Com promessa de gerir o Corinthians como uma grande empresa, Paulo Garcia fala ao Meu Timão

Com promessa de gerir o Corinthians como uma grande empresa, Paulo Garcia fala ao Meu Timão

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Paulo Garcia atendeu a reportagem do Meu Timão em seu escritório no Belenzinho

Paulo Garcia atendeu a reportagem do Meu Timão em seu escritório no Belenzinho

Foto: Larissa Lima / Meu Timão

Em outubro de 2007, Paulo Garcia foi derrotado no Conselho Deliberativo na tentativa de assumir como presidente interino do Corinthians após a renúncia de Dualib. Em fevereiro de 2009, com eleição direta (votos dos associados), nova derrota para Andrés Sanchez. Em fevereiro de 2012, um novo revés, desta vez, para Mário Gobbi.

Após se negar a participar do pleito de 2015, Garcia está de volta e tentará pela quarta vez concretizar o sonho de sentar na cadeira de presidente de um dos clubes mais populares do mundo.

Confira as entrevistas com os outros candidatos:
Andrés Sanchez: "Institucionalmente o Corinthians deu uma parada"
Antonio Roque Citadini: "O Corinthians é o Corinthians e basta"
Felipe Ezabella: "Clube ainda é muito dependente da receita de TV"
Romeu Tuma Júnior: "Não faço promessas, assumo compromissos"

Por cerca de 30 minutos, o candidato atendeu a reportagem do Meu Timão e falou sobre diversos assuntos. De acordo com Paulo Garcia, a ideia principal é colocar sua experiência como empresário - é o atual presidente da Kalunga -, a serviço do Corinthians.

O objetivo, segundo ele, seria o de colocar o clube nos trilhos em relação à parte financeira, além das melhorias no Parque São Jorge e a manutenção de uma equipe de futebol que brigue por títulos.

Acompanhe os principais trechos da entrevista exclusiva

Meu Timão: Você demorou para decidir, mas o que levou você a encarar o desafio de ser presidente do Corinthians?

Paulo Garcia: Eu tenho condições estatutárias, tenho tempo para isso, e quero contribuir que eu gosto, que me criei. Tenho condições de agregar à marca Corinthians e ser importante na vida do clube.

O que você, como um grande empresário, acha que pode ajudá-lo?

Ajuda bastante, mas mesmo fazendo um grande planejamento, fazendo tudo certo, se o time não ganhar.... infelizmente, se vê o resultado e não o trabalho. Infelizmente é isso. O clube precisa ter um plano diretor de dez anos, gastar para correr atrás de pagar. Uma empresa faz um estudo da parte financeira, ver o que sócios querem em pesquisa, para fazer de fato algo importante para o clube. Tem de planejar para os anos futuros.

Que imagem você tem do atual momento do clube?

O Corinthians é como todos os outros clubes do Brasil. Esse negócio de antecipar contrato é uma coisa que não poderia ter acontecido. Se o clube fosse bem administrado, ele teria receita, seria muito mais tranquilo para ser tocado. Agora, você tem de sentar na cadeira, pedir os 90 dias, fazer uma diligência, levantar tudo, os contratos, do estádio, para depois negociar com quem quer que seja, para ter um embasamento. Sair falando por falar não leva a lugar nenhum. Ninguém sabe, tem de ter uma pessoa especializada para ver isso. Então uma análise total para ver o rumo que vai tomar.

Há reclamação de falta de transparência. É possível melhorar nisso?

Nas minhas propostas há um portal de transparência, mas para contas magnos. Folha de pagamento do departamento de futebol, todo englobado. Não detalhar para todo mundo porque, a grande realidade, o salário é sigiloso de todos. E fazer assim com todos os departamentos e com todos os custos e receitas. Agora, muitas vezes você tem contrato de confidencialidade, por exemplo, o da Nike, da Globo... que devem ter cláusulas de confidencialidade. Então não dá para expor o contrato em si, mas a receita num todo, desde que seja propaganda X eu acredito ser viável para saber se está arrecadando e onde o dinheiro está sendo investido. Mas, para isso, existe um negócio chamado auditoria, e em tudo, para avaliar aquilo que você está fazendo. Porque a auditoria, na grande realidade, o pessoal faz uma confusão muito grande, acha que é uma investigação. Auditoria é uma amostragem, e dentro das regras todinhas para seguir. Agora, uma diligência de fraude é outra coisa, o pessoal ainda faz, até no próprio conselho, uma mistura muito grande em cima disso. Processos corretos para serem feitos, disciplinas, normas, tudo aquilo que tem de ser feito igual a uma empresa, porque o clube é uma empresa, quer queira, quer não. E tem pessoas competentes, tem pessoas que te ajudaram na eleição, ajudaram de uma forma geral, que são seus amigos e você colocar como vaga de emprego. Aí você vai ser fadado ao insucesso e a morrer abraçado junto com ele. Você não vai ter êxito nenhum. Se já, profissionalmente o futebol é um pouco difícil porque é muito emocional, imagine se você colocar pessoas que não tenham aptidão a isso.

