Eleição do Corinthians: Andrés Sanchez responde Marlene Matheus após acusação de traição
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Por Meu Timão

Andrés Sanchez é candidato da situação no pleito de fevereiro de 2018 no Corinthians
Meu Timão / Larissa Lima
Os bastidores da corrida eleitoral do Corinthians seguem pegando fogo um mês e meio antes do pleito que decidirá o próximo presidente do clube. Por meio de uma nota enviada à imprensa por sua assessoria, o candidato situacionista Andrés Sanchez se defendeu de acusações proferidas na última segunda-feira por Marlene Matheus, ex-mandatária alvinegra de 1991 a 1993.
"Tenho o maior respeito por dona Marlene, respeito sua história. Democracia é isso, cada um escolhe com quem anda. Porém, tive a coragem de fazer o que ninguém fez no clube por anos, por respeito a ela e ao senhor Matheus, a coloquei como conselheira vitalícia", alegou Andrés, citando Vicente Matheus, ex-presidente corinthiano e ex-marido de Marlene.
Na segunda-feira, Marlene sentou ao lado de Waldemar Pires (ex-presidente de 1981 a 1985) e Antonio Roque Citadini (conselheiro e candidato oposicionista na eleição de fevereiro) para lançar a chapa deste último. Em meio às declarações de apoio ao aliado, a ex-cartola disparou contra Andrés Sanchez, de quem já foi parceira no Parque São Jorge.
"Já apoiei o Andrés e ele me traiu. Agora, minha confiança está no Roque. Muita coisa precisa mudar no Corinthians", disparou.
Ainda no evento, o próprio Citadini também fez acusações a Andrés. O oposicionista lembrou a polêmica das vice-presidentes mulheres que ronda a candidatura do situacionista - a chapa Renovação & Transparência havia anunciado as conselheiras Edna Murad Hadlik e Maria de Lourdes Jacob Mattavo na vice-presidência corinthiana em caso de sucesso do grupo na eleição, mas dias depois Lourdes foi vetada e publicou um desabafo nas redes sociais.
"O Andrés fez aquilo de colocar duas vices por conta de um movimento da nossa campanha, que hoje é formada por mais mulheres do que homens. Apenas isso. Mas ele não quer dar participação às mulheres", opinou Citadini.
Em tempo: a eleição que definirá o sucessor de Roberto de Andrade na cadeira da presidência alvinegra está marcada para 3 de fevereiro.