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De Nesi Curi ao próprio Carille: Coelho será o 26º técnico interino da história do Corinthians

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Coelho é o 26º técnico interino do Corinthians

William Lima/ Ag Corinthians

Confirmado para dirigir o Corinthians na quarta-feira, às 19h30, diante do Fortaleza, Dyego Coelho pode comandar a equipe de maneira provisória até o fim da temporada. Ficando ou não, uma coisa já é fato: ele já é o 26º técnico interino da história do clube. O dado é do Almanaque do Timão.

A extensa lista começa ainda em 1919, pouco após a criação do Timão, em 1910. O primeiro interino foi Nando (Fernando Torrini), que era zagueiro e comandou o time em duas partidas, já que o treinador Amílcar Barbuy estava com a Seleção Brasileira.

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A relação de interinos tem vários nomes que deixaram o campo para assumir a função, mas grande parte dos nomes era diretor. Mais recentemente, auxiliares técnicos começaram a figurar o banco do Corinthians em situações necessárias.

Foi assim, inclusive, com Fábio Carille. Parte da comissão de Mano Menezes e de Tite, o agora ex-comandante do Timão foi interino por quatro partidas - duas em 2010 e duas em 2016, meses antes de assumir o time definitivamente para a temporada 2017.

O nome mais recente, porém, não foi Carille. Por conta de suspensão dele, seu auxiliar Leandro da Silva, o Cuca, comandou o Corinthians no clássico contra o Santos, há duas semanas.

Os técnicos ou assistentes técnicos que comandaram o Corinthians interinamente

  1. Aguinaldo Moreira, preparador de goleiros: um jogo em 1991, entre a saída de Nelsinho e a chegada de Carlos Alberto Silva; um em 1992, entre a saída de Basílio e a chegada de Nelsinho; e dois em 1996, entre a saída de Eduardo Amorim e a chegada de Valdyr Espinosa.
  2. Albino Lotito, diretor do clube: um jogo em 1943, substituindo Amílcar Barbuy, e dois em 1958, substituindo Cláudio Christóvam de Pinho.
  3. Ângelo Macariello, preparador físico, treinou o time por um jogo: Corinthians 2 x 0 Inter de Limeira, pelo Campeonato Paulista, em 26/2/1989, entre a saída de José Carlos Fescina e a chegada de Ênio Andrade.
  4. Cabeção (Luiz Morais), ex-goleiro corintiano e auxiliar técnico, treinou o time por um jogo: Corinthians 1 x 0 São Paulo, pelo Campeonato Paulista, em 8/8/1976, entre a saída de Filpo Núñes e a chegada de Duque.
  5. Cléber Xavier, auxiliar técnico, substituindo Tite em dois jogos de 2012.
  6. Dino “Pavão”, ex-jogador corintiano, auxiliar técnico de João Lima, substituindo-o por três jogos em 1961 até a chegada de Alfredo Ramos.
  7. Édson “Cegonha”, ex-jogador e auxiliar de Oswaldo de Oliveira, substituindo-o em sete jogos do Rio-São Paulo e da Copa do Brasil em 2000, enquanto o titular cuidava do time no Paulista e na Libertadores.
  8. Fábio Carille, auxiliar técnico de Mano Menezes e, depois, de Tite. Dois jogos em 2010, entre a saída de Mano e a chegada de Tite, e dois em 2016, entre a saída de Tite e a chegada de Cristóvão Borges.
  9. Hélio Ferreira, jogador que, junto com Servílio de Jesus e Cláudio, à época também jogadores, acumulou a função de técnico. Formou um “triunvirato” por três partidas em 1948, entre a saída de Gentil Cardoso e a chegada de Jorge de Lima (Joreca).
  10. Hélio Filé, auxiliar do técnico efetivo, Cláudio Christóvam de Pinho. Treinou o time por um único jogo: Paulista de Jundiaí 2 x 3 Corinthians, amistoso, em 20/4/1958.
  11. Hélio Maffia, preparador físico (2 jogos em 1983, junto com Zé Maria, entre a saída já acertada do próprio Zé Maria e a chegada de Jorge Vieira; 18 em 1984, substituindo interinamente Jair Picerni; e um em 1985, entre a saída do próprio Picerni e a chegada de Carlos Alberto Torres).
  12. José Carlos Serrão, ex-jogador do São Paulo, treinou o time por um jogo, em que nem o técnico efetivo, Oswaldo de Oliveira, nem seu substituto, Édson “Cegonha”, puderam comparecer: Botafogo-RJ 1 x 0 Corinthians, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, em 25/5/2000.
  13. Nesi Curi, diretor. Por causa de um atraso do técnico efetivo, Fleitas Solich, teve que assinar a súmula do jogo Paulista de Jundiaí 0 x 2 Corinthians, amistoso, em 26/5/1963.
  14. Jairo Leal, auxiliar técnico de Carlos Alberto Parreira. Cinco jogos substituindo o titular do cargo em 2002 (Supercampeonato Paulista, amistoso e Copa dos Campeões) e um em 2003, entre a saída de Geninho e a chegada de Júnior.
  15. João Avelino, auxiliar técnico, em dupla com o preparador físico José Teixeira quando o técnico efetivo, Oswaldo Brandão, tirou férias após a conquista do título paulista de 1977 (11 jogos, todos em 1977).
  16. José Augusto, técnico das categorias de base. Dez jogos em 2007, sendo três entre a saída de Leão e a chegada de Paulo César Carpegiani e mais sete entre a saída do próprio Carpegiani e a chegada de Nelsinho.
  17. 17) José Gomes Nogueira, auxiliar de Oswaldo Brandão. Dez jogos em 1957, enquanto o técnico titular estava fora, servindo a Seleção Brasileira.
  18. Leandro da Silva, o Cuquinha. Auxiliar de Fábio Carille, foi o treinador do Corinthians na partida contra o Santos, pelo Brasileirão-19. O titular estava suspenso pelo terceiro cartão amarelo;
  19. Márcio Araújo, auxiliar de Nelsinho, treinou o time por um jogo: Corinthians 0 x 1 Mogi-Mirim, pela Taça João Havelange, em 14/8/1993. Entre a saída de Nelsinho e a chegada de Mário Sérgio.
  20. Mário Henrique de Almeida, diretor de Esportes que treinou o time por um único jogo: Juventus 3 x 0 Corinthians, amistoso, em 22/2/1942. Entre a saída de Armando Del Debbio e a entrada de Carlos Menjou.
  21. Nando (Fernando Torrini), zagueiro que assumiu a condição de técnico por dois jogos em 1919, substituindo o titular Amílcar Barbuy, a serviço da Seleção Brasileira.
  22. Nicanor de Carvalho, preparador físico que substituiu Jorge Vieira, afastado temporariamente por motivo de saúde (dois jogos em 1980).
  23. Servílio de Jesus, jogador que, junto com Hélio e Cláudio, à época também jogadores, acumulou a função de técnico. Formou um “triunvirato” por três partidas em 1948, entre a saída de Gentil Cardoso e a chegada de Jorge de Lima (Joreca).
  24. Waldir de Moraes, preparador de goleiros (dois jogos em 1998, entre a saída de Candinho e a chegada de Vanderlei Luxemburgo, e mais um em 2000, entre a saída de Oswaldo Alvarez e a volta de Candinho).
  25. Wilson Coimbra, ex-goleiro do Palmeiras e preparador de goleiros. Dois jogos em 1997, entre a saída de Nelsinho e a chegada de Joel Santana.

Veja mais em: Dyego Coelho e Fábio Carille.

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