O que o senhor pensa em emprestar dinheiro ao Corinthians, como o Paulo Nobre fez no Palmeiras?

Não vai acontecer pelo seguinte: primeiro, o estatuto proíbe e, segundo, mesmo que não proibisse, eu não faria porque o Corinthians não é uma instituição de caridade. O Corinthians tem uma marca forte, o problema é que ele tem uma coisa chamada gestão, se você tiver aplicando tudo corretamente, se tiver uma gestão positiva e começar a implantar isso, acho que o Corinthians evidentemente tem de dar um passo para trás para dar dez para frente. Então é momento de se parar, ver todos os problemas que tem e daqui para frente tentar fazer um plano futuro e dividir o Corinthians em quatro. Dividir o clube, a Arena, a base e o futebol, e traçar um perfil para cada departamento desses.

Paulo Garcia tenta chegar à presidência pela quarta vez

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Larissa Lima / Meu Timão

O que pensa sobre o percentual mínimo dos direitos econômicos dos garotos da base?

Eu penso que o ideal seria 100%. Primeiro, você assumindo, tem de respeitar os contratos que tem se não você vai ter um prejuízo financeiro e moral, porque se o clube aceitou da forma que está daqui para frente é evitar. Isso tem de ser caso a caso. Eu pretendo que seja 100% do clube. Se ele parece com o Neymar, você dá quantos por cento? Você fala não quero? Então é uma situação que é fácil você falar, você tem de ver as oportunidades que venham a ter. Vamos ver na prática o que vai acontecer. Se você vai abrir mão de um garoto excelente porque você tem 50%. Eu acho que até o fator de quanto ser para o atleta e tudo isso tem de ser estudando. Hoje eu não sei me basear em qualquer número. O pessoal fala 80% ser do clube, mas acho que isso não é uma realidade absoluta.

Como minimizar a quantidade de jogadores emprestados que têm salário pago pelo clube?

Eu acho que dá para minimizar porque o Corinthians tem de contratar jogadores que venham solucionar o problema dele. E se contratar por contratar, acho que se pode errar bastante, e acaba acontecendo. Mas eu acho que tem muita contratação que dentro do clube tem melhor. Ou com valores menores, acho que tem de uma maneira significativa.

Você é a favor ou contra a criação de um time B?

Eu acho que emprestar para adquirir um pouco de experiência é uma solução. O time B pode ser uma solução se for onerar. Porque se for emprestar e ainda tiver de pagar, é melhor fazer um time B. Agora, tem de ver a situação, ver se tem um espaço, uma estrutura para poder ter realmente alguma coisa que seja boa para o clube.

O que pensa sobre o departamento de futebol do clube que é tocado no CT?

Eu acho ótima a gestão. Teve dois títulos importantes. Acho que tem de continuar blindado. Agora, eventos com direito de imagem, uma festa, alguma feira, o jogador do Corinthians participar eu acho bom. Para treinar, essas coisas, tem de ser lá mesmo. Agrada, só que agora tem de fazer um reforço no time e tirar alguns jogadores que estão um pouco aquém do Corinthians. Então tem de se tirar alguns e realmente acho que precisa de algumas contratações para reforçá-lo. O carro-chefe é o futebol. O futebol indo bem, enche estádio, vende camisa, agrega. Então se tem de investir no futebol que é o carro-chefe do clube.

Contratações de grandes nomes fazem parte da sua meta?

Eu acho que vencendo está bom. Agora, é um time que se você for ver no papel, e se for comparar com os outros, é superior tecnicamente. Às vezes até acaba atrapalhando uma questão dessa, isso é o momento técnico. Evidentemente quando você tem jogadores de destaque e acaba reforçando um pouco a marca do clube, mas vencendo, como foi esse ano, foi ótimo. Acabar um Campeonato Brasileiro como campeão antecipado é o melhor dos mundos.

O que pensa sobre a parceria do clube com a Omni?

