lado conselheiros oposicionistas apostam na queda de Roberto de Andrade, a diretoria de futebol do Timão refuta tal possibilidade. É o que ficou claro em entrevista coletiva concedida por Flávio Adauto nesta quinta-feira, no CT Joaquim Grava.

Ao ser questionado sobre a tentativa dos conselheiros de afastar Roberto de Andrade do cargo de presidente do Corinthians, o diretor de futebol descartou tal possibilidade. O dirigente, inclusive, chegou a negar que haja efetivamente um pedido de impeachment em curso.

"O impeachment não existe, não vai prosperar. Apenas isso que posso dizer. Esse documento que todos falam, vi ontem. Ele não pede impeachment, pede que a diretoria mostre alguns contratos. Foi decidido que esses contratos serão mostrados a quem tiver interesse. Conselheiros, etc. Quem quiser, vai lá ver tudo. O Roberto está muito tranquilo", disse.

"Minha certeza é absoluta. Não vai prosperar, não vai a lugar algum, não chega até o fim do ano", completou.

Fato é que, na última sexta-feira, o presidente Roberto de Andrade foi notificado pela Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians sobre o pedido de impeachment protocolado por conselheiros do clube. Conforme manda o estatuto do clube, o mandatário tem dez dias (contados a partir da última segunda-feira) para apresentar sua defesa.

Recentemente, o Meu Timão mostrou o que pode motivar o afastamento de um presidente e quais suas consequências imediatas. Se de fato houver a saída de Roberto, quem assumirá o cargo será o primeiro vice-presidente, que atualmente é André Luiz Oliveira, o André Negão. Entretanto, como restam mais de seis meses para as próximas eleições, em fevereiro de 2018, ele seria obrigado a convocar novo pleito.

Veja mais em: Diretoria do Corinthians e Impeachment.

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