Sidney Sillas
Essa proposta de jogo já foi apresentada ao Tite pela jornalista André Rocha em um papo sobre tática e ele disse que não gosta de fazer saída de três, prefere ter os laterais mais próximos pra uma eventual perda de bola. Portanto não vai rolar. O problema, na minha opinião, é que muitos times já sacaram como funciona a saída de bola do Corinthians, basta bloquear as saídas com os laterais e encostar alguém no meia que venha pra receber que o time fica sem saída. Ano passado a compensação era feita com R. Augusto recuando pra receber a bola e Jadson fechando da direita pra dentro para que juntos os dois executassem as famosas triangulações, porém esse ano não existe mais essa alternativa, Tite tentou emular essa jogada com G. Augusto e Guilherme, mas as características dos dois não permitiram, o treinador tenta então usar o pivô de André pra segurar as bolas que acabam sendo esticadas da defesa, o problema é que o André está mal e não consegue segurar a bola, restando as tentativas frustadas de usar as pontas, como apresentado no texto. Todos esses problemas juntos e aliados à instabilidade psicológica do time quando joga fora de casa são bastante preocupantes ao torcedor corintiano. Resta esperar que Tite encontre alguma outra saída, até o momento desconhecida, ou que o tempo de trabalho que traz entrosamento apresente soluções a um time que precisa de novas alternativas.
em Análise dos jogos > O que falta ao Corinthians
Em resposta ao tópico:
Antes de tudo, queria deixar bem claro que não sou um analista profissional de esquemas táticos e nem me sinto um. Sou apenas um torcedor Corinthiano buscando melhorias para o time.
Observo, desde o início da temporada, que os times adversários estão marcando sob pressão. E o pior de tudo: não sabemos lidar.
Assim, a bola é rifada, ou tocada aos meias abertos (Lucca e Giovanni Augusto) para fazer a parede, quase sempre perdemos a posse.
Foi aí que comecei a observar alguns jogos europeus, e pesquisar sobre na internet. Cheguei à 'superioridade numérica'.
Com a bola, e sem, jogamos no já tradicional 4-1-4-1. Geralmente, quado não somos pressionados, a bola é distribuída ao Bruno Henrique ou Guilherme. Elias participa, porém menos.
Enfim, nação, gostaria de ver um dia o Corinthians atuando assim. Seria uma boa resposta a pressão adversária. É muito comum ver esse tipo de tática sendo usado nos grandes europeus.
Obs: esse seria meu time titular. Fico em duvida apenas entre Arana e Uendel.
Abraços!