Olha, são muito legais os contratos que estão sendo feito e se não for aquilo que serve para o Corinthians você tem de trocar, evidentemente. Como falam muito, eu não tenho base legal para isso, eu não sei se é politicamente, queriam, inclusive, o impeachment do Roberto de Andrade. Tanto é que foi bloqueado o impeachment e o clube teve essa fase tanto do clube social quanto do futebol. Não se teve problema nenhum. O pessoal tem de entender que tem se ser a favor de tudo, e não contra tudo. Então ficar fazendo esses barulhos todos prejudica mais o Corinthians. Então você vai lá e pega banqueiros que não quer emprestar dinheiro porque falam que você está quebrado, ninguém quer colocar a marca porque tem problema da Lava Jato, todo mundo é ladrão... O pessoal tem de entender que os adversários do clube estão fora do Parque São Jorge, fora do Corinthians, e não dentro. É óbvio que tem mais esse negócio de inimigo político, e isso que está errado. Só é desse jeito se eu estiver participando, e fica um monte de inimizade gratuita. Clube social é para agregar sócios, para você fazer amizade, e não para ir lá no final de semana para arrumar confusão. É um negócio que não faz sentido. Eu, particularmente, perdi a eleição para Andrés e para o Mário e continuei sem problema algum, não vejo ninguém como inimigo, apenas como adversário. Ganhou? Seja feliz. Fui conversar algumas vezes com eles pessoalmente, sugeri algumas coisas, e ele eles estão lá sentados na cadeira, sabem o que está acontecendo. Agora ficar criticando, ninguém acerta tudo. E também, além da crítica, a boataria. Às vezes o boato é pior que o fato. Então se cria algumas expectativas e isso denigre a imagem do clube e todo mundo se afasta de você. Muitas vezes você pode chegar e se surpreender com muita coisa, com coisas positivas ou negativas. Então, eu não sei, na grande realidade não quero ser leviano de sair acusando, falando, daquilo que eu não tenho certeza.

Sobre o sistema de sócio-torcedor, o que pensa sobre ele?

Eu acho ótimo, no mundo todo é assim. Tem empresa de tickets especializadas nisso. Tem até multinacional nesse segmento hoje. É um caso para se estudar, porque se você vai para um lado, você acha outro. Se você vai para o outro... Tem os prós e os contras, tem de colocar na balança aquilo que é melhor. Você deixa dez anos o sócio torcedor, é sob um critério. Agora, o pessoal tem de conhecer de fato o clube, conhecer tudo, tem de se manter informado, porque se não ele vai votar como se vota para um político qualquer que faz um promessa e depois acaba não acontecendo nada. Existe um período. Mas tem de se estudar. Acho que não se pode descartar nada, tem de se fazer um estudo de viabilidade. Se for viável, ótimo. Vamos ver o que que agrega isso.

Como equacionar a dívida da Arena Corinthians?

Eu penso que é melhor contratar uma empresa especializada nisso. Hoje tem muitas empresas no Estados Unidos que entendem de patrocínio dentro da área de eventos e que são focadas nisso. Você tem de estudar e ver propostas desse pessoal que é muito melhor do que você tentar inventar moda. Se você quiser ter sucesso, tem de tentar se pegar com aquilo que está lá em cima, tentar fazer igual, não precisa nem inventar nada é só fazer igual que você vai estar na camada de cima. Agora, ficar tentando quando já tem solução, é a mesma coisa de um desenvolvimento de software. Por que vamos tentar fazer um software diferente se tem 1000 prontos? Vou ter um custo a mais, apanhar para fazer... Temos de ser mais práticos, mais objetivos, e bem comerciais.

Mas é possível resolver a dívida?

Tem de ver o fluxo de caixa, o que eu tenho de receita, de pagamentos, para ver se isso se enquadra. Não adianta você falar aleatoriamente porque eu não sei a situação financeira. Hoje o que acontece nos clubes, que estão todos endividados, primeiro se gasta e depois se sai correndo atrás, aí se tem de antecipar contratos, tem de tomar dinheiro emprestado, fatiar jogadores e assim vai... Não teve uma espinha dorsal, um planejamento realmente, um plano onde você saiba que não pode fazer determinada situações. Porque aí fica tudo comprometido e a pessoa que entra hoje não sabe o que vai encontrar pela frente, então é uma situação muito complicada. E, sendo transparente, você tem de levar ao conselho quando é relevante a situação, e não tomar uma atitude isolada. Você leva o planejamento para que o pessoal faça. Com antecedência, para que se leva à pessoas de confiança. Muitas vezes o conselheiro teve uma empresa e entende da situação, e por isso participa do conselho. E muitas vezes as pessoas não sabem do que se trata e ele vai votar em alguma coisa que ele nem sabe porque está votando. Por simpatia, ou porque está no grupo. E as coisas não dessa forma. Querem fazer um conselho de gestor, de ex-presidentes, de pessoas que já vivenciaram aquilo, para que elas vejam as dificuldades que tem e comprem a ideia. Tem gente que fala que não tem cultura para isso, mas cultura e inteligência são coisas bem distintas. Você vai pegando situações que muitas vezes não está enxergando aquilo, então é muito bom debater com as pessoas.

