Caique Junior
Emprestou com valor de compra estipulado:
Vamos ser um pouco mais racional, o jogador vai ser melhor visto pode do receber propostas melhor jogando no Botafogo ou no Lyon?
Ain mas ele só vai usar o Botafogo pra ganhar lucro:
ões-080000172.html? Guccounter=1&guce_referrer=aHR0cHM6Ly93d3cuZ29vZ2xlLmNvbS8&guce_referrer_sig=AQAAABLKAS5ef7Rio9nD2v2XfEdabUOE0L6vjoa34f-HCNNywhe-SfZtKUD1oaZSTEZX7-6sD1rb1pd0qS9YOapG9RN3InS7kD9e0IZ6MbfeFYwW-dIkZ-ldt5bHT4of-uY5H0GywL6J7UPhPNfn0ZU03S12DAdE1IPC-uGLX3URMnsO
Como eu sei que ninguém vai abrir o link aqui vai um resumo da materia de abril de 2022:
O Botafogo chegou com o 'pé na porta' e já fez barulho na primeira janela com a anuência de John Textor, investidor que comprou 90% das ações da SAF do clube. O Alvinegro investiu cerca de R$ 65 milhões em contratações neste período - sendo o clube que mais investiu na chegada de jogadores no Brasil.
Estranho é renovar com jogador que nunca jogou no profissional e emprestar pra terceira divisão de Portugal. Deixar de responder uma oferta de 18 mi e ver um jogador sair de graça.
Mas o modelo SAF que é malvadao mesmo.
em Bate-Papo da Torcida > E ainda querem uma SAF para o Corinthians?
Em resposta ao tópico:
Há quatro meses eu escrevia neste fórum o tópico 'Para aqueles que defendem a SAF no Corinthians' onde alertava para a grande possibilidade dos clubes brasileiros, caso virassem SAF, se tornarem apenas equipes satélites formadoras de jogadores para as holding's europeias. Passando-se esse tempo, vem a ocorrer exatamente o que previ neste tópico, analisando especificamente o caso do Botafogo e do John Textor. Recapitulando: primeiro ele compra o Botafogo, e meses depois adquire o Lyon.
Agora no início de 2023, o Botafogo com um time ainda aquém do esperado (graças a uma série de decisões duvidosas de seus gestores no campo das contratações) necessita de ou: 1) fazer caixa para contratar; ou 2) manter as boas peças no seu elenco pra poder brigar com algo. Eis o que o Textor faz: empresta um de seus melhores jogadores para seu clube na França, mesmo havendo proposta de aquisição de clubes da Inglaterra e da Alemanha.
Mais uma vez, do que o Corinthians precisa para ser mais competitivo é uma diretoria que não seja amadora e sim capaz de explorar economicamente o Corinthians em toda a sua totalidade.
Um time com 30 milhões de torcedores pode arrecadar, com eficientes campanhas de marketing, muito mais do que atualmente já o faz. E isso passa pelo o que? Explorar o potencial econômico de seu maior ativo, a torcida, com ações de marketing, patrocínios que fazem jus a capilaridade da instituição e o licenciamento de produtos, equilibrando a necessidade de gerar despesas para manutenção de um time competitivo e se manter uma saúde financeira.
Para isso, antes de tudo, é necessário trazer a fiel para decidir quem ocupa essas cadeiras, como já mencionei em outro tópico, atualmente o processo de eleição no Corinthians é simplesmente vergonhoso. O último pleito, que elegeu o Duílio Monteiro Alves contou com 2.873 votos. Isso representa na ponta do lápis 0.00009% da torcida.
VAAAI CORINTHIANS!


