Alex admite ter temido eliminação e brinca sobre Cássio: 'Deu uma assustada no Diego'

Alex admite ter temido eliminação e brinca sobre Cássio: 'Deu uma assustada no Diego'

Por Meu Timão

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Alex antes de cobrar falta que originou primeiro gol de Sheik sobre o Boca, na finalíssima da Libertadores

Alex antes de cobrar falta que originou primeiro gol de Sheik sobre o Boca, na finalíssima da Libertadores

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Ele não defendeu um gol certo, como Cássio, ou marcou dois na decisão contra o Boca Juniors, como Emerson Sheik, mas foi tão importante quanto. O meia Alex se lembra com carinho do título da Copa Libertadores da América de 2012, conquistado pelo Corinthians há exatos cinco anos. Em entrevista à ESPN Brasil, recordou momentos marcantes da campanha vitoriosa – e invicta.

“Não, a gente não pensava (ganhar invicto). E a gente revê as histórias e fica lembrando”, diz Alex, visivelmente emocionado. “Porque, cara, jogar no Corinthians realmente é uma pressão, e participar disso, do jeito que foi... Você vê os caras falando. Uma das coisas que eu mais agradeci a Deus foi por ter tido a oportunidade do Tite e o Andrés (Sanchez) me convidarem para vir para o projeto, porque esse clube gigante tinha espaço para esse projeto, precisava dessa libertação”, conta o ex-camisa 12 corinthiano.

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Uma das principais lembranças do torcedor em relação à Libertadores 2012 passa pelas mãos do goleiro Cássio. No duelo contra o Vasco válido pela volta das quartas de final, no Pacaembu, Diego Souza ficou frente a frente com o arqueiro, finalizou rasteiro no canto e viu a “muralha alvinegra”, que havia acabado de chegar ao Parque São Jorge, evitar um gol certo.

“Foi uma falta que eu inclusive bati, né? (antes do lance de Diego Souza). Eu já não tinha mais condições, chegou uma hora que eu estava caminhando, já pensando na eliminação, de não sair do Pacaembu, pensando no Alessandro, de tudo que havíamos construído com a consistência de todo mundo deslumbrar uma real conquista”, admite Alex, que comemora com bom humor a defesa de Cássio.

“Mas ali passou tudo na cabeça, o medo veio. Sorte que o Cássio, feio, deu uma assustada no Diego além do tamanho dele. Mas a competência veio nesse momento, porque a gente fala da saída do Julio Cesar e futebol tem disso, dos momentos. E o Cássio, como só teve a base no Brasil, ele saiu, ninguém sabia o que esperar do Cássio no geral. A gente começou a ver isso nos treinamentos. O que era difícil fazer gol no Cássio, era impressionante”.

Alex teve participação fundamental na conquista corinthiana. Titular sob o comando do técnico Tite, dividia a criação da equipe com o meia Danilo, ainda atleta do clube, além de ser responsável pelas bolas paradas do elenco. Cinco anos depois da final diante do Boca, ele mostra não ter se esquecido de partida alguma:

“Você vai para um jogo contra o Emelec, que era um time forte, bola aérea para caramba... Chega num jogo desse e tudo acontece, é um momento mais emblemático. Depois enfrentando o Santos de Neymar, Muricy e companhia… Já estávamos muito mais confiantes, e a gente não queria passar por isso de novo. Por isso armamos uma tocaia muito boa para o Neymar”, conclui.

Veja mais em: Ex-jogadores do Corinthians e Títulos do Corinthians.

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