Paulo Garcia quer a Arena gerando mais receitas ao clube

Paulo Garcia quer a Arena gerando mais receitas ao clube

Larissa Lima / Meu Timão

Ainda acredita ser possível o naming rights?

Eu não sei. Tem de saber exatamente qual é o custo desse estádio. A manutenção não deve ser barata. É um negócio meio subjetivo, você não sabe se está sendo feito tudo o que é necessário ou se está sendo feito igual bombeiro, dando problema e arrumando. Isso é muito relativo, o custo e a deterioração acontecem em qualquer situação, então temos de estar com as coisas na mão para poder falar. O naming rights são R$ 2 milhões, isso já consome muito da renda, só no estádio. Agora, dentro dos jogos, se tem toda uma estrutura de folha de pagamento, por isso digo que é difícil se fazer uma análise dessas. Mas isso temos de debater, tenho que ter uma reunião que não tive até hoje. Tem empresas norte americanas e europeias que administram tudo isso aí, e eu quero ver o que eles têm a oferecer, para saber se é viável ou não. Porque já tem os fornecedores, os patrocinadores... Tem até 30, 40 arenas de empresas que são todas iguais. Eles já têm foco.

Sobre a política no valor dos ingressos, o que pensa?

Eu não acho que dê para fazer mais barato, não. Tem um custo isso aí, falamos agora da manutenção do estádio, e se não tiver receita, o negócio não acontece. Você vai num teatro, num show, quanto se paga no ingresso? E lota. Então eu acho barato para as pessoas de poder aquisitivo maior. As pessoas de poder aquisitivo menor, tem de ter ingresso compatível para eles também. Agora, é uma empresa privada. Acho muito barato dentro do clube, a utilização e locação dos camarotes eu acho baixo. Acho que se fizer um trabalho vende muito mais caro, que é focado nas empresas, nos políticos. Tem um monte de situações para mexer em cima disso. Porque o Corinthians vive de receita, então se deve ter uma receita e se pagar o estádio. Tanto é que se não fica sem pagar as contas, para depois gerar esses lucros. O Corinthians tem mais classe A, B, C, D, E. Se tiver 10% são R$ 3 milhões. Acaba você tendo um público certinho para cada local. Eu acho que dá para aumentar o ingresso.

É possível fazer algo com a Fazendinha?

O cara pegar o terreno do clube e fazer um projeto, tem gente especializada para isso, debater com os sócios e conselheiros, ver o que é feito nos outros clubes para poder implantar. Não sei se dá para fazer um shopping, se dá para pôr Arena, porque tem o CT, tem problema de tráfego. Então tem de ver se é viável na legislação de São Paulo ter uma Arena naquele local. Tudo isso temos de ver. Enquanto você faz um planejamento desse para mostrar para o conselho, para que ele debata e vote, você tem de fazer um retrofit para dar condição de uso, porque está muito deteriorado também. Hoje temos de dar uma arrumada.

Temos de agregar mais sócio. Porque se acender a luz para um ou para mil o custo é o mesmo. Quanto mais você tiver, mais você arrecada nos bares, nos restaurantes, o clube começa a pegar vida, então temos de fazer vários projetos para que as famílias voltem. O clube não tem nada que atraia a mulherada. Quando você tem monitor, espaço para mulher, espaço para terceira idade, você traz de volta as pessoas. Ter hidromassagem, hidroginástica, aula de dança, turismo para a Arena, uma integração, as mulheres para fazer crochê, sei lá. Isso faz com que o sócio volte a conviver com pessoas, que jogue um baralho, ele vai ter uma atividade que não teve durante a semana. E, de uma certa forma, vai estabelecer uma forma de dar mais vida ao clube.

Vamos dizer que um sócio pague de mensalidade anual R$ 1 mil. Se ele trouxer três sócios, ele ganha um ano de graça, porque você vai conseguir três. Então você tem de fazer todas umas ideias assim para fomentar, porque você fomentando, se o clube der um prejuízo, acho que com determinadas atitudes você faz uma movimentação e uma entrada de caixa maior, sendo que o custo vai permanecer o mesmo. É tudo igual. O que não pode é ficar da forma que está, alguma coisa tem de ser feita.

Por fim, qual recado ao torcedor e ao associado?

Primeiro que ele pode pensar que eu vou trabalhar totalmente para o clube junto ao Flávio e com Edson. E vamos tentar fazer o melhor para o clube. Nós vamos até implantar uma regra dentro do clube para fazer um planejamento de fato e não só de discurso. Que o Corinthians tem uma vida e daqui para frente vai melhorando cada vez mais.

Veja mais em: Eleições no Corinthians.

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