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Ex-diretor do Corinthians aponta diferenças de trabalho no Brasil e na Europa: ‘Não existe política’

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Por Meu Timão

Edu Gaspar ocupou o cargo de gerente de futebol do Corinthians entre os anos de 2011 e 2016

Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

Ex-diretor do Corinthians, Edu Gaspar apontou as diferenças de trabalho em clubes do Brasil e na Europa. O dirigente atualmente compõe a diretoria do Arsenal, da Inglaterra, onde afirma que se sente em uma empresa, já que “não existe política” no dia a dia.

Aqui não existe política. Eu entendo e respeito o processo no Brasil. Eu me dei bem com todos os presidentes no Corinthians, mas aqui é diferente. Eu tenho a sensação de que vivo em uma empresa. Uma empresa de futebol. Eu participo e discuto todas as questões. Orçamento, investimentos, equilíbrio financeiro. Tudo. Pode ser que no Brasil por eu ser novo e em início de carreira, as pessoas não me passavam toda essa parte administrativa. Mas aqui não. Aqui eu tenho bem mais autonomia”, afirmou Edu Gaspar em entrevista ao jornal Estadão.

Edu Gaspar assumiu o cargo na diretoria de futebol do Corinthians em 2011, logo depois de se aposentar. Ele permaneceu no clube do Parque São Jorge até 2016, quando saiu com Tite para comandar a Seleção Brasileira, e nesse período conquistou os títulos da Libertadores e do Mundial em 2012, além dos dois Campeonatos Brasileiros, em 2011 e 2015.

Apesar da forte influência política, Edu Gaspar valorizou a primeira experiência como diretor de futebol no Corinthians, onde ele julga que a pressão da torcida e que isso o preparou para o mercado internacional.

Se você sobrevive no Brasil, você sobrevive aqui na Europa e em qualquer lugar do mundo. Além da política, o Brasil existe uma pressão muito grande da torcida. E ela é bem exagerada, ainda mais no Corinthians”, completou.

Cenário político turbulento no PSJ

O cenário político atual do Corinthians vive turbulências nos últimos dias. A reportagem do jornalista Juca Kfouri na coluna dele no UOL denunciou a existência de uma empresa ‘laranja’ na intermediação do acordo com a Vaidebet, patrocinadora máster do Timão.

A pressão nos bastidores resultou na solicitação de licença de Sergio Moura, superintendente de marketing, e do pedido de demissão do diretor jurídico Yun Ki Lee, que decidiu deixar o Corinthians junto com Fernando Perino, diretor adjunto do departamento, após o presidente Augusto Melo não acatar a recomendação dele de afastar Marcelo Mariano, diretor administrativo ligado nas notícias envolvendo o caso Vaidebet.

Em cinco meses de gestão, Augusto Melo já perdeu quatro diretores, um superintendente, e o apoio de um dos líderes de uma chapa que o apoiou nas eleições de 2024.

Veja mais em: Diretoria do Corinthians e Ex-jogadores do Corinthians.

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