Fagner cita ídolo italiano ao recordar pênalti perdido e revela dívida com Maycon

Fagner cita ídolo italiano ao recordar pênalti perdido e revela dívida com Maycon

Por Vinícius Souza, Lucas Faraldo e Rodrigo Vessoni, no CT Joaquim Grava

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'Salvo' por Maycon, Fagner revelou que deve jantar ao companheiro de equipe

'Salvo' por Maycon, Fagner revelou que deve jantar ao companheiro de equipe

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Fagner teve ainda mais motivos para sorrir após a vitória do Corinthians nos pênaltis sobre o Palmeiras que pôs fim ao Campeonato Paulista, no último domingo, no Allianz Parque. Não somente pelo título estadual em si, mas porque por pouco não se tornou “vilão” no Timão. Três dias após o polêmico clássico, o camisa 23 abriu o jogo sobre o penal desperdiçado e agradeceu publicamente a Maycon, responsável por sacramentar a conquista alvinegra.

Aliviado, o lateral-direito citou até o ex-meio-campista Roberto Baggio, ídolo do futebol italiano, marcado pelo fracasso na final da Copa do Mundo de 1994, na qual também isolou seu chute cobrado em cima de Taffarel nos pênaltis. “O Baggio era o melhor do mundo e errou. O Fagner errar é tranquilo”, brincou Fagner, antes de comentar os dias posteriores à conquista do Timão:

“Um turbilhão de coisas boas. Primeiro, conseguimos um feito importantíssimo na carreira de cada atleta, do clube, da comissão. Foi grandioso tudo o que conseguimos. Uma conquista de superação mesmo. Depois vem a comemoração, com a família. Eles merecem. Cara, eu passei uma tranquilidade tremenda para o Maycon na hora do pênalti, porque eu já tinha errado o meu, então só falei para ele ‘salva a minha vida’ e ele foi lá e salvou. Estou devendo um almoço para ele”, revelou o lateral, aos risos.

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Bicampeão paulista consecutivo, o Corinthians já se prepara para a estreia no Campeonato Brasileiro, domingo, contra o Fluminense, na Arena Corinthians. Para Fagner, embora a equipe de Carille venha de um 2017 fora da curva e de um primeiro semestre já campeão, é necessário deixar a euforia para trás. Timão favorito? Rumo ao octa? Calma lá...

“Deixa o Corinthians como zebra, é melhor. Toda vez em que fomos zebra, ganhamos alguma coisa. Deixa os outros como favoritos e a gente vai comendo pelas beiradas, quietinhos, trabalhando do jeito que a gente sempre fez. Com pé no chão, porque o Brasileirão é muito longo, precisa de todos os atletas. Então é pensar jogo a jogo para estarmos sempre em cima, brigando por Libertadores, e naquelas dez rodadas que definem o campeonato a gente estar brigando ainda”, declarou, antes de dar indícios de que o Corinthians deverá manter para 2018 a filosofia pilar do Brasileirão-2017.

“Acho que tem que ser jogo a jogo, como foi no ano passado. Não adianta pensar no terceiro jogo da série se não fizermos dois bons jogos. Nosso primeiro objetivo é fazer um bom jogo em casa contra o Fluminense, aí viramos um pouco a chave, vai para a Libertadores, em jogo difícil fora de casa. Depois, dois jogos fora pelo Brasileiro. Então a gente sabe como é difícil, você jogar fora de casa, dentro. Você tem que pontuar sempre. Então o objetivo tem que ser a cada partida”.

Em cinco temporadas no Corinthians, o ala de 28 anos soma quatro títulos. Questionado sobre o DNA vencedor do time do Parque São Jorge, ele prefere enaltecer outra parte do clube: aqueles que costumam estar longe dos holofotes, também responsáveis por manter o Corinthians na elite.

“O Corinthians tem uma filosofia de trabalho que já vem de uma década. Com Mano, Tite e agora com Fábio. O jogador que chega aqui, ele que tem de se adequar. Não o contrário. Manter a base, o que facilita a adaptação de quem chega. O ambiente é muito bom, desde o porteiro, todo mundo te trata bem. O dia a dia faz com que fique gostoso trabalhar, as pessoas sentem prazer em estar dentro do clube. Isso tudo faz com que o clube seja vencedor, não é à toa que conquistou tudo isso nos últimos dez anos”, completou.

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