Luis Cavalcanti
Eu li alguma matéria recente que dentro desse acordo o Corinthians ganhou 2 anos de carência 2021/2022. Só começaria a pagar novamente 2023. Procurei agora a notícia e não encontrei. Escrevi com base nisso, mas se eu estiver errado sigo totalmente a sua lógica.
em Bate-Papo da Torcida > Equilíbrio das Contas
Em citação ao post:
Concordo com quase tudo, tem que fechar o ano sem déficit, de preferencia um superávit (se conseguisse uns 20 ou 30 milhões seria espetacular) somente com relação ao acordo com a Caixa, o que tenho de informação via imprensa, não é exatamente isso.
O que acontece é que o acordo prevê o pagamento de parcelas anuais (em torno de 36 milhões por ano) com a primeira ao final de 2022 (novembro), então no ano que vem, não da para contar com os tais 2 milhões (brutos) por jogo.
A conta tem que ser o valor liquido (das despesas com o jogo e da manutenção obrigatória da arena) da arrecadação (digamos uns 1,4 milhões), digamos que tenha uns 30 jogos no ano na Arena (media de 3 jogos por mês em casa) da ai uns 42 milhões, soma-se o NR (+15) totaliza uns 57, vamos arredondar para 60 (tem várias outras propriedades na Arena, como restaurantes, eventos, camarotes, etc...) então sendo bem conservador sobra uns 24 milhões por ano (60-36) o que e muito bom (se pensar já da para provavelmente pagar o Renato e o Giuliano por exemplo), então de fato a volta da arena já da um ótimo alento financeiro.
O foco então deveria ser concretizar este acordo, e tentar alavancar outras receitas (venda de atletas da base, receitas novas de acordos de patrocínios, etc...), de forma a gerar um superávit anual em torno de uns 50 a 100 milhões e reduzir a divida do clube ao longo dos próximos 5 a 10 anos, ai sim (com uma divida em um nível próximo a 80% das receitas anuais (algo que os Molambos tem hoje por exemplo), já daria para manter este time competitivo brigando pelos principais títulos em todos os anos.