Casagrande vê corinthiano Jô pronto para voltar à Seleção: 'Ano sensacional!'
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Por Meu Timão
Jô soma 18 gols pelo Corinthians neste Brasileirão
Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians
Um dos principais nomes do campeão Corinthians em 2017 e atual artilheiro do Campeonato Brasileiro, Jô sonha em voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira. E, ao menos na opinião de Walter Casagrande, ex-atacante e hoje comentarista da TV Globo, tal desejo está próximo de ser realizado.
Em participação no programa Troca de Passes, Casagrande disse que Jô merece ser convocado para a Seleção e, assim, ser testado às vésperas da Copa do Mundo da Rússia, em 2018. De acordo com o ex-jogador, o goleador corinthiano tem demonstrado comprometimento ímpar não só com o clube mas com a própria carreira.
“Pelo primeiro semestre percebi que o Jô estava um cara profissional, concentrado, determinado, não a ir para a Seleção Brasileira, mas a jogar futebol. Ele veio desacreditado para o Corinthians, com um passado de noitadas, essas coisas todas, não faz mais isso. O ano dele está sensacional”, afirmou Casagrande.
“O Tite está buscando um centroavante de área, ele já jogou uma Copa do Mundo, não iria se assustar com o tamanho do evento, acho que deveria ser testado. Não é campanha, até porque o Tite não precisa”, acrescentou o comentarista.
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Casagrande lembrou que Tite ainda não tem definida a posição de reserva de Gabriel Jesus. Nas últimas convocações, o posto esteve com Roberto Firmino, do Liverpool. Até por isso, Jô tem condições de fazer bonito novamente com a Amarelinha.
“(...) Para mim, o Jô é ‘mais’ jogador que o Firmino. Dentro de uma partida de futebol, esse Jô que está jogando o Campeonato Brasileiro faz mais coisas que o Firmino”, frisou, antes de recordar o período em que defendeu o Brasil dentro de campo.
“Quando eu ia para a Seleção, a concorrência era muito grande, tinha Reinaldo, Careca, Nunes, Roberto Dinamite... a gente sempre era convocado. Só perdi a vaga na Copa porque estava mal mesmo. Nos anos anteriores eu ganhava a posição porque fazia mais coisa dentro do jogo, saía para marcar, abria na esquerda, na direita. O Careca excepcional, um dos melhores atacantes do mundo, o Reinaldo também, mas eram mais centroavantes. Às vezes, o treinador preferia que eu jogasse porque eu fazia mais funções dentro da partida. E o Jô faz isso.”
Atuando pela Seleção, Jô foi campeão da Copa das Confederações de 2013 e semifinalista da Copa do Mundo do Brasil, em 2014.
