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Volta por cima
Pedro Henrique relembra ano difícil em 2016 e exalta comando de Carille no Corinthians
Por Meu Timão
Campeão paulista e brasileiro em 2017, o Corinthians teve um ciclo de superação após uma campanha abaixo do esperado na temporada anterior. O ano de 2016 do Timão foi marcado por trocas na comissão técnica e instabilidade em todas as competições dais quais participou, além do fracasso na busca por uma vaga na Libertadores. A recuperação veio a partir da efetivação do então auxiliar Fábio Carille como treinador, com quem a equipe alvinegra apresentou um futebol que barrou as críticas.
A retomada corinthiana foi exaltada pelo zagueiro Pedro Henrique, que vê as criticas como um "empurrão" inicial para a nova postura do Corinthians. "Foi um ano difícil (2016). Lutamos para classificar para a Libertadores e não conseguimos, então a gente foi muito criticado e quando o professor Fábio Carille foi anunciado no fim do ano muitas críticas vieram. Ninguém acreditava na gente, ninguém acreditava no professor Carille, no nosso time. E isso foi uma motivação a mais que nós tivemos para terminar essa temporada com dois títulos", comentou o defensor ao programa Placar Ao Vivo, no Youtube.
A confirmação de Fábio Carille como novo treinador do Corinthians, de fato, trouxe uma leva de novas críticas ao clube alvinegro. O ex-auxiliar foi anunciado como técnico ainda em dezembro de 2016, após a demissão de Oswaldo de Oliveira. No clube há nove anos, o comandante chegou a cogitar deixar o clube por conta da resistência da diretoria em efetivá-lo para o posto. Contudo, para o bem de ambos os lados da história, o fim foi feliz e a campanha do Timão nesta temporada só trouxe reflexos positivos.
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Para Pedro Henrique, o treinador corinthiano teve um grande peso nas conquistas do Campeonato Paulista e do Brasileiro deste ano, principalmente pelo modo que lidava com o elenco. "O professor Carille trabalhava todos da mesma forma, então todos entendiam a forma como o time deveria jogar. A formação tática. Então, antes dos jogos, eles mandavam lances dos outros times para a gente ver o que determinado atacante fazia, a sua qualidade dele", contou o zagueiro.
"Sempre entendemos o que ele passava para gente, e ele trabalhou muito bem a linha defensiva. Ele foi ótimo como treinador, pelo fato de ter tido uma escola como a do Tite, do Mano, que são grandes treinadores do Brasil. A gente entendeu o fato de não ter vaidade no grupo, de entender que o companheiro estava melhor, então quando entrava dava conta do resultado. Ele dava oportunidades para todos e os tratava do mesmo jeito. Isso ganha o grupo, o elenco, por isso a gente se entregou na forma que ele queria do trabalho e chegamos ao título brasileiro", completou.
Já consagrado com o título no Brasileirão, com três rodadas de antecedência, o Corinthians volta a campo neste domingo para a disputa da última rodada da competição. A equipe do Parque São Jorge visita o Sport, na Ilha do Retiro, às 17h (de Brasília).





